WordPress database error: [Table 'sunday93_autoral.wp_stqy_ppress_plans' doesn't exist]SELECT COUNT(id) FROM wp_stqy_ppress_plans WHERE status = 'true'
wp-user-avatar domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home2/sunday93/public_html/autoral/wp-includes/functions.php on line 6131soledad foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home2/sunday93/public_html/autoral/wp-includes/functions.php on line 6131Erro no banco de dados do WordPress: [Table 'sunday93_autoral.wp_stqy_ppress_meta_data' doesn't exist]SELECT * FROM wp_stqy_ppress_meta_data WHERE meta_key = 'content_restrict_data'
O post Menu pra semana apareceu primeiro em sunday slices.
]]>Este livro foi todo preparado para agilizar compras, armazenamento e execução na cozinha, e ainda, de acordo com a estação do ano! Dessa forma, além da economia na feira ao adquirir os produtos exatos da semana, você também passa a ter uma atuação mais sustentável e orgânica sabendo o que é de época e está bom de ir pra mesa. Sensacional, não é?! Folheando o livro me deparei com diversos preparos diferentes, novos formatos e muita ideia boa e simples de implementar no planejamento semanal. Você pode deixar de lado a maioria das receitas do livro, mas só de aprender a planejar melhor ele já vale o investimento! E no meio dessas receitas novas todas, me deparei com uma que encheu os olhos de curiosidade: “Jook”. Esta receita veio de uma das primeiras colaboradoras do portal e é basicamente um mingau de arroz. Eu que A-D-O- R-O um mingau e estou sempre ás voltas inovando com meu mingau de aveia, corri pra testar e ver a reação do marido, que considera o arroz a oitava maravilha do mundo.
Versátil, deliciosa, nutritiva e MUITO confortável! Esta versão da Merrill que leva gengibre e raiz forte traz versatilidade no corre da semana e é um super coringa se algo inesperado acontece e o jantar não fica pronto a tempo. A dica é: Faça logo no dia de preparo. Aqui em casa é o sábado, após a feira. A cozinha borbulha com cortes, panelas, travessas e todo o preparo que alimentar uma família demanda. Então, enquanto vou picando e organizando tudo, o arroz fica ali, quietinho se transformando em mingau, e quando pronto, coloco na geladeira e deixo pra decidir a cobertura quando for comer!
“Se você cozinha, sua família vai jantar reunida.
Se você cozinha, você terá naturalmente um lar mais sustentável.
Se você cozinha, você dará um exemplo a seus filhos por toda a vida.
Se você cozinha, você compreenderá melhor o que vai para a panela e comerá com mais saúde.
Se você cozinha, sua casa terá um lugar de destaque em sua vida.
Se você cozinha, você faz outras pessoas felizes.
Se você cozinha, as pessoas se lembrarão de você.
Amanda e Merrill”
Ao invés de água, use aquele belo caldo de legumes e torne seu prato ainda mais nutritivo!
O post Menu pra semana apareceu primeiro em sunday slices.
]]>O post Gatherings – Flora Shedden apareceu primeiro em sunday slices.
]]>E por gostar tanto deste movimento do universo que quando vi o livro “Gatherings” na estante da livraria, corri para folhear e me apaixonar. (Gatherings do inglês significa encontros). As lindas fotos foram o primeiro atrativo, em seguida a forma como o livro é dividido, os nomes dos capítulos eram tão aconchegantes: “manhãs rápidas ou vagarosas”, “comida para nos lançarmos juntos”, “drinks e outras delícias para celebrar”, assim começam alguns dos capítulos que nos levam a querer organizar pequenos e grandes encontros toda semana para colocar em prática as receitas do livro rosado.

Assim como eu, Flora Shedden é uma cozinheira do cotidiano, uma pessoa apaixonada pela cozinha e pelas pessoas que a cercam, que buscou levar suas principais receitas de casa para o livro. Era como se eu lesse a mim mesma, no livro que ainda não escrevi. E quando o assunto é comida, eu gosto de abraçar a tudo e a todos, conhecer formatos novos ou básicos, receitas clássicas ou inovadoras, de grandes chefs de cuisine ou de grandes cozinheiras do dia-a-dia.
