WordPress database error: [Table 'sunday93_autoral.wp_stqy_ppress_plans' doesn't exist]
SELECT COUNT(id) FROM wp_stqy_ppress_plans WHERE status = 'true'


Notice: Function _load_textdomain_just_in_time was called incorrectly. Translation loading for the wp-user-avatar domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home2/sunday93/public_html/autoral/wp-includes/functions.php on line 6131

Notice: A função _load_textdomain_just_in_time foi chamada incorretamente. O carregamento da tradução para o domínio soledad foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home2/sunday93/public_html/autoral/wp-includes/functions.php on line 6131

Erro no banco de dados do WordPress: [Table 'sunday93_autoral.wp_stqy_ppress_meta_data' doesn't exist]
SELECT * FROM wp_stqy_ppress_meta_data WHERE meta_key = 'content_restrict_data'


Warning: Cannot modify header information - headers already sent by (output started at /home2/sunday93/public_html/autoral/wp-includes/class-wpdb.php:1861) in /home2/sunday93/public_html/autoral/wp-includes/feed-rss2.php on line 8
Uncategorized Archives - sunday slices https://autoral.sundayslices.com/category/uncategorized/ Fotografia de comida, por Thamires Santiago Thu, 14 Mar 2019 17:43:47 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 churros https://autoral.sundayslices.com/churros/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=churros Thu, 14 Mar 2019 17:34:20 +0000 http://autoral.sundayslices.com/?p=4836 Tem tempo que a gente não faz uma receita bem açucarada. Esses dias fui ao mercado e o doce de leite estava na promoção, apesar de não ser a maior…

O post churros apareceu primeiro em sunday slices.

]]>
Tem tempo que a gente não faz uma receita bem açucarada. Esses dias fui ao mercado e o doce de leite estava na promoção, apesar de não ser a maior fã, essa marca em especial eu acho delícia. O restante das formigas que moram na minha casa amam, então nem pensei demais.

Doce de leite dando sopa na dispensa, o Bruno na hora falou pra fazer churros. Confesso que me deu preguiça, achava que dava trabalho, ia sujar tudo e já disse aqui que não amo fritura. Dei o braço a torcer, fui pesquisar e descobri que fazer churros é mole mole (tirando a parte de moldar eles, que o marido faz com um pé nas costas).

Eis que quebrei esse mito, fizemos churros pra um batalhão e chamamos os vizinhos pra fechar o domingo com aqueles palitinhos crocantes acompanhados de um doce de leite pra lá de cremoso.

churros

Imprimir
Serve: 60 churros de 12cm Tempo de preparo: Tempo de cozimento:

INGREDIENTES

  • 2 xíc. de água
  • 2 col. de sopa de manteiga ou margarina
  • 1 pitada de sal
  • 2 + 1/2 xíc. de farinha de trigo
  • óleo pra fritar
  • 1 col. de sopa de açúcar
  • 3 col. de chá de canela
  • doce de leite ou nutella pra servir

PREPARO

  1. Em uma panela coloque a água, o sal e a manteiga, misture até derreter;
  2. Quando a mistura ferver, desligue o fogo e acrescente a farinha;
  3. Misture até que a massa fique lisa e desgrude do fundo;
  4. Em um prato misture a canela e o açúcar;
  5. Encha uma panela com óleo e aqueça pra fritar;
  6. Molde os churros com a ajuda de um bico de confeiteiro;
  7. Frite eles em fogo médio até que dourem;
  8. Retire da panela e empane eles na mistura de açúcar com canela;
  9. Sirva com o acompanhamento da sua preferência.

O post churros apareceu primeiro em sunday slices.

]]>
Menu pra semana https://autoral.sundayslices.com/menu-pra-semana/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=menu-pra-semana Tue, 15 Jan 2019 11:49:33 +0000 http://autoral.sundayslices.com/?p=4595 Planejar! Planejar sempre! Esta tem sido a regra aqui em casa quando o assunto é a cozinha. E que bom é organizar a nossa saúde alimentar. O cotidiano fica mais…

O post Menu pra semana apareceu primeiro em sunday slices.

]]>
Planejar! Planejar sempre! Esta tem sido a regra aqui em casa quando o assunto é a cozinha. E que bom é organizar a nossa saúde alimentar. O cotidiano fica mais leve, mais fácil e rápido e nossa comida fica deliciosa e nutritiva! Não sei você, mas eu adoro organizar listas de tarefas e depois ir executando e limpando a lista, a sensação de missão cumprida é super divertida! Uma ajuda ótima no planejamento do cotidiano são os livros. Existem vários que abordam o assunto e trazem boas ideias, seja de planejamento ou de receitas rápidas e fáceis. E foi considerando isso que o livro “Menu para a semana” chegou aqui em casa já fazendo um super sucesso. Amanda Hessil e Merrill Stubbs são referência quando o assunto é comida. Elas são editoras do FOOD52, uma comunidade online gastronômica que traz o pensar e a alegria pra cozinha, com receitas, vídeos, ideias e produtos que enfatizam a importância da comida de verdade e de se cozinhar com alegria.

