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Doce de leite dando sopa na dispensa, o Bruno na hora falou pra fazer churros. Confesso que me deu preguiça, achava que dava trabalho, ia sujar tudo e já disse aqui que não amo fritura. Dei o braço a torcer, fui pesquisar e descobri que fazer churros é mole mole (tirando a parte de moldar eles, que o marido faz com um pé nas costas).
Eis que quebrei esse mito, fizemos churros pra um batalhão e chamamos os vizinhos pra fechar o domingo com aqueles palitinhos crocantes acompanhados de um doce de leite pra lá de cremoso.
churros
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INGREDIENTES
PREPARO

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]]>Este livro foi todo preparado para agilizar compras, armazenamento e execução na cozinha, e ainda, de acordo com a estação do ano! Dessa forma, além da economia na feira ao adquirir os produtos exatos da semana, você também passa a ter uma atuação mais sustentável e orgânica sabendo o que é de época e está bom de ir pra mesa. Sensacional, não é?! Folheando o livro me deparei com diversos preparos diferentes, novos formatos e muita ideia boa e simples de implementar no planejamento semanal. Você pode deixar de lado a maioria das receitas do livro, mas só de aprender a planejar melhor ele já vale o investimento! E no meio dessas receitas novas todas, me deparei com uma que encheu os olhos de curiosidade: “Jook”. Esta receita veio de uma das primeiras colaboradoras do portal e é basicamente um mingau de arroz. Eu que A-D-O- R-O um mingau e estou sempre ás voltas inovando com meu mingau de aveia, corri pra testar e ver a reação do marido, que considera o arroz a oitava maravilha do mundo.
Versátil, deliciosa, nutritiva e MUITO confortável! Esta versão da Merrill que leva gengibre e raiz forte traz versatilidade no corre da semana e é um super coringa se algo inesperado acontece e o jantar não fica pronto a tempo. A dica é: Faça logo no dia de preparo. Aqui em casa é o sábado, após a feira. A cozinha borbulha com cortes, panelas, travessas e todo o preparo que alimentar uma família demanda. Então, enquanto vou picando e organizando tudo, o arroz fica ali, quietinho se transformando em mingau, e quando pronto, coloco na geladeira e deixo pra decidir a cobertura quando for comer!
“Se você cozinha, sua família vai jantar reunida.
Se você cozinha, você terá naturalmente um lar mais sustentável.
Se você cozinha, você dará um exemplo a seus filhos por toda a vida.
Se você cozinha, você compreenderá melhor o que vai para a panela e comerá com mais saúde.
Se você cozinha, sua casa terá um lugar de destaque em sua vida.
Se você cozinha, você faz outras pessoas felizes.
Se você cozinha, as pessoas se lembrarão de você.
Amanda e Merrill”
Ao invés de água, use aquele belo caldo de legumes e torne seu prato ainda mais nutritivo!
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]]>O post Quem somos nós – Karoline Cruvinel apareceu primeiro em sunday slices.
]]>Eu sempre tive um desejo maluco de morar em outro país, viver em outra cultura. Mas, confesso que nunca havia pensado em morar na Itália ou aprender italiano. Acontece que tudo me levou a escolher vir para cá e hoje eu digo com 110% de certeza que não poderia ter sido melhor. Morar aqui foi além do âmbito profissional, é um constante intercâmbio cultural, histórico, pessoal e emocional. Peguei vários trejeitos italianos, como falar com as mãos e responder com expressões, como “Ow”, “Boh”. Pedir uma xícara de “cappuccio” no balcão do bar virou rotina. E fiquei mais apaixonada pela confeitaria do que nunca.
Neste quase um ano de Itália com meu marido e nosso cachorro, conheci muitas regiões, rodei muito de carro por aí aprendendo, vivendo e, principalmente, comendo o que é local. Comida aqui é coisa séria. Sabe aquela ideia de valorizar os produtos locais e a sazonalidade? Aqui existem siglas (definidas por lei) só para isso: D.O.P., I.G.P., T.G.P, km0. Eles falam sobre comida o tempo inteiro e estão sempre discutindo (calorosamente) sobre. Mas, o que mais me pegou foi o respeito ao alimento, ao tempo, à origem e as tradições, principalmente aquelas passadas de geração em geração, das receitas típicas das regiões às especiais de família. É próprio amor.
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]]>Minha primeira coluna aqui no site e eu tenho um monte de lugar legal para falar sobre, aqui em Dublin, na Irlanda, mas resolvi começar com uma boa (e coloca boa nisso) pizza! O PI abriu há poucos meses em uma localização super central da cidade, perto do Temple Bar e Grafton Street.

