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]]>Antes de tudo, vá́ sem pressa. O restaurante mesmo estando fora da rota gastronômica, está sempre lotado. Esperamos por volta de uma hora, que se passou ligeira pelo atendimento cortês do lugar (alô, Guilherme e Bia!) que nos serviram para brindar, uma bebida adocicada com sabor de pêssego chamada Chum Churum, deliciosa e ótima para receber o almoço que viria logo depois.

Sentamos, e pedimos as opções do menu (enxuto) que já́ havíamos conversado lá́ fora esperando a mesa. Escolhemos o menu degustação, em que são servidos todos os pratos do cardápio. Vale super a pena, a menos que você̂ seja vegetariano, já́ que não vai conseguir provar todos.
O primeiro prato que recebemos foi uma seleção de conservas, cuidadosamente preparadas pelo chefe. Ela acompanha, picles de bardana, Kimchi (acelga apimentada), espinafre coreano, crocante de massa de peixe, cada um com gosto e texturas bem específicos. Tive a impressão de tentar estudar o que era cada ingrediente e como eles eram preparados, mas sem sucesso, só́ consegui me surpreender e aproveitar as sensações intrigantes que me proporcionavam cada item.

O próximo prato, foi o steak tartar deles, feito com alcatra semicongelada e gema curada para mudar a característica do tartar tradicional. Dentro do menu chegaram também as folhas Ssam Set, que é uma seleção cultivada pelas mãos do chefe de modo orgânico. Chamou minha atenção a variedade de folhas que eu ainda não tinha experimentado, a exemplo da folha de gergelim selvagem.

Dentro do menu degustação ainda, comemos o Kimchi bokkeumbapo – arroz cremoso da casa, torradinho por fora e por cima um omelete perfeitamente executado. Para finalizar, o meu preferido, fora do menu que é o Bibimbap – mexidinho de arroz finalizado na pedra sabão, também para ficar com a casquinha crocante salteado com legumes frescos servidos numa grande panela.

Não pedimos sobremesa, mas continuo com desejo de voltar ao Komah, num sábado sem pressa, ou para um jantar daqueles no meio da semana que melhoram tudo por dentro e a vida por consequência.
Fotos: Beatriz Xavier
Komah: R. Cônego Vicente Miguel Marino, 378 – Barra Funda, São Paulo
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As sommelières, Daniela Bravin e Cássia Campos, são as responsáveis por orquestrar todo o encanto do lugar, desmistificando com gentileza e informalidade um universo tantas vezes engravatado que é o do vinho. Lá, é possível experimentar vários tipos de vinhos garimpados pelas duas e cada taça é uma história e um sabor a parte. Na última vez que fui lá, era o aniversário de uma das sócias e a casa estava cheia numa tarde deliciosa. Elas receberam o público com uma taça brinde de um vinho branco chamado Manos Andina (um ótimo começo), continuei com um vinho branco sul-africano chamado Kloof Street (foto) igualmente delicioso e um pouco mais intenso abrindo o apetite para escolha do meu almoço.

A casa não tem cozinha, mas especialmente nesse sábado o cozinheiro andino, Checo Gonzales, montou uma barraca com comidas especiais, preparadas e servidas frescas com um preço bem justo. Eu pedi o ceviche de atum para acompanhar minha terceira taça de um vinho rosé indicado por Dani, para mim esse foi a melhor. A Sede261 é um lugar para voltar sem medo de errar, levar sempre alguém que ainda não conheça à casa e se sentir abraçado e se aventurar nas descobertas que o lugar oferece. E se tem uma palavra para descrevê-la é: sinestesia, é sobre encontro, sensação e descoberta.

Fotos: Beatrix Xavier
Sede 261: Rua Benjamim Egas, 261 – Pinheiros, São Paulo – SP, 05418-030. (11) 3819-0618
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]]>Meu papel aqui, no SS, era falar de um só lugar nesse primeiro texto para coluna, mas resolvi falar de dois que significaram esse respiro pra mim. Por acaso, minha melhor amiga da vida, Larissa, veio ficar comigo uns dias, e eu quis mostrar para ela como esses lugares são tão incrivelmente deliciosos e o porquê deles serem especiais pra mim. Divido, aqui, com vocês tudo que o que contei e apresentei para ela.
Nosso passeio afetivo gastronômico começou com um café da manhã no Futuro Refeitório, lugar que abriu há pouco tempo, quase na mesma época que cheguei à cidade, e que em meio há tanto burburinho sobre o lugar, chuva de fotos no Instagram com o famigerado letreiro neon com a frase “deve ser aqui”. Confesso que pensei em ser mais um lugar com muita história para contar e pouca comida deliciosa.