Este livro foi todo preparado para agilizar compras, armazenamento e execução na cozinha, e ainda, de acordo com a estação do ano! Dessa forma, além da economia na feira ao adquirir os produtos exatos da semana, você também passa a ter uma atuação mais sustentável e orgânica sabendo o que é de época e está bom de ir pra mesa. Sensacional, não é?! Folheando o livro me deparei com diversos preparos diferentes, novos formatos e muita ideia boa e simples de implementar no planejamento semanal. Você pode deixar de lado a maioria das receitas do livro, mas só de aprender a planejar melhor ele já vale o investimento! E no meio dessas receitas novas todas, me deparei com uma que encheu os olhos de curiosidade: “Jook”. Esta receita veio de uma das primeiras colaboradoras do portal e é basicamente um mingau de arroz. Eu que A-D-O- R-O um mingau e estou sempre ás voltas inovando com meu mingau de aveia, corri pra testar e ver a reação do marido, que considera o arroz a oitava maravilha do mundo.

Versátil, deliciosa, nutritiva e MUITO confortável! Esta versão da Merrill que leva gengibre e raiz forte traz versatilidade no corre da semana e é um super coringa se algo inesperado acontece e o jantar não fica pronto a tempo. A dica é: Faça logo no dia de preparo. Aqui em casa é o sábado, após a feira. A cozinha borbulha com cortes, panelas, travessas e todo o preparo que alimentar uma família demanda. Então, enquanto vou picando e organizando tudo, o arroz fica ali, quietinho se transformando em mingau, e quando pronto, coloco na geladeira e deixo pra decidir a cobertura quando for comer!

“Se você cozinha, sua família vai jantar reunida.

Se você cozinha, você terá naturalmente um lar mais sustentável.

Se você cozinha, você dará um exemplo a seus filhos por toda a vida.

Se você cozinha, você compreenderá melhor o que vai para a panela e comerá com mais saúde.

Se você cozinha, sua casa terá um lugar de destaque em sua vida.

Se você cozinha, você faz outras pessoas felizes.

Se você cozinha, as pessoas se lembrarão de você.

Amanda e Merrill”

Jook

Imprimir
Serve: 4 Tempo de preparo: Tempo de cozimento:

INGREDIENTES

  • 12 xíc. de água (cerca de 2,8 litros)
  • 2 xíc. (370 g) de arroz basmati ou jasmim
  • 1 pedaço grande de gengibre descascado (5cm)
  • 2 rodelas pequenas de raiz forte (como nem sempre é fácil achar, este item se
  • torna opcional, aí só carregar um pouco mais no gengibre ou utilizar açafrão da
  • terra)
  • 900g de ossos crus de frango ou porco (opcional)
  • 1 colher de chá de sal

PREPARO

  1. Junte todos os ingredientes em uma panela grande. Coloque para ferver, abaixe o fogo e deixe cozinhar sem tampa por cerca de 90 minutos. Mexa de vez em quando, adicionando mais água se necessário. Deve ficar parecendo um mingau.
  2. Remova e descarte os ossos, a raiz forte e o gengibre. Deixe esfriar e guarde na geladeira por até 5 dias.
  3. O Jook estará pronto quando o arroz estiver cozido a ponto de quase se desfazer, mas a consistência final quem decide é você.
  4. No dia que for comer, esquente por cerca de 10 minutos, e caso ache necessário adicione mais água.
  5. Na hora de servir, use a imaginação para a cobertura! Cebolas caramelizadas, tomate confit, espinafre, ovo estalado, carne desfiada… Escolha o que te faz feliz!

 

NOTAS

Ao invés de água, use aquele belo caldo de legumes e torne seu prato ainda mais nutritivo!

O post Menu pra semana apareceu primeiro em sunday slices.

]]>
Quem somos nós – Karoline Cruvinel https://autoral.sundayslices.com/quem-somos-nos-karoline-cruvinel/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=quem-somos-nos-karoline-cruvinel Mon, 14 Jan 2019 12:36:01 +0000 http://autoral.sundayslices.com/?p=4519 Eu sou apaixonada por comida. É meu assunto favorito. Seja quando estou viajando e no topo da minha lista está: ir ao mercado local e provar os doces típicos, seja…

O post Quem somos nós – Karoline Cruvinel apareceu primeiro em sunday slices.

]]>
Eu sou apaixonada por comida. É meu assunto favorito. Seja quando estou viajando e no topo da minha lista está: ir ao mercado local e provar os doces típicos, seja na rotina de casa organizando o cardápio da semana, seja colecionando livros de confeitaria ou até perdendo tempo assistindo realities de gastronomia. Amo tanto a cozinha que não é à toa que eu escolhi trabalhar dentro de uma. Isso me fez ter um olhar mais técnico e ser bem exigente – o que não significa que sou chata, viu? Eu amo brigadeiro, mas odeio aqueles bolos “vulcão” ou taças lambuzadas de Nutella. Eu raramente peço sobremesa em restaurante. Muito difícil, mesmo. A real é que eu tenho trauma de comer sobremesa ruim e principalmente, pagar para comer mau.

