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]]>Passei quase 10 dias e conheci muito lugar bacana, cheio de personalidade, uns mais gourmets, outros mais “pé sujo”, porém igualmente bons. Um desses lugares, que se encaixa mais na primeira categoria – dos gourmet-hipster – é o MEATS, que ganhou em 2017, o prêmio de melhor hambúrguer gourmet da cidade pela revista Veja “Comer & Beber”. Conheci assim por acaso, em um dia de ressaca, morta de fome e procurando algo para comer às três da tarde de um sábado chuvoso. De cara, não quis seguir a sugestão dos amigos, porque eu não como carne vermelha e nem frango, e dificilmente um restaurante com o nome “meats” (carnes, em inglês), supriria minhas necessidades de uma comida pesada para matar o que estava me matando.

Porém, me enganei, felizmente! No Meats, eles têm um dos melhores hambúrgueres vegetarianos que já comi. O chef, Paulo Yoller, de forma muito sagaz, criou essa receita de hambúrguer de falafel (amo/sou) com molho tahine, picles e tomates-caqui e cebola caramelizada que é de comer rezando. Obrigada, Paulo. Meu paladar é muito afeito aos sabores agridoce e só de saber que era essa a receita – a combinação do falafel, que é bem temperado, salgadinho, com a cebola caramelizada- fui convencida de antemão a tirar a câmera da bolsa e fazer as fotos para trazer essa dica pra vocês aqui.

Meus amigos carnívoros saíram também extremamente satisfeitos, hambúrgueres feitos no ponto exato pedido pelo cliente, molhos saborosos e além de tudo, acompanhamentos como onion rings (anéis de cebola empanados) tamanho família e batatas fritas com ovo frito e pastrami – que é uma carne bovina ou suína curada e muito temperada. É de babar, meus amigos. E para fechar a tarde com chave de ouro e poder voltar pra casa e tirar aquela soneca dos deuses: pudim da casa! Não preciso dizer mais nada, né? Apenas pudim.

Fotos: Luísa Dalé
Rua dos Pinheiros, 320 – Pinheiros, São Paulo – SP
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A primeira vez que eu fui ao Marsella foi no meu aniversário, em junho, mas sabia que não poderia deixar de ir uma vez mais antes de me despedir da cidade, no fim de agosto. Ainda que eu odeie absinto, ir ao Marsella é uma experiência quase surreal – valha-me a referência. Você entra e parece que está naquele filme do Woody Allen “Meia-noite em Paris”, pra quem ainda não viu, sugiro que pare por aqui porque o que vou dizer a seguir contém spoilers, rs. Entrar no Marsella é como atravessar um portal do tempo e voltar ao começo do século XX, onde pessoas se amontoavam numa noite gélida de inverno para beber o que há de mais forte para esquentar o corpo, mulheres e homens de todas as classes reunidos, cantando e dançando ao som de saxofones, trompetes e bandolins. Essa é a sensação que eu tive em todas as vezes que fui lá.

No Marsella, é tudo simples: você entra, pede seu absinto, eles te enchem o copo, te dão um cubinho de açúcar numa colher de metal, põem fogo no açúcar para ele derreter e você despejar no copo depois. Acompanha também uma garrafinha d’água porque poucos são os fortes de encarar aquilo puro, puríssimo.

Não sei se tem algo para comer lá. Nunca fui com essa intenção, e nem acho que é a intenção deles também, rs. O bar estava na iminência de fechar há bastante tempo já pois é o único estabelecimento ativo em um prédio abandonado do bairro do Raval. Ouvi boatos de que a comunidade em volta fez uma petição para não fecharem e ele continua lá, por enquanto. Então vá, antes que vire uma distante recordação.

Fotos: Luísa Dalé
Bar Marsella : Carrer de Sant Pau, 65, 08001 Barcelona, Spain
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]]>O L’Autentic se chama assim porque em frente a ele, tem outro restaurante libanês e, dizem as más línguas, o L’Autentic estava ali desde bem antes. Então bem justo se chamar assim, né? Vocês já estão cansados de saber que eu tenho um pé no Oriente e é bem difícil desapegar da ideia de explorar sabores provenientes de lá, então, já mereço um ponto porque já estou quase chegando no Ocidente, risos.
Bom, o motivo de termos ido tão longe para comer (longe da minha casa, tá? O Poblenou é um bairro relativamente central e vale muito a pena bater uma perna por lá se estiver por aqui), é que o Taiom já tinha ido lá uma vez com outros amigos e pirou em como a comida era boa, bem servida, saborosa, e o atendimento excelente – as quatro palavras mágicas para me fazer querer conhecer um lugar novo. E não é que esse homem tinha razão? Chegamos lá e já fomos recebidos com um garçom super sorridente e que ficou muito entusiasmado ao sugerir alguns pratos para nós. Seguimos todas as suas sugestões e fomos muito felizes gastando bem pouco para o tanto que comemos, mais ou menos uns $25 euros com comida e bebidas.

