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Veja bem, deu super certo!!! Já fiz tanto que vou precisar de um tempo. Sabe quando a gente ama aquela música que só toca ela no carro? Também sou assim com comida. Vim dividir com você essa receita que vai salvar seu jantar vegano! Vamos la?

Eu aproveitei pra fazer um jantar leve e usei uma marca de macarrão se glúten. Eu uso cebola, mas se animar de dar uma incrementada, pode usar alho poró! Os cogumelos precisam dourar de verdade na panela, sem deixar queimar, mas com o fundo da panela bem sujo. Essa “sujeira” vai sair quando você acrescentar o líquido, que pode ser vinho, caldo de legumes ou água do cozimento do macarrão. Esse processo de limpar a panela é deglacear, e vai ajudar a gente a dar cor pro molho! Pra temperar eu uso pimenta do reino e noz moscada, mas pode aproveitar os sabores que ama.
molho branco vegano com cogumelos
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INGREDIENTES
PREPARO

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A versão grega leva dill e pimenta preta, as vezes limão para aumentar a acidez. Já na Turquia, é comum o uso do hortelã e endro, com adição de água e vinagre. Nos EUA ao invés do iogurte, usa-se nata! A minha versão é um mix. Uso o pepino ralado finamente, porque adoro a textura dele leve. Antes de misturar tudo, desidrato o pepino com delicadeza em um voal. Depois basta misturar! Escolhi a hortelã para dar frescor, mas você pode usar endro, salsinha e até ousar com manjericão!

Uma coisa que você deve estar se perguntando é: eu como isso com o que? Bom, o Tzatziki é um molho refrescante muito usado pra acompanhar carnes, porque a acidez tende a quebrar a gordura! Vai como molho nos famosos Gyros, os sanduíches gregos. Ou como molho de salada, de falafel, de berinjela empanada!

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]]>O prato é de origem alemã, mas graças aos franceses que ele se popularizou. O steak tartar tem origem bárbara, de um povo (os tártaros) que habitaram a Europa. Essa é uma das versões da sua origem, a outra é que a receita teria surgido com Átila e os seus guerreiros, por volta do século 5. Para aproveitar a carne dos cavalos que morriam, eles a armazenavam nas celas de seus cavalos para amaciar antes de preparar. Eles temperavam a carne cortada com ervas e raízes, uma refeição simples que não precisava de cocção e que era conhecida entre eles por ser comida de guerreiros fortes, já que nenhum estômago delicado aguentava essa iguaria. Só com a popularização dos franceses que a receita passou a ser o que é comido hoje, inclusive a adição do ovo é mérito deles.
A nossa versão vegetariana é crua também, dispensa cocção e é uma entrada maravilhosa! Abacate cortado em cubos, com tomate também picado, acrescidos de um suco de limão, sal e pimenta. Você pode incrementar com ervas e outros, a gente preferiu servir com um molho bem gostoso, que dá uma sensação de frescor ainda maior para o prato! Leve, fácil de fazer e como leva abacate, um fruto rico em gorduras boas, dá saciedade por mais tempo.

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]]>Por aqui temos tentado, pouco a pouco, começar a movimentação na nossa casa, de uma forma urgente e presente, para que essa conversa deixe de existir só nesse âmbito da fala, e vire ação e ensinamento para os nossos filhos. Uma das coisas mais práticas que fazemos para aproveitar qualquer descarte dos alimentos é o caldo de legumes. Durante a semana vou separando cascas, talos, caules, folhas, flores, sementes e outras partes, de tudo que vou preparando e que não aproveito na hora de cozinhar.
Esses restos vão ao freezer, caso eu demore muito tempo para juntar uma quantidade legal, mas quando a feira de sábado sai bem farta e cozinhamos muito, já deixo tudo pronto na geladeira mesmo. O caldo de legumes caseiro é saboroso, mas melhor ainda, além de ter nutrientes, ele é isento de sódio e substâncias químicas comuns nos caldos em tablete industrializados. Você pode armazenar em um vidro na geladeira por até três dias, e as receitas com ele são inúmeras, desde caldo para carnes de panela, a caldo para risoto, moquecas, sopas, caldo para fazer polenta e muito mais!
Não tem segredo, basta por os restos na panela, adicionar água e cozinhar a fogo baixo por uns 30 minutos. Vá misturando para incorporar tudo e de preferência coloque uma tampa na panela. Coe com uma peneira e passe pra uma garrafa de vidro. Aqui a tal garrafa é de polpa de tomate, porque a gente também pode aproveitar as embalagens!
Em pote esterilizado, o caldo de legumes dura até 3 dias na geladeira.
Fotos: Thamires Santiago
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Finais de semana na casa de uma irmã dela, mais uma cozinheira brilhante, onde os biscoitos de queijo saíam quentes do forno para minha mão! Bolos tradicionais (nada de chocolate ou coberturas), torta de morango, bacalhau português tradicional da nossa família… E a lista continua! O molho quatro queijos está no topo dessa longa lista. Minha mãe só fazia uma vez por ano, normalmente no aniversário dela, onde os amigos vinham até a nossa casa para um jantar.

Eu e Camila, ainda bem crianças, não aguentávamos até o final. Ao acordar a gente corria na geladeira, na esperança do molho quatro queijos ter sobrado, e dos grissinis também! Quando o potinho de molho nos aguardava, comíamos gelado mesmo, com o grissini amanhecido, e aquilo era dos deuses! Obviamente o molho fresco com macarrão era o ápice, mas guardo com mais carinho essa nossa ansiedade ao ir até a geladeira.
Segue então a receita da mamãe, sem tirar nem pôr! A única modificação que fiz, foi de acrescentar o creme de leite apenas ao final, porque o risco de talhar é alto, e eu já perdi alguns molhos assim. E quanto a escolha dos queijos, faça a sua! Eu amo misturar os sabores dos que estão na receita, mas já vi com catupiry, muçarela, emmental.
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Eis, então, que lhe apresento a minha versão nada italiana dessa maravilha! Troco o pinoli por qualquer castanha do meu agrado. Já usei e abusei de todas que encontrei: baru, castanha de caju, castanha do Pará, amêndoas, nozes… Eu gosto de variar, gosto de experimentar e mais ainda, eu gosto de ser prática e usar o que tenho na minha dispensa. Assim, você desapega de seguir receitas à risca, explora seu paladar e não gasta dinheiro com ingredientes que você não vai usar depois. O mais comum é substituir pela castanha do Pará, porque ela tem uma textura mais próxima ao pinoli.
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