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]]>O Ghibellina é um italiano despretensioso que fica na rua 14, uma área badaladinha e cheia de restaurantes, bares e baladas. Depois de uma semana de dieta regrada foi pra lá que parti pra desforra com duas amigas que estavam me visitando. Pelo lado de fora, sempre achei o lugar um charme, com mesinhas na rua e um bar que te permite ver o movimento lá fora. Ao entrar pela primeira vez, me surpreendi com o tamanho do restaurante. Várias mesas com famílias, grupos de amigos, casais.
Para iniciar os trabalhos, além do vinho, pedimos um Riso al Salto. Nada mais nada menos que um bolinho de arroz de risoto em um molho de tomate e prosciutto. Parece uma coisa besta né? Eu não consegui esperar pra tirar foto depois de sentir o cheirinho (vide foto abaixo – se você colocar a foto sis, se tiver muito cagada só tira esses parênteses haha). Com a promessa de comida boa depois dessa entrada digníssima, pedimos cada uma um prato diferente. Eu fui de Tagliatelle al Ragú e as amigas de Calamariti con Calamari e Fussili Corti com Gorgonzola e Spinaci. Posso ser suspeita, mas achei o meu prato o mais delicinha (claro que comi um pouco do prato das amigas sem pudor). Era um prato simples gente: macarrão e molho de carne moída. Mas esse molho… Esse molho tinha tanto sabor que até aqueceu meu coração. O tal Fussili com
gorgonzola e espinafre, no entanto, não ficou muito pra trás. Era um prato mais leve, mas tão rico em
sabores!

Chega enfim a famigerada hora da sobremesa. Pedimos os clássicos: tiramisu e panna cotta. Sabia que ia achar bom por motivos de “louca dos doces”, mas foi unânime a opinião de que a panna cotta estava em outro nível de sobremesa que as que comemos normalmente por essas bandas. Resultado: entrada, prato principal, sobremesa e três clientes felizes. Na saída, aquela olhadinha no prato das outras pessoas do restaurante e a promessa de voltar para um happy hour e comer a famosa pizza cortada com tesoura. Mas isso são cenas dos próximos capítulos…

Ghibellina: 1610 14th St NW, Washington, DC 20009, EUA. Tel: +1 202-803-2389
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]]>O post Paladar Dona Eutimia – Havana apareceu primeiro em sunday slices.
]]>A gente saiu do nosso humilde Airbnb pela manhã, tomou um café da manhã bonzinho, sem grandes sentimentos, e partiu para a caminhada turística: Explanada del Capitolio, papo com gente boa cubana, Paseo del Prado, Paseo de Martí, Castillo de San Salvador de la Punta, músicos cubanos, e finalmente Havana Vieja. Meio dia e uma paradinha na imperdível La Bodeguita del Medio. A Bodeguita é um bar bem turístico, cheio todos os dias, mas tão autêntico! Aberto em 1942 e frequentado por famosos escritores como Neruda e Hemingway, o Bodeguita é considerado o berço onde nasceu o mojito, feito ali em velocidade máxima, no atacado, mas nem um pouco menos delicioso por isso. Pedimos, então, dois mojitos para abrir o apetite enquanto escutávamos uma música cubana ao vivo, como sempre há ali.

Terminados os mojitos, seguimos pela rua Empedrado e em alguns passos estávamos na Plaza de la Catedral. É uma praça pequena e charmosa onde há um beco com alguns pequenos restaurantes. No fundo desse beco, à direita, assim sem chamar muita atenção, conhecemos o Paladar Dona Eutimia. Dale outro mojito e pedimos o que veio a ser a melhor comida que comemos em Cuba: de entrada, Tostones Rellenos; para o prato principal, Ropa Vieja, a receita mais famosa de Cuba.

Os tostones são quatro cumbuquinhas feitas de banana frita recheadas com carne de porco desfiada, picadinho de carne, atum e presunto. O ropa vieja é um prato simples: arroz, feijão preto, carne de porco desfiada e chips de banana. Não tem segredo, não tem firula, a comida é simples, mas absolutamente deliciosa. Dessas comidas que você come e se sente acolhido, sabe? Além da comida, o atendimento foi impecável, ainda melhor na segunda vez. Sim gente, a paixão foi tão grande que voltamos. Não só voltamos, como esperamos uma hora por uma mesa na segunda vez. Mas foi uma horinha de atendimento incrível, drinks de cortesia e papo divertido com a gente que trabalha ali. A dica que fica, então? Inclua no seu dia em Havana o combo Bodeguita del Medio, Plaza de la Catedral e Paladar Dona Eutimia. Fizemos duas vezes, mas faríamos bem mais!