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O Temple Bar é uma área turística da cidade com alguns pubs antigos, outros nem tanto, mas super tradicional e que todo mundo que visita a cidade deve conhecer. A Grafton Street já é uma rua de compras bem no centro da cidade e que também vale a visita.
A verdade é que pizza, muito lugar faz, mas pizza boa dá pra contar nos dedos, né? Aqui em Dublin não é diferente. Essa foi a minha primeira vez no PI. Demorou um pouco para eu e o marido experimentarmos essa delícia, mas não por falta de vontade! Às vezes as pessoas fazem fila na porta esperando por uma mesa, já que eles não fazem reserva. Dessa vez tivemos sorte!
Eu pedi uma pizza de presunto, mussarela de búfala, tomate e rúcula. O Ronan pediu uma Margherita. Assada em um forno à lenha, a massa é leve, macia e no ponto. Os recheios são frescos e bem selecionados. Definitivamente as pizzas do PI estão entre as melhores que já experimentei. Já os preços, honestamente, não são muito atrativos. As pizzas, que são individuais, mas podem ser divididas dependendo da fome, variam entre €9,50 e €16.

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Eles também oferecem uma variedade de molhos feitos no próprio restaurante que são uma delícia. Curiosidade: aqui na Irlanda, eles comem pizza com um molhinho do lado. A maioria das vezes é um molho de alho, mas também pode ser homus, alho e manjericão, chipotle…
Outra coisa que nos chamou a atenção foi a quantidade de pizzas vegetarianas no cardápio (um mundo muito além da Margherita). E elas são a maioria! Apenas dois sabores incluíam algum tipo de carne. Então, se você é vegetariano, ama uma boa pizza, o PI é uma excelente opção.
PI: 10, Castle House, George’s Street, Dublin 2
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]]>Capital da Dinamarca, Copenhague era para mim mais um pontinho no mapa. Eu não conhecia muito sobre o país, menos ainda sobre a cidade, que fazia eco na minha cabecinha à marca de chocolate vendida no Brasil.
Eis que decidimos passar quatro dias no berço da cultura nórdica e tudo mudou. Descobri que eles ainda têm rainha no governo, que o frio pode ser aconchegante sim e que o passado dos vikings que criaram a cidade deu lugar à tecnologia de ponta e à arquitetura sustentável. Que a maioria da população se locomove em bicicleta faça frio ou faça mais frio. E isso é apenas a pontinha do iceberg.

Para mim, Copenhague evoca : o design escandinavo, a organização coletiva impressionante baseada em muito civismo e, recentemente, o pivô da revolução gastronômica da cozinha escandinava. A Netflix começou a falar um pouco disso, em vários programas, e isso me chamou bastante a atenção. Porquê?
Aqui a razão: desde sempre, o europeu (do sul principalmente) repetia com muita arrogância que os nórdicos não tinham uma verdadeira cultura gastronômica. Isso foi até que gente como um rapaz dinamarquês chamado René Redzepi resolveu criar o que virou o “melhor restaurante do MUNDO”, o Noma. Ele e tantos outros nórdicos, como o Fäviken na Suécia, se jogaram na cozinha criativa refinada, respeitando sazonalidades e primando a qualidade dos ingredientes locais, isso tudo antes da modinha de hoje.
Aliás, os dinamarqueses, suecos e noruegueses se consagraram como precursores dessa tendência graças à algumas estrelas Michelin conquistadas com trabalho duro e a outras tantas sacadas de marketing (tipo, justamente figurar em documentários aclamados do Netflix como Chef’s Table).
Tudo isso para dizer que, ao chegar no aeroporto Kastrup, eu já estava salivando. Lendo um pouco antes sobre esse povo tão organizado e respeitador de regras eu decidi reservar meus restaurantes com antecedência – fiz bem e recomendo.
E eu já sabia que tinha que testar três coisas: frutos do mar (estando num país com 406 ilhas, parecia lógico), gastronomia tradicional e uma belezinha um tanto quanto menosprezada: o famoso cachorro-quente local. Tudo isso visitando a cidade em cima de uma bike alugada.
Logo no primeiro dia de visitas dei um jeitinho de passar perto de uma barraquinha de Pølsemand, o nome deles para o nosso “dogão”. Pesquisei antes qual seria o melhor e acabei encontrando na internet o site do DøP, abreviação de den økologiske Pølsemand, algo que em português soaria literalmente como “o cachorro-quente orgânico”. Ele é todo hipster e fofinho, do lado da torre redonda (Rundetårn), um observatório astronômico muito antigo e que vale a pena demais visitar.