A receita que escolhi foi a do Risoto de Aspargos. Para algumas pessoas pode ser já batido e nada inovador, para mim é um lugar de conforto sem fim. Eu faço bons risotos! Morro de orgulho deles! Já passei a virada de meia noite em festa de ano novo na beira do fogão, mexendo sem parar os belos grãos de arbóreo – e prometi nunca mais fazer isso de novo – é uma constante da minha cozinha, confortável de fazer e de comer.
Quando o livro chegou aqui em casa, abri e caiu na página 92, e havia ali uma bela foto de aspargos verdinhos. Era a minha deixa! Separei uma garrafa de um Chadornay bem gostoso e geladinho, preparei a comida e reuni a família para saborear!

Caso você ainda não tenha feito um risoto na vida, tudo bem! Cuide de seguir os detalhes importantes que fica fácil:
. Para se fazer um risoto, o arroz utilizado deve ser o arbóreo ou carnaroli. Ao contrário dos outros arrozes que devem ser lavados ou demolhados antes de se usar, este arroz vai seco para a panela, pois são exatamente os amidos dele que queremos para dar aquela consistência e cremosidade tão apreciada (não, risoto não é arroz com creme de leite!)
. Um bom vinho branco sim!! Uma regra que aprendi anos atrás é: sempre que for usar vinho pra cozinhar, use um vinho que goste de beber. Primeiro porque não usamos tudo e o restante segue para a taça, depois porque cozinhar é ato de amor e carinho, e nossa comida merece ingredientes gostosos, né?!
. O caldo merece atenção! Já fiz risoto usando o tal caldo industrial, quadradinho, e fica bom, mas nem tanto, fora que ele é cheio de glutamato, coisa que aboli da minha cozinha há anos. Então, a dica preciosa aqui é: invista no caldo caseiro! AQUI você descobre como é fácil de fazer e uma super economia para sua vida!
. Certa vez vi o Jamie Oliver dando a dica de deixar o risoto quieto na panela por uns 10 minutos antes de servir, para que os sabores aparecessem mais. Testei e curti! Mas só vale mesmo quando se usa uma caçarola grande e funda.
. Queijo é bom, mas não é essencial. Dá perfeitamente para se fazer um belo risoto sem queijo, mas se você não abre mão, invista em um ótimo parmesão ou queijo bem curado e rale na hora. O sabor de um bom queijo ralado na hora é outro!!!
O post Gatherings – Flora Shedden apareceu primeiro em sunday slices.
]]>O post Refeição em família – Ferran Adriá apareceu primeiro em sunday slices.
]]>Bom, mas como (quase) tudo na vida, nada é perfeito, e a medida que ia me envolvendo com o livro, percebi alguns detalhes que incomodaram. Não sei se foi a edição brasileira que adquiri ou o próprio livro, mas o índice não bate com a realidade das páginas e aí você tem que criar formas de encontrar sua receita, o que não é difícil pois ele as numera por menus. Para os vegetarianos e veganos, o lado ruim é que em seus menus sugeridos (entrada + principal + sobremesa), o chef não abre mão de proteína animal no prato principal, o que não atrapalha em nada também, pois a maioria das entradas já é quase um prato principal em si! E a última ressalva que encontrei em tão lindo livro, é que a receita de carbonara dele leva creme de leite!

Ok, avisos dados, voltemos a adorar e nos divertir com esta ótima criação editorial para o mundo das comidas deliciosas!
As primeiras páginas são todas dedicadas aos equipamentos legais de se ter em casa, instruções detalhadas para o ovo perfeito e muitas outras dicas incríveis que fazem qualquer pessoa se tornar um às da cozinha. Depois ele traz os menus já pensados, para cada dia, e demonstra o tempo e ingredientes necessários para a preparação, e aí tem as fotos! As fotos do passo a passo de cada execução são apaixonantes, hehe. Principalmente porque, com o livro ali aberto ao seu lado, enquanto você cozinha, consegue perceber se errou ou não, se está tudo indo bem. E foi assim que fiz, acertando logo de primeira, uma receita de minha infância: flan de coco!