Eu sempre tive um desejo maluco de morar em outro país, viver em outra cultura. Mas, confesso que nunca havia pensado em morar na Itália ou aprender italiano. Acontece que tudo me levou a escolher vir para cá e hoje eu digo com 110% de certeza que não poderia ter sido melhor. Morar aqui foi além do âmbito profissional, é um constante intercâmbio cultural, histórico, pessoal e emocional. Peguei vários trejeitos italianos, como falar com as mãos e responder com expressões, como “Ow”, “Boh”. Pedir uma xícara de “cappuccio” no balcão do bar virou rotina. E fiquei mais apaixonada pela confeitaria do que nunca.

Neste quase um ano de Itália com meu marido e nosso cachorro, conheci muitas regiões, rodei muito de carro por aí aprendendo, vivendo e, principalmente, comendo o que é local. Comida aqui é coisa séria. Sabe aquela ideia de valorizar os produtos locais e a sazonalidade? Aqui existem siglas (definidas por lei) só para isso: D.O.P., I.G.P., T.G.P, km0. Eles falam sobre comida o tempo inteiro e estão sempre discutindo (calorosamente) sobre. Mas, o que mais me pegou foi o respeito ao alimento, ao tempo, à origem e as tradições, principalmente aquelas passadas de geração em geração, das receitas típicas das regiões às especiais de família. É próprio amor.

O post Quem somos nós – Karoline Cruvinel apareceu primeiro em sunday slices.

]]>
Pi Pizza – Dublin https://autoral.sundayslices.com/pi-pizza-dublin/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=pi-pizza-dublin Thu, 10 Jan 2019 11:54:39 +0000 http://autoral.sundayslices.com/?p=4127 Bom mesmo é quando tudo acaba, no caso aqui começa, em pizza! Minha primeira coluna aqui no site e eu tenho um monte de lugar legal para falar sobre, aqui…

O post Pi Pizza – Dublin apareceu primeiro em sunday slices.

]]>
Bom mesmo é quando tudo acaba, no caso aqui começa, em pizza!

Minha primeira coluna aqui no site e eu tenho um monte de lugar legal para falar sobre, aqui em Dublin, na Irlanda, mas resolvi começar com uma boa (e coloca boa nisso) pizza! O PI abriu há poucos meses em uma localização super central da cidade, perto do Temple Bar e Grafton Street.

dav

O Temple Bar é uma área turística da cidade com alguns pubs antigos, outros nem tanto, mas super tradicional e que todo mundo que visita a cidade deve conhecer. A Grafton Street já é uma rua de compras bem no centro da cidade e que também vale a visita.

A verdade é que pizza, muito lugar faz, mas pizza boa dá pra contar nos dedos, né? Aqui em Dublin não é diferente. Essa foi a minha primeira vez no PI. Demorou um pouco para eu e o marido experimentarmos essa delícia, mas não por falta de vontade! Às vezes as pessoas fazem fila na porta esperando por uma mesa, já que eles não fazem reserva. Dessa vez tivemos sorte!

Eu pedi uma pizza de presunto, mussarela de búfala, tomate e rúcula. O Ronan pediu uma Margherita. Assada em um forno à lenha, a massa é leve, macia e no ponto. Os recheios são frescos e bem selecionados. Definitivamente as pizzas do PI estão entre as melhores que já experimentei. Já os preços, honestamente, não são muito atrativos. As pizzas, que são individuais, mas podem ser divididas dependendo da fome, variam entre €9,50 e €16.

mde

Eles também oferecem uma variedade de molhos feitos no próprio restaurante que são uma delícia. Curiosidade: aqui na Irlanda, eles comem pizza com um molhinho do lado. A maioria das vezes é um molho de alho, mas também pode ser homus, alho e manjericão, chipotle…

Outra coisa que nos chamou a atenção foi a quantidade de pizzas vegetarianas no cardápio (um mundo muito além da Margherita). E elas são a maioria! Apenas dois sabores incluíam algum tipo de carne. Então, se você é vegetariano, ama uma boa pizza, o PI é uma excelente opção.

PI: 10, Castle House, George’s Street, Dublin 2

O post Pi Pizza – Dublin apareceu primeiro em sunday slices.

]]>
Copenhague – PARTE I https://autoral.sundayslices.com/copenhague-parte-i/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=copenhague-parte-i Mon, 07 Jan 2019 11:11:29 +0000 http://autoral.sundayslices.com/?p=4205 Copenhague: vikings, cachorro-quente e bicicleta Capital da Dinamarca, Copenhague era para mim mais um pontinho no mapa. Eu não conhecia muito sobre o país, menos ainda sobre a cidade, que…

O post Copenhague – PARTE I apareceu primeiro em sunday slices.