Fui chegando devagar no Futuro, perto de casa, resolvi dar a chance, primeiro foi um almoço, que já me quebrou a perna do preconceito. Com um menu focado em vegetais, grãos e frutas, experimentei o sistema do almoço de quatro plantas, e escolhi o pappardelle com pesto do jardineiro, berinjela com miso e gergelim, curry amarelo de vegetais, leite de coco, grão-de-bico, cogumelo, arroz basmati e o corn bread, ricota e alho poró, todos em pequenas porções que formam um belo almoço, tudo delicioso e cuidadosamente preparado. Sai satisfeita e consciente de que ainda não tinha provado nada igual em São Paulo, quando penso em originalidade e qualidade dos alimentos.
Mas, mesmo com a boa experiência no almoço, o que me fez querer voltar sempre no Futuro Refeitório, foi o café da manhã que é servido o dia inteiro. Sabendo disso, gostaria de falar para vocês o que é a torrada de fermentação natural com a ricota caseira deles junto com um café coado: Falar que ela é grande, bem macia por dentro e borda crocante, e a ricota caseira que eu consigo desejar todos os dias da semana seria muito pouco, vocês vão ter que provar. Larissa provou e amou, me entendeu. Pedimos também dessa última vez o Chai Latte quente e o iogurte com granola caseira, lascas de coco e chocolate, que achei interessante, mas não incrível.

Seguimos andando pela cidade, num dia com clima ameno em SP. Quando as pernas já estavam cansadas, decidimos voltar para Pinheiros e almoçar no segundo lugar que eu considero “respiro e casa”: O Pita. Meu restaurante preferido aqui. O Pita serve comida árabe, um tipo de culinária que eu ainda não tinha experimentado. Primeira surpresa para o meu paladar inocente, logo que cheguei.
Dessa vez, com Larissa, dividimos tudo. Pedimos uma entradinha de falafel recheado com coalhada seca, e um só prato com um acompanhamento a mais (cuscuz marroquino) que foram suficientes para nós duas. Escolhemos a couve-flor como base do prato, que acompanha a salada com folhas escuras sempre frescas regadas de um molho agridoce dos céus (você pode escolher o tabule e fritas), pepino em conserva, tomate assado, homus e coalhada seca. Delicioso! Ah, os pratos no pita acompanham sempre uma porção de pão árabe, fortalecendo o encanto.

Amo tudo que já experimentei no Pita, e para além das comidas, amo como os pratos me oferecem a possibilidade de mudar o padrão do jeitinho de comer no dia-a-dia. Sempre me sinto num ritual, em que vou misturando os sabores e temperos como uma mágica que se forma na hora de se alimentar. Numa garfada banhar um falafel quentinho no homus, na outra a couve na coalhada seca, depois deitar os talheres sobre a mesa e pegar com as mãos o pão árabe e molhar com o tahine. Tudo combina incrivelmente bem e a comida incentiva à contemplação, sabe? Dá conta de comer devagarzinho. Ah, eles também servem quatro pastas para acompanhar o prato e os pães que são igualmente deliciosos.

No final, já satisfeitas, o gerente tomando consciência da minha falha de nunca ter experimentado nenhuma sobremesa nos serviu uma fatia da torta zebra. Acho que ele tinha consciência de que aquele seria um caminho sem volta, agora eu tenho mais um motivo de ir ao Pita e mesmo não sendo uma pessoa dos doces, aquela torta com chocolate amargo e biscoito maisena encaixou perfeitamente com meu almoço. Agora um café expresso e estou feliz da vida.

Foi nesse contexto, que nos últimos três meses perdi as contas das vezes que fui ao Pita. Já fui junto de tanta gente querida que mora na cidade, com tanta gente amada que estava só de passagem, já fui sozinha depois de um dia inteiro de carnaval, para bater um papo ligeiro com os garçons sempre queridos e atenciosos. Para mim, não tem hora ruim de ir ao Pita é sempre um bom lugar, uma boa escolha.
Futuro Refeitório
R. Cônego Eugênio Leite, 808 – Pinheiros, São Paulo – SP, 05414-001 (11) 3085-5885
Pita
R. Francisco Leitão, 282 – Pinheiros, São Paulo – SP, 05414-020 (11) 3774-1790
Fotos: Beatriz Xavier
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