Toda família tem suas tradições gastronômicas e na minha, com certeza, elas não faltam! Uma delas é a mousse de coco com calda de ameixa da tia Marilene! Huummm, memória afetiva vai longe só de escrever! Mas, com a retirada de leite e derivados de minha vida, ficou para trás a sobremesa favorita dos encontros familiares. Ao longo dos anos, até tentei encontrar uma receita ou outra, mas sem sucesso. E aí veio o livro do Adriá me mostrando este flan, que não leva laticínios e saí correndo para testar! Ficou deliciosamente bom, mesmo que um pouco diferente do da minha tia, pois a calda sugerida no livro é de caramelo e não de ameixa. E o que fez ficar essa delícia toda foram as fotos! Foi vendo as fotos que percebi que meu flan não estava tão denso quanto deveria estar. Como uso leite de coco natural, que faço em casa, uso as duas partes do leite, a gordura e a parte mais líquida. E claro, é preciso ter em mente que quando estamos vendo receitas estrangeiras temos que considerar a origem dos ingredientes, leite de coco na Europa é quase todo industrializado e bem denso, o caseiro é mais líquido e não atinge o mesmo ponto, já que a maioria dos industrializados possui emulsificantes. Adicionei então um pouco de óleo de coco (justamente pra emulsificar a mistura) e tapioca para criar a densidade faltante, e pronto, flan lindo e gostoso! Teste em casa e conte para gente qual foi o tipo de leite de coco que usou!

Fotos: Thamires Santiago
O post Refeição em família – Ferran Adriá apareceu primeiro em sunday slices.
]]>O post Lima – cozinha peruana contemporânea apareceu primeiro em sunday slices.
]]>Bom, toda essa recordação de uma experiência incrível é para introduzir nosso livro da vez “Lima, cozinha peruana contemporânea” escrito pelo Virgílio Martinez. Quando vi este livro na estante da livraria, o abracei como se fosse um amigo querido e trouxe para casa dando pulos de alegria! E a cada página virada: um aprendizado, uma ideia, um suspiro de saudades de tão rico país! O livro foi publicado em 2015, na Grã-Bretanha, e ganhou sua versão brasileira em 2016 pela Publifolha. O foco do livro, que tem o mesmo nome do restaurante Londrino, é a experiência peruana que os chefs levam ao velho continente. E pelo mundo afora, o que se pensa é em Ceviche, porque é disso que o povo gosta, hehehe! Mas calma, nem tanto assim! O livro tem sim um capítulo quase todo dedicado a mais famosa iguaria peruana, porém não abre mão de mostrar ao público em geral, tudo aquilo que o país andino tem de lindo. São sete capítulos de receitas incríveis que vão do petisco à sobremesa, passando por bebidas, ceviches, pastas de ají e quinoa, alias muitas ideias lindas com quinoa!!!

Quer aprender a fazer um leche de tigre básico, está ali! E se for vegetariano? Tudo bem, tem a versão sem caldo de peixe também! Leite de quinoa batido com frutas vermelhas, um passo a passo para um pisco sour perfeito, molhos apimentados, vários tipos de causas (prato super tradicional a base de batata), carnes apimentadas de tirar o fôlego, sorvetes incríveis e chocolates. Está tudo ali, nas 223 páginas coloridas de Lima. Um livro para ter na estante da cozinha, ler e aprender com amor, e quem sabe não te incentivar a planejar logo uma visita à Lima para ir ao Central, não é? Vale uma esticada em Cusco (afinal, Machu Picchu, né) e conhecer o Mil também, o novo local de pesquisa e desenvolvimento de Virgílio e Pía. Mas afinal, diante tantas possibilidades incríveis, de receitas maravilhosas, qual vamos trazer para vocês? Chocolate crudo y muña! A última receita do livro, a primeira que abri e fiz, e que já rendeu tantos elogios e comilanças por aqui. Para variar, não segui a receita original do livro, apenas porque ainda não consegui achar uma boa manteiga de cacau no mercado, mas se você achar, por favor, a utilize! Aliás, bons ingredientes fazem toda diferença nessa receita e fica a dica de investir bem neles!