]]>
Copenhague: vikings, cachorro-quente e bicicleta

Capital da Dinamarca, Copenhague era para mim mais um pontinho no mapa. Eu não conhecia muito sobre o país, menos ainda sobre a cidade, que fazia eco na minha cabecinha à marca de chocolate vendida no Brasil.

Eis que decidimos passar quatro dias no berço da cultura nórdica e tudo mudou. Descobri que eles ainda têm rainha no governo, que o frio pode ser aconchegante sim e que o passado dos vikings que criaram a cidade deu lugar à tecnologia de ponta e à arquitetura sustentável. Que a maioria da população se locomove em bicicleta faça frio ou faça mais frio. E isso é apenas a pontinha do iceberg.

Para mim, Copenhague evoca : o design escandinavo, a organização coletiva impressionante baseada em muito civismo e, recentemente, o pivô da revolução gastronômica da cozinha escandinava. A Netflix começou a falar um pouco disso, em vários programas, e isso me chamou bastante a atenção. Porquê?

Aqui a razão: desde sempre, o europeu (do sul principalmente) repetia com muita arrogância que os nórdicos não tinham uma verdadeira cultura gastronômica. Isso foi até que gente como um rapaz dinamarquês chamado René Redzepi resolveu criar o que virou o “melhor restaurante do MUNDO”, o Noma. Ele e tantos outros nórdicos, como o Fäviken na Suécia, se jogaram na cozinha criativa refinada, respeitando sazonalidades e primando a qualidade dos ingredientes locais, isso tudo antes da modinha de hoje.

Aliás, os dinamarqueses, suecos e noruegueses se consagraram como precursores dessa tendência graças à algumas estrelas Michelin conquistadas com trabalho duro e a outras tantas sacadas de marketing (tipo, justamente figurar em documentários aclamados do Netflix como Chef’s Table).

Tudo isso para dizer que, ao chegar no aeroporto Kastrup, eu já estava salivando. Lendo um pouco antes sobre esse povo tão organizado e respeitador de regras eu decidi reservar meus restaurantes com antecedência – fiz bem e recomendo.
E eu já sabia que tinha que testar três coisas: frutos do mar (estando num país com 406 ilhas, parecia lógico), gastronomia tradicional e uma belezinha um tanto quanto menosprezada: o famoso cachorro-quente local. Tudo isso visitando a cidade em cima de uma bike alugada.

Logo no primeiro dia de visitas dei um jeitinho de passar perto de uma barraquinha de Pølsemand, o nome deles para o nosso “dogão”. Pesquisei antes qual seria o melhor e acabei encontrando na internet o site do DøP, abreviação de den økologiske Pølsemand, algo que em português soaria literalmente como “o cachorro-quente orgânico”. Ele é todo hipster e fofinho, do lado da torre redonda (Rundetårn), um observatório astronômico muito antigo e que vale a pena demais visitar.

Aparentemente o cachorro-quente é “o” prato típico mais famoso da Dinamarca (oi, é prato?). Estranho de entender, mas bem gostoso. O tradicional vem com salsicha de porco assada, cebolas frescas, cebolas fritas (!), picles, ketchup, maionese e o segredo dinamarquês: a “remoulade” – molho à base de maionese, creme de leite, picles, alcaparras, limão, mostarda e tantas outras coisas que eu não saberia enumerar.  Definitivamente, a melhor opção de almoço num país caríssimo e que de quebra faz parte do patrimônio cultural.

Vale lembrar que no DøP eles têm opções veganas e também sem lactose.

Pedimos logo dois assim que chegou a nossa vez na fila que pegamos. As salsichas fumegantes foram a boa pedida para o clima geladinho. A única coisa negativa é que o cheiro de cebola fica com você o resto do seu dia. Ossos do oficio, fazer o quê …

(continua…)

DøP : Amagertorv 31, 1160 København, Danemark
Site: DEN ØKOLOGISKE PØLSEMAND

O post Copenhague – PARTE I apareceu primeiro em sunday slices.

]]>
São Paulo – MEATS https://autoral.sundayslices.com/sao-paulo-meats/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=sao-paulo-meats Thu, 03 Jan 2019 09:52:23 +0000 http://autoral.sundayslices.com/?p=4118       No mês passado, fiz uma viagem a São Paulo, a trabalho, e fiquei particularmente animada porque, depois de dois anos fora do Brasil, comer nossa comida e…

O post São Paulo – MEATS apareceu primeiro em sunday slices.

]]>
      No mês passado, fiz uma viagem a São Paulo, a trabalho, e fiquei particularmente animada porque, depois de dois anos fora do Brasil, comer nossa comida e comer em São Paulo, especialmente, significa vir à tona muita memória afetiva, paulista que sou.