Paladar Dona Eutimia: #60-C, Callejon del Chorro, La Habana, Cuba. Tel: n+53 7 8013332
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]]>O post Amy Ruth’s – Nova York apareceu primeiro em sunday slices.
]]>Depois de quase três horas de viagem de carro de Washington para NY, chegamos em jejum e famintos no Amy Ruth’s. Agora pausa pra contextualização antes de falar para vocês da comida. O Amy Ruth’s fica no Harlem, um bairro famoso por ser um reduto da cultura afro-americana. De um assentamento holandês no século XVII, o Harlem se tornou símbolo da cultura negra nos Estados Unidos em 1920 com o Harlem Renaissance – uma explosão cultural de pensadores, intelectuais e artistas negros, embalados principalmente pelo boom do jazz. Na década de 60, o Harlem foi marcado pela luta pelos direitos civis e ali ocorreram importantes discursos do Martin Luther King e de Malcom X. Depois dos anos da alta criminalidade em NY, e em especial no Harlem, o bairro passa de zona proibida para turistas a um dos bairros mais interessantes para se visitar.
A música, a arte, a religião e a comida afro-americanas são bem presentes no bairro e o Amy Ruth’s faz parte dessa vibe. Além de oferecer comida sulista (uma região também marcada pela influência negra), todas as paredes do restaurante são cobertas por murais de grandes personalidades negras: Obama, Aretha Franklin, Magic Johnson, Ella Fitzgerald, Oprah e mais centenas. O restaurante não é chique ou hipster, gente. São dois grandes salões divididos em dois andares, os móveis meio antigos, a louça também, mas o atendimento incrível e aquele climão de almoço de domingo, sabe? O pessoal vai pro Amy Ruth’s com grandes grupos, comer com as crianças, ou mandar aquele almoço gorduroso de ressaca com os amigos (claramente nosso caso). Então a expectativa toda estava focada na comida.
Vim com três amigos e todos pedimos a mesma coisa, o chicken and waffle clássico do menu que chama Reverend Al Sharpton. Esperando ansiosamente meu waffle, eis que o garçom me surpreende com um corn bread (pão de milho) quentinho para comer com manteiga. Essa entradinha é de graça e se trata do que chamamos de broa de milho no Brasil, mas um pouco mais doce. Passados alguns minutos, chegam nossos waffles.
Honestamente não sabia bem o que esperar. Chegou um waffle dourado e cheiroso, com um quarto de frango frito em cima (pedimos a opção de carne escura, que vem a parte da coxa e asa, em vez da parte branca, que contém o peito). Os amigos americanos me instruíram a colocar maple syrup por cima e mandar ver. Comecei assim meio cabreira, né? Nem sabia direito como combinar esse negocio de xarope, frango e waffle, mas que “maravilhosidade” (licença poética). Nunca comi as três coisas juntas, mas sei que um waffle crocante e levinho é uma arte, assim como um frango frito sequinho e saboroso, e a combinação para minha surpresa foi uma delícia. Não torçam o nariz antes de experimentar!
Com o bucho cheio voltamos para rua. Um olhar agora mais atento (passada a fome) nos faz notar as famílias, predominantemente negras, as lojas com artigos de referência africana, salões de beleza especializados em tranças e penteados para cabelos afros. Mas claro que a globalização está em toda parte e ouvimos um “Bum bum tam tam” vindo alto de um carro. Dancei no meio da rua (porque é isso que o imigrante com saudade de casa faz) e seguimos de volta pra Washington.
Amy Ruth’s: 113 W 116th St, New York, NY 10026, EUA +1 212-280-8779
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]]>O post Quem somos nós – Camila Rodrigues apareceu primeiro em sunday slices.
]]>Sou dessas que, inclusive, experimenta tudo: de escargot (lesma gente, lesma!) a drink com formiga (alô, México!). Então, sou muito grata por viver em uma cidade cosmopolita como Washington e por ter a oportunidade de viajar, principalmente pela nossa América Latina, e ver o que se come em lugares diferentes desse mundão.
Quando não estou por aí comendo, trabalho com análise de dados e pesquisa numa organização internacional – ou, segundo minha irmã, mexo com coisas nerds, números, matemática e alguma coisa latina. Além disso, dedico um tempo para o tal projeto verão, o que me tem feito experimentar cada vez mais cozinhar coisas saudáveis e explorar um dos meus lugares preferidos: o supermercado.
Já viram que vai ter de tudo, né? De restaurante chique à comida de rua, passando por feiras e mercados, e com direito a receitas da eterna dieta saudável. Só vem!
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