Pedimos um prato grande com homus, creme de pimentão, creme azedo, charutinhos de uva, pãezinhos pita e falafel. Além de outro prato delicioso, que, infelizmente eu não me lembro o nome em árabe, que era uma espécie de berinjela agridoce com molho de tomate e grão-de-bico – sério, que delícia. Acho que eu gosto tanto de comida oriental porque sinto que têm mais sabor, sabem? Mais nuances, não sei explicar bem.

Para mim, comer uma boa comida feita com amor por outra pessoa é um dos melhores sentimentos. A necessidade suprema do ser humano não é comer, nem matar a sede, muito menos respirar. A gente precisa se sentir amado, querido, antes de tudo. Comer uma comida feita com amor é isso. E foi assim que me senti no L’Autentic, depois que terminei a noite com um chazinho de menta: amada. A gente prefere não respirar a não ser amado.

Fotos: Luísa Dalé
L’Autentic: Rambla del Poblenou, 92, 08005 Barcelona
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O ambiente lá é bem gostoso, bem tradicional também, como já mencionei. Mesinhas de madeira com detalhes em azulejo, várias garrafas de várias bebidas desconhecidas, pela minha pessoa, no balcão e garçons não muito simpáticos. Acho que deve ser pré-requisito para ser tradicional, rs. Tirando esse detalhezinho, é um ótimo lugar para ir se você estiver dando uma volta por Barceloneta, o que é meio que obrigatório se estiver em Barcelona, e quiser apreciar tapas e frutos do mar autênticos desse bairro. Antes lá era uma vila de pescadores e hoje é um dos bairros mais icônicos da cidade, bem peculiar em sua estrutura urbana e extremamente lindo. Sou fã!

Mamãe e eu somos vegetarianas e por isso nos esbaldamos nas tais berenjenas (as tais berinjelas que comentei antes), no pan con tomate (sim, pão com tomate ralado, azeite e sal – é uma DELÍCIA apesar de eu, italiana que sou, achar mesmo que é uma cópia pobrinha da bruschetta), na tortilha de batatas, azeitonas (amo/sou) e nos pimientos del padrón, eu já comentei sobre eles em alguma coluna anterior, mas pra quem é leitor de primeira viagem, são pequenas “pimentas” verdes saborosíssimas e levemente picantes, salteadas no azeite e depois só pôr sal à gosto. Típicos da região da Galícia, aqui na Espanha, mas muito apreciados aqui na Catalunha também. Meu pai e Taiom comeram até dizer chega as especialidades em frutos-do-mar deles: polvo à galega, lula frita, sardinha na chapa e mais alguns. Segundo o paladar exigente de papai, estava mesmo uma delícia.

O Jai-Ca é assim, discretinho na dele, ali no meiozinho de Barceloneta, charmosinho e com muito sabor. E o mais legal: é frequentado por locais! Se vier à Barcelona, me chame para ir com você.

Fotos: Luísa Dalé
JAI-CA: Carrer de Ginebra, 13, 08003 Barcelona, Espanha. Tel:+34 932 68 32 65
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]]>O post Koku Kitchen – Barcelona apareceu primeiro em sunday slices.
]]>Hoje eu vou falar de ramen, ou lámen. Para quem não sabe, o ramen tem uma história um pouco confusa sobre suas origens, se é chinesa ou japonesa. Segundo o historiador George Solt, acredita-se que a receita foi trazida por um chinês que fugiu do seu país, à época comandado pela dinastia Qing, e foi para o Japão onde se tornou uma espécie de conselheiro para um senhor feudal japonês. Mas o ramen foi difundido amplamente pela cultura japonesa, segundo o estudioso. Lá embaixo na coluna está o link para mais curiosidades sobre a história do ramen.

Falemos do que realmente importa agora: nada melhor do que conhecer um restaurante por indicação de amigos queridos e ir depois de novo na companhia de outros amigos queridos. Minha amiga Bru estava em temporada de trabalho em Barcelona e há dias estava me contando desse ramen, o quanto ela queria ir lá, que tinha ouvido tantas coisas maravilhosas sobre o lugar, etc. Fomos lá e o meu deleite foi tamanho que eu precisava voltar, precisava falar do Koku Kitchen para a comunidade Sunday Sliciana.