Passei quase 10 dias e conheci muito lugar bacana, cheio de personalidade, uns mais gourmets, outros mais “pé sujo”, porém igualmente bons. Um desses lugares, que se encaixa mais na primeira categoria – dos gourmet-hipster – é o MEATS, que ganhou em 2017, o prêmio de melhor hambúrguer gourmet da cidade pela revista Veja “Comer & Beber”. Conheci assim por acaso, em um dia de ressaca, morta de fome e procurando algo para comer às três da tarde de um sábado chuvoso. De cara, não quis seguir a sugestão dos amigos, porque eu não como carne vermelha e nem frango, e dificilmente um restaurante com o nome “meats” (carnes, em inglês), supriria minhas necessidades de uma comida pesada para matar o que estava me matando.

Porém, me enganei, felizmente! No Meats, eles têm um dos melhores hambúrgueres vegetarianos que já comi. O chef, Paulo Yoller, de forma muito sagaz, criou essa receita de hambúrguer de falafel (amo/sou) com molho tahine, picles e tomates-caqui e cebola caramelizada que é de comer rezando. Obrigada, Paulo. Meu paladar é muito afeito aos sabores agridoce e só de saber que era essa a receita – a combinação do falafel, que é bem temperado, salgadinho, com a cebola caramelizada-  fui convencida de antemão a tirar a câmera da bolsa e fazer as fotos para trazer essa dica pra vocês aqui.

Meus amigos carnívoros saíram também extremamente satisfeitos, hambúrgueres feitos no ponto exato pedido pelo cliente, molhos saborosos e além de tudo, acompanhamentos como onion rings (anéis de cebola empanados) tamanho família e batatas fritas com ovo frito e pastrami – que é uma carne bovina ou suína curada e muito temperada. É de babar, meus amigos. E para fechar a tarde com chave de ouro e poder voltar pra casa e tirar aquela soneca dos deuses: pudim da casa! Não preciso dizer mais nada, né? Apenas pudim.

Fotos: Luísa Dalé

Rua dos Pinheiros, 320 – Pinheiros, São Paulo – SP

O post São Paulo – MEATS apareceu primeiro em sunday slices.

]]>
Por um natal com mais panetone. De verdade! https://autoral.sundayslices.com/por-um-natal-com-mais-panettone-de-verdade/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=por-um-natal-com-mais-panettone-de-verdade Sat, 22 Dec 2018 19:42:15 +0000 http://autoral.sundayslices.com/?p=4448 Ah… Panetone. Amo. Sempre amei. Esse produto, que em todo final de ano leva as pessoas a discussões acaloradas de preferências, tem quem goste e tem quem deteste. Com fruta…

O post Por um natal com mais panetone. De verdade! apareceu primeiro em sunday slices.

]]>
Ah… Panetone. Amo. Sempre amei. Esse produto, que em todo final de ano leva as pessoas a discussões acaloradas de preferências, tem quem goste e tem quem deteste. Com fruta cristalizada ou com gotas de chocolate? Com ou sem uva passa? Recheado? Esse texto pode ser meio polêmico… mas a questão é: você sabe como realmente deve ser um panetone?
De origem italiana no século XV, mais precisamente em Milão, o “Pan di Toni” é um símbolo para os italianos. Popularizado no final do século XIX, a tradição natalina se mantém forte até hoje, com competições e uma feira enorme que acontece todo ano em novembro, em Milão, onde os melhores chefs expõem e vendem os melhores panetones da Itália. O sucesso aqui é tanto que a moda mais recente é fazê-los “fora de estação”: no verão servido com gelato e frutas frescas e no outono com recheio de marrom-glacê, mel e especiarias. Mas é no Natal que ele reina, seja clássico com cobertura de amêndoas, recheado de gianduia ou de cremino de pistache ou diferentão com licor de café e limoncello. O impasto tem uma cor amarela bem característica, pela quantidade enorme de manteiga e gemas que a massa leva. Também é uma massa super “molenga” com alta hidratação. Os alvéolos são alongados e podem ser disformes, a graça é essa.
Tudo isso que estou falando diz respeito ao panetone clássico artesanal, o realizado sem corantes ou conservantes industriais, feito com fermentação 100% natural e muita, mas muita complexidade. Sim, o panetone tradicional é o produto mais complexo da panificação pois envolve muita técnica e tempo. São no total três dias de produção, entre fazer o primeiro impasto e estar pronto para ser degustado. São praticamente dois dias de fermentação em três etapas diferentes. Depende da temperatura, do manuseio, dos ingredientes, da farinha, da textura. Ou seja, é muito trabalhoso e merece ser respeitado. O meu antigo chef, onde eu trabalhava, ficou em 1º lugar em uma competição super importante este ano. Foi bem legal poder ter ajudado no processo de produção e eu passei a olhar de outra forma para o panetone, que eu passei a gostar muito mais aqui. Entendi que o que eu comia no Brasil não era Panetone, e eu vou te explicar porque.
As leis na Itália com relação a produtos tradicionais/locais são bem sérias (posso explicar em outro post sobre produtos DOP, IGP, TGP) e com o panetone não é diferente. Em 2003, foi criada uma lei que determina os ingredientes permitidos e como deve ser preparado. Se algo fugir dessa lista, então não é panetone, mas no máximo um pão doce. Significa que é ruim? Claro que não, mas não pode ser chamado de panetone.
Vamos lá: a denominação panetone é reservada ao produto da panificação/confeitaria obtido por fermentação ácida, de formato redondo, com crosta, cortado no topo em modo característico, de estrutura macia, com alvéolos prolongados e aroma típico de fermentação natural. São permitidos os seguintes ingredientes:
  1. farinha de trigo;
  2. açúcar e/ou mel
  3. água
  4. ovos frescos ou gemas pasteurizadas, mínimo 4%;
  5. manteiga de leite, mínimo 16%;
  6. manteiga de cacau
  7. frutas cristalizadas (principalmente laranja e mamão) uvas passas, casca/raspas de laranja/limão, quantidade mínima 20%.
  8. fermento 100% natural (lievito madre/levain/sourdough)
  9. baunilha;
  10. aromas naturais;
  11. sal.