Aparentemente o cachorro-quente é “o” prato típico mais famoso da Dinamarca (oi, é prato?). Estranho de entender, mas bem gostoso. O tradicional vem com salsicha de porco assada, cebolas frescas, cebolas fritas (!), picles, ketchup, maionese e o segredo dinamarquês: a “remoulade” – molho à base de maionese, creme de leite, picles, alcaparras, limão, mostarda e tantas outras coisas que eu não saberia enumerar. Definitivamente, a melhor opção de almoço num país caríssimo e que de quebra faz parte do patrimônio cultural.
Vale lembrar que no DøP eles têm opções veganas e também sem lactose.
Pedimos logo dois assim que chegou a nossa vez na fila que pegamos. As salsichas fumegantes foram a boa pedida para o clima geladinho. A única coisa negativa é que o cheiro de cebola fica com você o resto do seu dia. Ossos do oficio, fazer o quê …
(continua…)

DøP : Amagertorv 31, 1160 København, Danemark
Site: DEN ØKOLOGISKE PØLSEMAND
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]]>O post São Paulo – MEATS apareceu primeiro em sunday slices.
]]>Passei quase 10 dias e conheci muito lugar bacana, cheio de personalidade, uns mais gourmets, outros mais “pé sujo”, porém igualmente bons. Um desses lugares, que se encaixa mais na primeira categoria – dos gourmet-hipster – é o MEATS, que ganhou em 2017, o prêmio de melhor hambúrguer gourmet da cidade pela revista Veja “Comer & Beber”. Conheci assim por acaso, em um dia de ressaca, morta de fome e procurando algo para comer às três da tarde de um sábado chuvoso. De cara, não quis seguir a sugestão dos amigos, porque eu não como carne vermelha e nem frango, e dificilmente um restaurante com o nome “meats” (carnes, em inglês), supriria minhas necessidades de uma comida pesada para matar o que estava me matando.

Porém, me enganei, felizmente! No Meats, eles têm um dos melhores hambúrgueres vegetarianos que já comi. O chef, Paulo Yoller, de forma muito sagaz, criou essa receita de hambúrguer de falafel (amo/sou) com molho tahine, picles e tomates-caqui e cebola caramelizada que é de comer rezando. Obrigada, Paulo. Meu paladar é muito afeito aos sabores agridoce e só de saber que era essa a receita – a combinação do falafel, que é bem temperado, salgadinho, com a cebola caramelizada- fui convencida de antemão a tirar a câmera da bolsa e fazer as fotos para trazer essa dica pra vocês aqui.

Meus amigos carnívoros saíram também extremamente satisfeitos, hambúrgueres feitos no ponto exato pedido pelo cliente, molhos saborosos e além de tudo, acompanhamentos como onion rings (anéis de cebola empanados) tamanho família e batatas fritas com ovo frito e pastrami – que é uma carne bovina ou suína curada e muito temperada. É de babar, meus amigos. E para fechar a tarde com chave de ouro e poder voltar pra casa e tirar aquela soneca dos deuses: pudim da casa! Não preciso dizer mais nada, né? Apenas pudim.