“O que nos une à mesa é, acima de tudo, nosso desejo de compartilhar momentos felizes. E como nossa cozinha é parte de nossa cultura, muitos aspectos de nossa identidade se refletem no modo como cozinhamos.”
Fotos: Thamires Santiago
O post Lima – cozinha peruana contemporânea apareceu primeiro em sunday slices.
]]>O post Agrotóxicos, porque é tão importante se engajar apareceu primeiro em sunday slices.
]]>Mas afinal, o que significa todo esse barulho? De acordo com o site da campanha, “O Brasil é um dos maiores consumidores de agrotóxicos do mundo (…) e segundo pesquisa IBOPE, 81% dos brasileiros considera que a quantidade de agrotóxicos aplicada nas lavouras é “alta” ou “muito alta”. Dessa forma, aprovar uma lei que permita ainda mais veneno em nosso prato, realmente não faz nenhum sentido. A chef Paola Carosella, que inclusive compareceu à Brasília para expor a importância da não aprovação do projeto perante deputados, comentou em seu Instagram:
Preste atenção: o que está em jogo com este PL e muitos mais venenos dos que já tem na nossa comida. Ninguém aqui agora está questionando se o agronegócio é ou não bom para o pais, ninguém aqui apresentou um projeto para os agrotóxicos acabarem amanhã. Se manifestar contra este Pl e se manifestar contra mais venenos dos mais de 200 que já são utilizados, contra retirar o poder de veto na aprovação de um novo agrotóxico da @anvisa_br e do ministério do meio ambiente e deixar o veto APENAS no Ministério de Agricultura. É ser contra do uso de venenos considerados cancerígenos e causantes de má formação fetal. Ninguém aqui é contra o Brasil contra o progresso contra comida acessível e de qualidade para todos. Aliás o oposto. Mas não vamos perder o foco na votação deste PL. Eu concordo que a lei dos agrotóxicos precisa ser discutido e modernizado, mas não da forma como este PL está relatado. Entenda. Ser contra o PL 6299/02 não é ser contra agrotóxicos ou apenas a favor de orgânicos! É ser contra MAIS veneno do que já temos hoje.
A plataforma “chega de agrotóxicos” lista alguns motivos para o movimento:
1. São a causa de diversos problemas de saúde, e a
exposição a longo prazo pode causar doenças crônicas
como o câncer;
2. Atingem diretamente os camponeses e camponesas que
produzem nossa comida;
3. Contaminam os cursos d’água, reservatórios e aquíferos;
4. Matam a vida do solo e provocam a ‘espiral química’, isto é:
quanto mais agrotóxico se usa, mais agrotóxico é
necessário usar;
5. Ameaçam diretamente a soberania alimentar, tornando
nossa agricultura dependente das empresas transnacionais
que dominam este mercado;
6. Só em 2015, as empresas faturaram R$32 bilhões com a
venda de agrotóxicos, enquanto o Brasil investiu apenas
R$3,8 bilhões em alimentação escolar; e
7. A ONU afirmou que os agrotóxicos são responsáveis por
200 mil mortes por intoxicação aguda a cada ano, e aponta
que mais de 90% das mortes ocorreram em países em
desenvolvimento. Além disso, coloca como mito a ideia de
que pesticidas são vitais para garantir a segurança
alimentar.