Essa legislação não existe no Brasil, o que é estranho porque o Brasil é um dos países com maior produção e venda de panetone no mundo (até mais do que a Itália)! Mas infelizmente a maior parte dos panetones vendidos são feitos com misturas pré-prontas ou são industrializados cheios de corantes, aromas artificiais, gordura vegetal, emulsificante e conservantes. O panetone feito da forma tradicional não precisa disso. Na verdade, nada precisa disso né? O aroma vem das favas de baunilha misturadas com o cítrico da laranja e da própria acidez do levito madre. As frutas cristalizadas de qualidade dão a doçura e o sabor. A massa “desfia” quando é puxada (característica principal da massa do panetone feita com 100% de levito madre) e a textura é amanteigada, suave e muito úmida. A crosta feita com um mix de amêndoas doce e amarga, avelãs e açúcar.
Sei que parece chatice reclamar de algo assim, ser tão purista… Eu não sou contra inovar e criar novas combinações, inclusive acho que o papel do chef é de se reinventar sempre! Vale adaptar e rechear com brigadeiro, goiabada, doce de leite… (só não me venha com panetone “vulcão”).  Imagina com lascas de coco queimado ou com praliné de castanha de caju? Mas precisamos diferenciar um produto de tradição e extremamente difícil de ser feito, com um meia boca ou charlatão. Passo muita raiva vendo gente vendendo (ou até ensinando a fazer) panetone que não passa de um pão doce fermentado. Temos que valorizar mais o trabalho artesanal do confeiteiro/padeiro e um dos primeiros passos é exigir mais qualidade naquilo que compramos e consumimos. Ah, isso não significa que precisa ser mais caro. E tá tudo bem se você gostar do panetone que sua tia fez em uma tarde, mas conhecer a origem daquilo que comemos, ainda mais sendo uma tradição tão forte de natal no nosso país, faz bem.
Fica aqui o meu manifesto pela produção artesanal! Feliz Natal e comam muito panetone!

O post Por um natal com mais panetone. De verdade! apareceu primeiro em sunday slices.

]]>
Padella – Londres https://autoral.sundayslices.com/padella-londres/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=padella-londres https://autoral.sundayslices.com/padella-londres/#comments Thu, 20 Dec 2018 11:00:27 +0000 http://autoral.sundayslices.com/?p=4186 Se tem algo que me diverte é ir a feiras e mercados. Adoro as cores e formas dos vegetais frescos, a diversidade de cheiros das comidas preparadas ali, o burburinho…

O post Padella – Londres apareceu primeiro em sunday slices.

]]>
Se tem algo que me diverte é ir a feiras e mercados. Adoro as cores e formas dos vegetais frescos, a diversidade de cheiros das comidas preparadas ali, o burburinho dos feirantes e das pessoas passando. Para minha sorte, moro pertinho do Borough Market, o mercado mais conhecido de Londres, especialmente pelos turistas. Lá é o lugar onde encontro os ingredientes mais exóticos e especiais, onde vou para abastecer minha despensa de temperos e especiarias, comprar queijos locais e pães artesanais. Também gosto de ir lá para comer pois tem muitas opções de comidas de rua, como food trucks, quiosques e também restaurantes.

Um dos restaurantes mais movimentados do mercado é o Padella – na minha opinião, o lugar ideal para comer massa fresca em Londres. Criado pela dupla de chefs Tim Siadatan e Jordan Freida com uma proposta mais casual, o Padella oferece um menu simples, combinando tradição italiana e produtos britânicos de qualidade. A massa é feita diariamente – quem passa pela porta do Padella antes do meio dia pode assistir à equipe preparando e cortando a massa.