Fotos: Luísa Dalé
Rua dos Pinheiros, 320 – Pinheiros, São Paulo – SP
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Um dos restaurantes mais movimentados do mercado é o Padella – na minha opinião, o lugar ideal para comer massa fresca em Londres. Criado pela dupla de chefs Tim Siadatan e Jordan Freida com uma proposta mais casual, o Padella oferece um menu simples, combinando tradição italiana e produtos britânicos de qualidade. A massa é feita diariamente – quem passa pela porta do Padella antes do meio dia pode assistir à equipe preparando e cortando a massa.

Como o restaurante não oferece reserva antecipada e abre sempre ao meio dia, forma-se uma fila do lado de fora. Então, o ideal é chegar 11h30 e pegar seu lugar na fila para garantir uma mesa. Uma recepcionista é responsável por organizar a fila, receber e acomodar os clientes nas mesas. O serviço do restaurante é cortês e dinâmico e o ambiente descontraído, com um ar meio industrial e música agitada ao fundo.
O cardápio é pequeno e sazonal, com no máximo 20 itens, da entrada à sobremesa. A parte de bebidas tem boas opções de drinks, vinhos e café. E os preços são bem honestos, considerando a qualidade da comida. Neste dia fui com uma amiga que também gosta muito de massa e aproveitamos para pedir entrada e sobremesa. De antepasto, pedimos a burrata e o pão artesanal, servidos com azeite, sal e pimenta. Simples, leve e uma delícia. Para beber, além de água, que é oferecida à vontade, cada uma pediu uma taça de vinho italiano.

Comer sopas e caldos quentes nesses dias frios tem sido uma ótima ideia. Por isso, eu fui no prato do dia, que era um tortellini de pato in brodo. Massa leve e recheio marcante, com um caldo super saboroso feito de frango e legumes, finalizado com azeite cítrico e folhas frescas de sálvia. Amei a combinação. Minha amiga pediu um paperdelle ao ragu de carne. A massa perfeita e o molho saborosíssimo, cremoso e leve ao mesmo tempo. Para finalizar pedimos um sorvete de caramelo salgado para sobremesa e um cafezinho.

O que mais gosto na comida do Padella é o equilíbrio de sabores. Já estive lá outras vezes e sempre fico admirada com isso, pois requer muita experiência e cuidado para construir sabores que sejam balanceados, sem excesso nem falta de sal, acidez e doçura no ponto certo… No Padella eles fazem esse trabalho com maestria.
Fotos: Leiliane Valadares
Padella – Borough Market
6 Southwark Street
Londres SE1 1TQ
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]]>Procurando pela Internet, encontramos o Antica Moka na saída da cidade. O restaurante está em um casarão antigo, com diversas salas, todas mantendo um clima aconchegante, como estar na casa da “Nonna”. Éramos cinco pessoas e pedimos dois menus degustação (60€ cada), um menu degustação marinho (65€) e dois pratos a la carte.
O restaurante é tão incrível que ficamos surpresos com todos os pratos que vieram. Logo de início eles trouxeram mimos de boas vindas: sopa verde com cogumelo, arroz negro para as vegetarianas da mesa e bolinhos fritos de jamón. Depois de abrir nosso apetite, chegaram duas tábuas de pães diversos com azeite de oliva da região. A sucessão de pratos do menu (5 pratos + sobremesa) foi impecável, com direito a vieiras grelhadas, risoto de camarão, carne de porco cozida em baixa temperatura com azeite balsâmico, tagliatelle de ragu, atum selado e arroz negro, entre muitos outros.

O destaque da noite foi o prato a la carte que minha mãe pediu: risoto de morangos com menta (18€). Na hora que ela escolheu, todos ficamos um pouco receosos, mas mal sabíamos como o prato nos surpreenderia! Até o fim da viagem esse continuou sendo o prato preferido! Antes de chegarem as sobremesas, nos ofereceram um “pré dessert”, para mudar nosso paladar para os próximos pratos. No final, com a conta, eles ainda trouxeram uma linda taça repleta de suspiros caseiros, totalizando em 10 pratos diferentes que provamos na noite!
Com direito a visita da chef, Anna Maria Barbieri, terminamos a noite maravilhados com o atendimento, com o local e obviamente com a comida impecável que eles servem. Uma linda releitura da comida caseira, apresentada de maneira refinada, com muito sabor e matérias primas de extrema qualidade.