Diversas organizações governamentais e civis se uniram também ao movimento, trazendo dados concretos e importantes que traduzem o perigo que seria levar ainda mais químicos à alimentação do brasileiro. E para garantir que os venenos não encontrem novo caminho, foi desenvolvido o PL 6670/16 – Política Nacional Redução Agrotóxicos, que foi uma sugestão da Abrasco – Associação Brasileira de Saúde Coletiva. O site da câmara dos deputados informa que:
A política nacional proposta pretende monitorar o uso de agrotóxicos no país e estimular o uso de sistemas de produção orgânicos e de base agroecológica. Também seriam privilegiadas técnicas de manejo sustentável para o controle dos problemas fitossanitários. O texto determina ainda a proibição do uso de agrotóxicos nas proximidades de moradias, escolas, recursos hídricos, áreas ambientalmente protegidas e áreas de produção agrícola orgânica ou agroecológica. E procura tornar mais transparente o uso de organismos geneticamente modificados.
Bom, deu para compreender o porquê essas pessoas incríveis se uniram para pedir em nosso feed uma assinatura, né?! Nós, aqui do Sunday Slices, já assinamos e continuamos juntas na busca por uma alimentação mais viva, mais real, que aproxime famílias, que trate com carinho e respeito o produtor e traga somente boa saúde em nossa mesa!
Participe da enquete da Câmara e dê a sua opinião: clique aqui.
Mais informações sobre a PL6670/16: clique aqui.
Mais informações sobre a comissão que discute a PL 6670/16: clique aqui.
Foto: Thamires Santiago
O post Agrotóxicos, porque é tão importante se engajar apareceu primeiro em sunday slices.
]]>O post Raw Food Detox apareceu primeiro em sunday slices.
]]>
O post Raw Food Detox apareceu primeiro em sunday slices.
]]>O post Le Pain Quotidien apareceu primeiro em sunday slices.
]]>Então, quando comprei o livro “Le Pain Quotidien” para presentear a Thamires em seu aniversário (dá uma olhada lá na receita de grissini aqui do SS), e vi a receita do gaspacho, fui logo comprando um para mim também e correndo para testar minha própria versão da iguaria. E claro, o livro foi muito além da sopa, e se transformou em um dos queridinhos da estante. Repleto de boas ideias baseadas no cardápio do famoso restaurante, que tem filiais pelo mundo todo (no Brasil tem três lojas em São Paulo), nele você encontra receitas deliciosas para qualquer momento do dia e ocasião.
Seus capítulos são divididos em Pães, Café da manhã, Tartines, Sopas, Saladas, Para compartilhar e Sobremesas. A demora em virar cada página é justificada pelas lindas fotos, e receitas que trazem de forma simples uma transformação com ingredientes do cotidiano. Já no capitulo de Pães, a gente entende o que aquele pão da padaria especial tem de tão diferente, quando aprendemos as várias etapas para se atingir a crocância nossa de cada dia; a vontade é de sair correndo, criar seu levain e botar a mão na massa com força para atingir aquela casquinha tão dourada! As receitas de café da manhã, se lidas à noite, com certeza irão gerar sonhos apetitosos e uma super vontade de levantar cedo e ir para cozinha; e quem sabe passar o dia lá.
Uma das coisas que mais gosto neste livro, e também no restaurante, é o compromisso com a sustentabilidade e a leveza com que inserem produtos locais no menu. A cada país que chegam, um novo ingrediente entra no cardápio ou novas receitas são incorporadas. É o caso do pão de queijo, que foi inevitável não ter quando aqui chegaram. Eles colocam a receita no livro, e a introdução de um queijo feta já demonstra como a incorporação cultural é leve e gostosa por ali. Também não ficam para trás e estão sempre inovando com ingredientes atuais, como o “pudim de coco e chia” que traz a semente reinando numa receita simples e deliciosa de sobremesa, ou ainda o bolinho de quinoa e ameixa, que mescla a iguaria peruana na fruta de sabor intenso. Mas calma, se você curte os clássicos da culinária, eles marcam presença também. O próprio gaspacho e um capítulo todo de tartines já deixa claro que as raízes tradicionais não são abandonadas, sopa de abóbora e lasanha vegetariana que o digam!