Como o restaurante não oferece reserva antecipada e abre sempre ao meio dia, forma-se uma fila do lado de fora. Então, o ideal é chegar 11h30 e pegar seu lugar na fila para garantir uma mesa. Uma recepcionista é responsável por organizar a fila, receber e acomodar os clientes nas mesas. O serviço do restaurante é cortês e dinâmico e o ambiente descontraído, com um ar meio industrial e música agitada ao fundo.

O cardápio é pequeno e sazonal, com no máximo 20 itens, da entrada à sobremesa. A parte de bebidas tem boas opções de drinks, vinhos e café. E os preços são bem honestos, considerando a qualidade da comida. Neste dia fui com uma amiga que também gosta muito de massa e aproveitamos para pedir entrada e sobremesa. De antepasto, pedimos a burrata e o pão artesanal, servidos com azeite, sal e pimenta. Simples, leve e uma delícia. Para beber, além de água, que é oferecida à vontade, cada uma pediu uma taça de vinho italiano.

Comer sopas e caldos quentes nesses dias frios tem sido uma ótima ideia. Por isso, eu fui no prato do dia, que era um tortellini de pato in brodo. Massa leve e recheio marcante, com um caldo super saboroso feito de frango e legumes, finalizado com azeite cítrico e folhas frescas de sálvia. Amei a combinação. Minha amiga pediu um paperdelle ao ragu de carne. A massa perfeita e o molho saborosíssimo, cremoso e leve ao mesmo tempo. Para finalizar pedimos um sorvete de caramelo salgado para sobremesa e um cafezinho.

O que mais gosto na comida do Padella é o equilíbrio de sabores. Já estive lá outras vezes e sempre fico admirada com isso, pois requer muita experiência e cuidado para construir sabores que sejam balanceados, sem excesso nem falta de sal, acidez e doçura no ponto certo… No Padella eles fazem esse trabalho com maestria.

Fotos: Leiliane Valadares

Padella – Borough Market
6 Southwark Street
Londres SE1 1TQ

O post Padella – Londres apareceu primeiro em sunday slices.

]]>
https://autoral.sundayslices.com/padella-londres/feed/ 1
Antica Moka – Módena https://autoral.sundayslices.com/antica-moka-modena/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=antica-moka-modena Tue, 18 Dec 2018 11:35:26 +0000 http://autoral.sundayslices.com/?p=4093 Todo mundo tem vontade de conhecer algum lugar. O sonho da minha mãe era viajar de carro pela Itália e ela decidiu realizar o desejo dela no aniversário de 60…

O post Antica Moka – Módena apareceu primeiro em sunday slices.

]]>
Todo mundo tem vontade de conhecer algum lugar. O sonho da minha mãe era viajar de carro pela Itália e ela decidiu realizar o desejo dela no aniversário de 60 anos do meu pai. Um dos destinos foi a cidade de Módena, famosa pelo azeite balsâmico, carros luxuosos e claro, pela renomada Osteria Francescana. Sim, passamos lá na frente. Não, não comemos. Foi triste, foi, mas rapidamente remediamos a frustração.

Procurando pela Internet, encontramos o Antica Moka na saída da cidade. O restaurante está em um casarão antigo, com diversas salas, todas mantendo um clima aconchegante, como estar na casa da “Nonna”. Éramos cinco pessoas e pedimos dois menus degustação (60€ cada), um menu degustação marinho (65€) e dois pratos a la carte.

O restaurante é tão incrível que ficamos surpresos com todos os pratos que vieram. Logo de início eles trouxeram mimos de boas vindas: sopa verde com cogumelo, arroz negro para as vegetarianas da mesa e bolinhos fritos de jamón. Depois de abrir nosso apetite, chegaram duas tábuas de pães diversos com azeite de oliva da região. A sucessão de pratos do menu (5 pratos + sobremesa) foi impecável, com direito a vieiras grelhadas, risoto de camarão, carne de porco cozida em baixa temperatura com azeite balsâmico, tagliatelle de ragu, atum selado e arroz negro, entre muitos outros.

O destaque da noite foi o prato a la carte que minha mãe pediu: risoto de morangos com menta (18€). Na hora que ela escolheu, todos ficamos um pouco receosos, mas mal sabíamos como o prato nos surpreenderia! Até o fim da viagem esse continuou sendo o prato preferido! Antes de chegarem as sobremesas, nos ofereceram um “pré dessert”, para mudar nosso paladar para os próximos pratos. No final, com a conta, eles ainda trouxeram uma linda taça repleta de suspiros caseiros, totalizando em 10 pratos diferentes que provamos na noite!

Com direito a visita da chef, Anna Maria Barbieri, terminamos a noite maravilhados com o atendimento, com o local e obviamente com a comida impecável que eles servem. Uma linda releitura da comida caseira, apresentada de maneira refinada, com muito sabor e matérias primas de extrema qualidade.

Fotos: Fábio Estelita

Antica Moka: Via Emilia Est, 1496, 41126 Modena MO, Itália

O post Antica Moka – Módena apareceu primeiro em sunday slices.