O Koku Kitchen tem dois restaurantes, um no bairro Gótico e outro no El Born, mas isso eu descobri da maneira mais desastrosa possível: chegando em um, descobri que meus amigos já estavam no outro, mas são essas falhas no percurso que nos servem como material de pesquisa de campo depois, não é mesmo? Nas duas vezes, fui na unidade do Born, porque no fim, é a unidade maior e mais perto da casa desse casal de amigos queridos que nos acompanhou nessa difícil tarefa de voltar lá para fazer as fotos. A companhia de honra dessa vez foi a Mari e o Fábio. Sim, a mesma Mari que também vos escreve neste maravilhoso site falando de outras e mais experiências gastronômicas imperdíveis aqui em Barcelona.

Começamos do começo: os aperitivos não podem nunca ser deixados de lado, ouçam a voz da sabedoria. Pedimos gyozas vegetarianos e de porco, o grande diferencial do gyoza do Koku é a massa, que derrete na boca e você sente cada tempero e cada textura, sunomono (uma saladinha de pepino em conserva com gergelim e outras especiarias) e a iguaria coreana Kimchi, que são nabos, repolhos e outros vegetais colocados em salmoura e depois envoltos numa pasta de farinha de arroz e açúcar, temperados com gengibre, cebola, alho e pimenta, muita pimenta. Para quem não é muito fã de pimenta, não recomendo, é realmente bem picante, mas é uma das coisas mais deliciosas que experimentei recentemente. Eu virei fã de comida picante para poder realmente desfrutar mais da culinária Oriental e mexicanas sobretudo, porque gosto demais e sinto que havia essa barreira entre nós, sabem?
Eis que chega o rei da noite à mesa. Pedimos três, porque da primeira vez que fomos, eu e o Taiom havíamos pedido um para cada e eu descobri com muito pesar que era demasiado para o meu corpinho, ainda que estivesse com muita fome. Ele não, né. Eu e a Mari dividimos o vegetariano picante e cada um dos meninos pediu um picante (com carne de porco). Existe a opção de pedi-los da mesma forma não-picantes e há também outras receitas no cardápio, mas vocês terão que ir lá para descobrir, porque eu só tinha olhos para o veggie picante. Eu acho que não preciso dizer muita coisa mais, as imagens dirão por si próprias.

Findo nosso querido ramen, todos já bem satisfeitos e Mari e Fábio super incrédulos e felizes da vida que pagariam apenas €9,50 por uma pratada daquelas. Mas, como já dizia o velho ditado chinês: “sobremesa não vai para o estômago, vai para o coração”, eu insisti para que pedissem também o Banoffee, uma sobremesa típica inglesa (não me perguntem o porquê de estar no cardápio de um restaurante oriental) feita de caramelo, uma base de biscoitos, bananas e chantilly, tem a dose certa de açúcar e se desfaz na boca… Ai, ai. Minha gente, apenas vão. Se estiverem por essas bandas, eu sei que a tentação de tomar uma sangria tamanho família nas Ramblas é grande, mas garanto que dicas de insider são as melhores experiências que você pode ter como turista, e digo isso de uma perspectiva de turista.