Seja para o gaspacho ou apenas para ter boas ideias cotidianas para o jantar, “Le Pain Quotidien” vai trazer sabor e memória a sua cozinha, mesmo que nunca tenha ido ao restaurante, a Paris ou conhecido a Ana!

“A vida é boa em um ritmo desacelerado. Cultive legumes e verduras no quintal e dê a eles o tempo necessário para que fiquem perfeitamente maduros. Leve o tempo que for para assar seu próprio pão. Desacelere! ” Alain Coumont
O post Le Pain Quotidien apareceu primeiro em sunday slices.
]]>O post O que tem na geladeira!? apareceu primeiro em sunday slices.
]]>Nada mais natural então, do que unir essas duas paixões, e assim, meus livros de gastronomia com suas receitas mágicas e inspiradoras ficam ali, num balcão da cozinha, bem à mão, bem fácil e prontos para alegrar a movimentação do melhor lugar da casa. Quando resolvi contar, tinha ali mais de 40, a maioria adquirido por mim em viagens ou idas rotineiras à livraria e ao sebo, mas alguns chegaram a mim por meio de avós, pessoas queridas, doações ou presentes, e estes, mesmo que não sejam livros incríveis, me são muito queridos. Nesta coluna pretendo falar um pouquinho de cada um deles, do que suas páginas permitirão criar na cozinha, os sabores que poderão oferecer e as sensações que me fizeram sentir. Então, abre espaço na biblioteca, porque ideias de boas leituras e práticas receitas é o que não vai faltar!
Neste primeiro encontro, decidi falar sobre o livro que no último ano tem sido meu fiel escudeiro. Sem exagero algum afirmo: abro este livro no mínimo duas vezes na semana! Seja para inspirações ou para conferir uma receita. Ele foi escrito por uma musa da culinária brasileira e sua equipe, e aliás, que equipe! Tudo por eles publicados é de um capricho e carinho que fazem cada página virada ser uma deliciosa descoberta, e em minha casa, esse livro é o campeão da coleção. Estou falando de Rita Lobo e sua Panelinha que testam as receitas com afinco e exatidão até chegar ao melhor ponto, e nos entregam de bandeja os mapas dos melhores e mais simples tesouros gastronômicos. Esse livro do meu coração é “O que tem na geladeira”. Nele, ingredientes básicos da feira ganham diversos formatos e possibilidades, mostrando o quão fácil é sair da rotina com uma beterraba. Desde a tradicional batata inglesa, ao complicado de achar palmito fresco, o livro traz receitas básicas e inusitadas, e ótimas formas de usar (e jamais perder!) nossos alimentos.
A receita que trago deste livro não é a mais incrível ou transformadora, mas é aquela que me traz lembranças e aquece o coração: creme de milho! O creme de milho é uma instituição em minha família, que vem da minha avó materna e se tornou o carro chefe na cozinha de minha mãe. Passei grande parte da vida tendo o creme de milho como estrela do almoço de fim de semana. Porém, há cerca de 10 anos, eliminei o leite e derivados de minha dieta cotidiana, e o creme de milho de minha mãe usa e abusa do creme de leite. Fiquei sem meu prato querido. Minha mãe tentou modificar a receita, mas nada parecia igual, e eu preferia ficar sem mesmo.
Eis que surgiu este livro em minha vida, e lá estava ela, a receita do creme de milho! Bem diferente da receita de minha mãe, mas o convite a testá-la me encheu os olhos e o coração de alegria, e lá fui eu; substitui o leite animal pelo leite de coco que faço em casa toda semana, investi no milho orgânico e testei! Foi um sucesso em minhas papilas gustativas, e ouso dizer, achei melhor que o da minha mãe! Uma receita diferente da dela, mais cremosa e com maior sensação do milho, e um alento de poder novamente apreciar este prato que tanto sentia falta. Melhor ainda é a possibilidade de oferecer ao meu filho e continuar a tradição familiar.
O post O que tem na geladeira!? apareceu primeiro em sunday slices.
]]>