]]>
Compre do pequeno – Parte II https://autoral.sundayslices.com/compre-do-pequeno-parte-ii/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=compre-do-pequeno-parte-ii Sat, 15 Dec 2018 16:57:06 +0000 http://autoral.sundayslices.com/?p=4382 Há duas semanas fiz um post sobre fortalecer a economia local, comprando de quem produz na nossa comunidade. O primeiro post dava opções de presentes para todos os tipos de…

O post Compre do pequeno – Parte II apareceu primeiro em sunday slices.

]]>
Há duas semanas fiz um post sobre fortalecer a economia local, comprando de quem produz na nossa comunidade. O primeiro post dava opções de presentes para todos os tipos de pessoas. Se você perdeu, pode clicar aqui pra ler. Hoje, eu venho para a segunda parte de dicas que o nosso time preparou para você! Como por aqui o foco é comida, queremos te apresentar produtores locais que fazem coisas deliciosas para você presentear aquele anfitrião nas confraternizações. Vamos lá?

Cafés 

A MON Coffee é uma micro torrefação lá de Pirenópolis, quem ama cafés e não conhece vai adorar! O AHA Cafés também é uma micro torrefação, mas além de levar grão torrados aqui mesmo em Brasília, tem vários apetrechos para os amantes de café: filtros, prensas e outros. No Cività, você vai ficar perdido, porque eles têm produções de vários produtos artesanais incríveis (geleias, bolos, tortas…), feitos pelo chef da casa, o Mateus Agrelli. Se for lá, tente ir no almoço para aproveitar um menu maravilhoso!

AHA Cafés      MON Coffee  Cività Cafés Especiais

Queijos e outros

O Realejo é um restaurante francês, que vende patês e outros! É, sem sobra de dúvidas, uma das melhores coalhadas que já comi na vida! A fazenda de cabras Cabríssima conta com uma variedade de produtos derivados do leite de cabra, feitos com muito amor por um casal querido. Você pode comprar boursin, queijo fresco, pão de queijo e até ambrosia de leite de cabra. E se você é vegano e estava se sentindo de fora, a gente também pensou nisso! A Wanna Brie tem uma variedade maravilhosa de queijos para presentear e receber os que você ama.

O Realejo  Cabríssima   Wanna Brie Queijos Vivos (vegan)

Chocolates

Se você é fã de chocolate, precisa conhecer essas marcas locais! A La Barr é a primeira empresa bean to bar de Brasília. Os chocolates além de deliciosos, são cuidadosamente feitos por um casal que ama muito o que faz! Quem quiser saber mais, fiz um post sobre eles há um tempo. A Chef Thais Marega faz um trabalho apaixonante! Os chocolates são artísticos, coloridos e tem uma pegada única. Formatos diferentes, cores, splashes, uma estética muito surpreendente. A gente até esquece que são chocolates. Ela tem disponível barras natalinas que são presentes maravilhosos! E temos também a Tutti Truffa, com vários recheios diferentes para os amantes de trufa não conseguirem escolher!

La Barr     Thais Marega     Tutti Truffa

Kombuchas

Sou uma super consumidora dessa bebida probiótica, e justamente por ela ser tão benéfica, é um prazer imenso ter opções locais para que a gente a consuma. Essas três marcas são deliciosas, não vou nem falar de cada uma, porque vale a pena não só dar de presente, como se dar de presente e ir conhecendo! Ah, a Maíra do Tampopo, além de kombucha, produz outros fermentados deliciosos! Vale a pena provar a mostarda e colocar na sua cesta de natal.

Jeyy     Tampopo    Kombuchar

Bebidas

Se o seu amigo oculto gosta de fazer drinks, a Casa Elétrica é uma ótima opção! Eles tem um xarope de gengibre maravilhoso, e uma opção infusionada em hibisco. A Fórmula do Leiteiro e a Le Verde são uma opção maravilhosa de leites vegetais. Cada um do seu jeito, mas os dois feitos com muito cuidado e carinho.

Casa Elétrica   A fórmula do leiteiro   Le Verde

Outros

A Yuumm produz doces de frutas maravilhosos, de leite, pimentas em conserva, cogumelos, temperos sem conservantes! Uma opção para os amantes de carne é a Goyas: eles têm peças defumadas por eles. E a Tomatino da Nonna com molhos e nhoques feitos com amor pela vovó.

Yuumm          Goyás              Tomatino da Nonna

A Teresa produz geleias artesanais de diversos sabores. Na Rancho Cuisine, você vai encontrar uma comida rústica e aconchegante. São várias linhas de produtos: bolos, cookies, biscoitinhos. E por falar em biscoitos, os cookies da Little Bite são além de muito maravilhosos, uma delícia. Eles fizeram vários desenhos lindos pro Natal.

Teresa Thomaz    Rancho Cuisine   Little Bite Cookies

O post Compre do pequeno – Parte II apareceu primeiro em sunday slices.

]]>