Para coroar a noite, uma rodada de shots de sakê para todos e boas risadas. O Koku tem um ambiente super agradável, com uma decoração moderninha bem típica de restaurantes cool aqui em Barcelona. Os atendentes são super simpáticos e dispostos a sugerir opções que você talvez não pensaria. Toda a comida, mais sobremesas e bebidas, ficou em torno de €23 para cada, o que é bem razoável para uma cidade como Barcelona. Lembrem-se, quem converte não se diverte!
Fotos: Luísa Dalé
Koku Kitchen:
Carrer del Comerç, 29, 08003 Barcelona
Carrer d’en Carabassa, 19, 08002 Barcelona
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]]>O post El Pachuco – Barcelona apareceu primeiro em sunday slices.
]]>Como são muitos anos convivendo comigo mesma e com minha falta de programação e organização prévia das coisas, eu resolvi mudar e ter sim um plano “B”. Meu plano “B” seria, invariavelmente, a matéria do meu segundo texto por aqui: EL PACHUCO! (tam tam tam tammmmm – leia com voz de narrador de rádio mexicana dos anos 50). El Pachuco é apenas o melhor restaurante mexicano de Barcelona. E isso não sou só eu quem diz, já foi comprovado por pelo menos quatro amigas mexicanas que moram aqui também. Tenho uma relação afetiva com o El Pachuco porquê foi o primeiro restaurante que fui quando cheguei aqui, em janeiro deste ano, indicada por um casal mexicano querido.
Para chegar lá, você pega a linha verde do metrô, desce na estação Parallel e segue pela saída da Ronda de Sant Pau. É uma entradinha pequena, com um balcão que dá para rua e só cabem 31 pessoas, ou seja, chegue cedo porque a fila é quase uma certeza. Se você está em duas pessoas, você vai sentar em banquinhos no balcão, se estiver em três ou mais consegue sentar em alguma das duas ou três mesas que tem lá, mas a experiência é boa em qualquer uma das formas. Eles fazem a comida ali mesmo no balcão, na sua frente, e enquanto não chega, você tem uma infinidade de drinks típicos para pedir.
Hoje, foi meu primeiro dia de folga depois de 40 dias intensos de estudos e trabalhos. O dia amanheceu cinza e ouvi dizer que hoje começa o “horário de verão”. Como vocês podem ver, eu estou bem frustradinha que abril está aí e nada dessa temperatura subir. #garotatropical Enfrentamos chuva, vento e metrô lotado de turistas nórdicos sedentos por uma playa (praia), e enfim chegamos no El Pachuco. Tivemos que esperar uns 10 minutos, já que chegamos às 15h – mais ou menos o horário que o catalão come no almoço. O lugar não tem garçons, na sua bancada vai ter um baldinho com várias comandas (têm em espanhol e em inglês) e um lápis para você marcar o que quer comer, beber e no fim, pôr o seu nome para que o atendente te chame pelo nome (call me by my name!). É só entregar para a Oriana – uma simpática atendente que faz margaritas e micheladas dos céus, e em 10 minutos aproximadamente você já estará comendo e bebendo, o que é maravilhoso.


Para estrear a coluna aqui no SS eu não podia fazer feio, não é mesmo? Pedimos para começar, uma Margarita Clássica para mim e uma Margarita Reina para o Taiom. A minha era, obviamente, a clássica: tequila, suco de limão, licor de laranja e sal na bordinha do copo. A do Tata era bem mais estiloso: um frozen de margarita com uma Coronita mergulhada. Alguns poucos minutos depois, chega nosso banquete: cinco mini tacos de feijão preto com queijo e sour cream, quesadilhas de feijão com nopales (um tipo de cactus) e uma porção de guacamole com totopos (tipo nachos, mas minha amiga mexicana disse que nachos são uma invenção estadunidense e o que se come mesmo são os tais totopos). Tirei minhas fotos e devoramos tudo em poucos minutos. Gente, não deu para só apreciar, tínhamos guardado toda nossa fome desde à noite anterior para este momento tão especial nas nossas vidas.


Não satisfeitos, pedimos sobremesa – uma só, para dividir: bananas-macho (eu diria que são como bananas-da-terra, me corrijam se eu estiver errada) fritas com sour cream e açúcar de cana. E você pensa que acabou, meu amor? Exato, não. Bem, na verdade sim, era para ter acabado, mas aí um cliente chegou para pagar a conta e parece que algo o tinha deixado insatisfeito e por isso, nossa querida atendente Oriana ofereceu um shot de tequila por conta da casa para ele e seu amigo. O cara não quis e disse para ela dar pra outra pessoa. Lógico que num momento de impulsividade bem típico da minha pessoa eu gritei na hora: dá para mim! O cara riu, a Oriana riu e a gente ganhou dois shots de tequila delícia com limãozinho e Tajín (um temperinho bem típico que eles põem em TUDO e eu amo). No fim da história, estávamos todos felizes: o cara elogiou a comida (como não, né?), eu ganhei tequila e o Pachuco ganhou as fotos que eu fiz.

O que eu acho muito legal no restaurante é que ele não é cenográfico, sabem? Não é tudo uma mis-en-scène (encenação) feito para turistas com todos os estereótipos mexicanos. É um restaurante/mezcalería com comida do México, ponto. A trilha sonora vai de indie pop/rock para um eletrônico suave, e o ambiente é apertadinho, mas bem agradável com atendimento impecável. Ah, a conta deu 49 euros. Não é baratíssimo, mas levem em conta que nós comemos muito. Uma porção de tacos com guacamole e umas coronitas sairiam por uns 20 e poucos. Não dá para fazer sempre, mas uma vez por mês, o meu coração é mexicano <3 e como dizem por aquelas bandas: Pachuco, estás que te partes!

Fotos: Luísa Dalé
El Pachuco: Carrer de Sant Pau, 110, 08001 Barcelona, Espanha. +34 931 79 68 05
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