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]]>Como são muitos anos convivendo comigo mesma e com minha falta de programação e organização prévia das coisas, eu resolvi mudar e ter sim um plano “B”. Meu plano “B” seria, invariavelmente, a matéria do meu segundo texto por aqui: EL PACHUCO! (tam tam tam tammmmm – leia com voz de narrador de rádio mexicana dos anos 50). El Pachuco é apenas o melhor restaurante mexicano de Barcelona. E isso não sou só eu quem diz, já foi comprovado por pelo menos quatro amigas mexicanas que moram aqui também. Tenho uma relação afetiva com o El Pachuco porquê foi o primeiro restaurante que fui quando cheguei aqui, em janeiro deste ano, indicada por um casal mexicano querido.
Para chegar lá, você pega a linha verde do metrô, desce na estação Parallel e segue pela saída da Ronda de Sant Pau. É uma entradinha pequena, com um balcão que dá para rua e só cabem 31 pessoas, ou seja, chegue cedo porque a fila é quase uma certeza. Se você está em duas pessoas, você vai sentar em banquinhos no balcão, se estiver em três ou mais consegue sentar em alguma das duas ou três mesas que tem lá, mas a experiência é boa em qualquer uma das formas. Eles fazem a comida ali mesmo no balcão, na sua frente, e enquanto não chega, você tem uma infinidade de drinks típicos para pedir.
Hoje, foi meu primeiro dia de folga depois de 40 dias intensos de estudos e trabalhos. O dia amanheceu cinza e ouvi dizer que hoje começa o “horário de verão”. Como vocês podem ver, eu estou bem frustradinha que abril está aí e nada dessa temperatura subir. #garotatropical Enfrentamos chuva, vento e metrô lotado de turistas nórdicos sedentos por uma playa (praia), e enfim chegamos no El Pachuco. Tivemos que esperar uns 10 minutos, já que chegamos às 15h – mais ou menos o horário que o catalão come no almoço. O lugar não tem garçons, na sua bancada vai ter um baldinho com várias comandas (têm em espanhol e em inglês) e um lápis para você marcar o que quer comer, beber e no fim, pôr o seu nome para que o atendente te chame pelo nome (call me by my name!). É só entregar para a Oriana – uma simpática atendente que faz margaritas e micheladas dos céus, e em 10 minutos aproximadamente você já estará comendo e bebendo, o que é maravilhoso.


Para estrear a coluna aqui no SS eu não podia fazer feio, não é mesmo? Pedimos para começar, uma Margarita Clássica para mim e uma Margarita Reina para o Taiom. A minha era, obviamente, a clássica: tequila, suco de limão, licor de laranja e sal na bordinha do copo. A do Tata era bem mais estiloso: um frozen de margarita com uma Coronita mergulhada. Alguns poucos minutos depois, chega nosso banquete: cinco mini tacos de feijão preto com queijo e sour cream, quesadilhas de feijão com nopales (um tipo de cactus) e uma porção de guacamole com totopos (tipo nachos, mas minha amiga mexicana disse que nachos são uma invenção estadunidense e o que se come mesmo são os tais totopos). Tirei minhas fotos e devoramos tudo em poucos minutos. Gente, não deu para só apreciar, tínhamos guardado toda nossa fome desde à noite anterior para este momento tão especial nas nossas vidas.


Não satisfeitos, pedimos sobremesa – uma só, para dividir: bananas-macho (eu diria que são como bananas-da-terra, me corrijam se eu estiver errada) fritas com sour cream e açúcar de cana. E você pensa que acabou, meu amor? Exato, não. Bem, na verdade sim, era para ter acabado, mas aí um cliente chegou para pagar a conta e parece que algo o tinha deixado insatisfeito e por isso, nossa querida atendente Oriana ofereceu um shot de tequila por conta da casa para ele e seu amigo. O cara não quis e disse para ela dar pra outra pessoa. Lógico que num momento de impulsividade bem típico da minha pessoa eu gritei na hora: dá para mim! O cara riu, a Oriana riu e a gente ganhou dois shots de tequila delícia com limãozinho e Tajín (um temperinho bem típico que eles põem em TUDO e eu amo). No fim da história, estávamos todos felizes: o cara elogiou a comida (como não, né?), eu ganhei tequila e o Pachuco ganhou as fotos que eu fiz.

O que eu acho muito legal no restaurante é que ele não é cenográfico, sabem? Não é tudo uma mis-en-scène (encenação) feito para turistas com todos os estereótipos mexicanos. É um restaurante/mezcalería com comida do México, ponto. A trilha sonora vai de indie pop/rock para um eletrônico suave, e o ambiente é apertadinho, mas bem agradável com atendimento impecável. Ah, a conta deu 49 euros. Não é baratíssimo, mas levem em conta que nós comemos muito. Uma porção de tacos com guacamole e umas coronitas sairiam por uns 20 e poucos. Não dá para fazer sempre, mas uma vez por mês, o meu coração é mexicano <3 e como dizem por aquelas bandas: Pachuco, estás que te partes!

Fotos: Luísa Dalé
El Pachuco: Carrer de Sant Pau, 110, 08001 Barcelona, Espanha. +34 931 79 68 05
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