Fotos: Fábio Estelita
Antica Moka: Via Emilia Est, 1496, 41126 Modena MO, Itália
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]]>Cafés
A MON Coffee é uma micro torrefação lá de Pirenópolis, quem ama cafés e não conhece vai adorar! O AHA Cafés também é uma micro torrefação, mas além de levar grão torrados aqui mesmo em Brasília, tem vários apetrechos para os amantes de café: filtros, prensas e outros. No Cività, você vai ficar perdido, porque eles têm produções de vários produtos artesanais incríveis (geleias, bolos, tortas…), feitos pelo chef da casa, o Mateus Agrelli. Se for lá, tente ir no almoço para aproveitar um menu maravilhoso!
AHA Cafés MON Coffee Cività Cafés Especiais

Queijos e outros
O Realejo é um restaurante francês, que vende patês e outros! É, sem sobra de dúvidas, uma das melhores coalhadas que já comi na vida! A fazenda de cabras Cabríssima conta com uma variedade de produtos derivados do leite de cabra, feitos com muito amor por um casal querido. Você pode comprar boursin, queijo fresco, pão de queijo e até ambrosia de leite de cabra. E se você é vegano e estava se sentindo de fora, a gente também pensou nisso! A Wanna Brie tem uma variedade maravilhosa de queijos para presentear e receber os que você ama.
O Realejo Cabríssima Wanna Brie Queijos Vivos (vegan)

Chocolates
Se você é fã de chocolate, precisa conhecer essas marcas locais! A La Barr é a primeira empresa bean to bar de Brasília. Os chocolates além de deliciosos, são cuidadosamente feitos por um casal que ama muito o que faz! Quem quiser saber mais, fiz um post sobre eles há um tempo. A Chef Thais Marega faz um trabalho apaixonante! Os chocolates são artísticos, coloridos e tem uma pegada única. Formatos diferentes, cores, splashes, uma estética muito surpreendente. A gente até esquece que são chocolates. Ela tem disponível barras natalinas que são presentes maravilhosos! E temos também a Tutti Truffa, com vários recheios diferentes para os amantes de trufa não conseguirem escolher!
La Barr Thais Marega Tutti Truffa

Kombuchas
Sou uma super consumidora dessa bebida probiótica, e justamente por ela ser tão benéfica, é um prazer imenso ter opções locais para que a gente a consuma. Essas três marcas são deliciosas, não vou nem falar de cada uma, porque vale a pena não só dar de presente, como se dar de presente e ir conhecendo! Ah, a Maíra do Tampopo, além de kombucha, produz outros fermentados deliciosos! Vale a pena provar a mostarda e colocar na sua cesta de natal.

Bebidas
Se o seu amigo oculto gosta de fazer drinks, a Casa Elétrica é uma ótima opção! Eles tem um xarope de gengibre maravilhoso, e uma opção infusionada em hibisco. A Fórmula do Leiteiro e a Le Verde são uma opção maravilhosa de leites vegetais. Cada um do seu jeito, mas os dois feitos com muito cuidado e carinho.
Casa Elétrica A fórmula do leiteiro Le Verde

Outros
A Yuumm produz doces de frutas maravilhosos, de leite, pimentas em conserva, cogumelos, temperos sem conservantes! Uma opção para os amantes de carne é a Goyas: eles têm peças defumadas por eles. E a Tomatino da Nonna com molhos e nhoques feitos com amor pela vovó.

A Teresa produz geleias artesanais de diversos sabores. Na Rancho Cuisine, você vai encontrar uma comida rústica e aconchegante. São várias linhas de produtos: bolos, cookies, biscoitinhos. E por falar em biscoitos, os cookies da Little Bite são além de muito maravilhosos, uma delícia. Eles fizeram vários desenhos lindos pro Natal.
Teresa Thomaz Rancho Cuisine Little Bite Cookies

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