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]]>Bom, mas como (quase) tudo na vida, nada é perfeito, e a medida que ia me envolvendo com o livro, percebi alguns detalhes que incomodaram. Não sei se foi a edição brasileira que adquiri ou o próprio livro, mas o índice não bate com a realidade das páginas e aí você tem que criar formas de encontrar sua receita, o que não é difícil pois ele as numera por menus. Para os vegetarianos e veganos, o lado ruim é que em seus menus sugeridos (entrada + principal + sobremesa), o chef não abre mão de proteína animal no prato principal, o que não atrapalha em nada também, pois a maioria das entradas já é quase um prato principal em si! E a última ressalva que encontrei em tão lindo livro, é que a receita de carbonara dele leva creme de leite!

Ok, avisos dados, voltemos a adorar e nos divertir com esta ótima criação editorial para o mundo das comidas deliciosas!
As primeiras páginas são todas dedicadas aos equipamentos legais de se ter em casa, instruções detalhadas para o ovo perfeito e muitas outras dicas incríveis que fazem qualquer pessoa se tornar um às da cozinha. Depois ele traz os menus já pensados, para cada dia, e demonstra o tempo e ingredientes necessários para a preparação, e aí tem as fotos! As fotos do passo a passo de cada execução são apaixonantes, hehe. Principalmente porque, com o livro ali aberto ao seu lado, enquanto você cozinha, consegue perceber se errou ou não, se está tudo indo bem. E foi assim que fiz, acertando logo de primeira, uma receita de minha infância: flan de coco!
Toda família tem suas tradições gastronômicas e na minha, com certeza, elas não faltam! Uma delas é a mousse de coco com calda de ameixa da tia Marilene! Huummm, memória afetiva vai longe só de escrever! Mas, com a retirada de leite e derivados de minha vida, ficou para trás a sobremesa favorita dos encontros familiares. Ao longo dos anos, até tentei encontrar uma receita ou outra, mas sem sucesso. E aí veio o livro do Adriá me mostrando este flan, que não leva laticínios e saí correndo para testar! Ficou deliciosamente bom, mesmo que um pouco diferente do da minha tia, pois a calda sugerida no livro é de caramelo e não de ameixa. E o que fez ficar essa delícia toda foram as fotos! Foi vendo as fotos que percebi que meu flan não estava tão denso quanto deveria estar. Como uso leite de coco natural, que faço em casa, uso as duas partes do leite, a gordura e a parte mais líquida. E claro, é preciso ter em mente que quando estamos vendo receitas estrangeiras temos que considerar a origem dos ingredientes, leite de coco na Europa é quase todo industrializado e bem denso, o caseiro é mais líquido e não atinge o mesmo ponto, já que a maioria dos industrializados possui emulsificantes. Adicionei então um pouco de óleo de coco (justamente pra emulsificar a mistura) e tapioca para criar a densidade faltante, e pronto, flan lindo e gostoso! Teste em casa e conte para gente qual foi o tipo de leite de coco que usou!

Fotos: Thamires Santiago
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]]>( ) eu gostaria de cozinhar mais em casa mas não tenho tempo/paciência/disponibilidade
( ) não sei como fazer para evitar que as frutas/verduras/legumes estraguem na minha geladeira
( ) eu me proponho a cozinhar em casa mas chego cansada/o e não tenho ânimo de preparar nada
( ) minha cozinha parece um buraco negro que rouba horas preciosas do meu dia
Se você se identificou com pelo menos uma das opções acima, continua comigo porque este post é para você! E se você não se identifica com nenhuma das opções acima, provavelmente é porque já está colocando em prática a sua própria versão do que eu chamo de ritual.
Quando eu mudei a minha alimentação e comecei a cozinhar todos os dias em casa, percebi que o que me dava trabalho (leia-se preguiça) e acabava fazendo com que os produtos estragassem na geladeira era o processo de lavar, descascar, cortar e picar os ingredientes antes de preparar uma refeição. Aliás, admito, com um tanto de vermelhidão nas bochechas, que eu já sofria antecipadamente imaginando quantos minutos da minha noite seriam “perdidos” nesse processo. Você percebeu que eu usei aspas quando falei em perder meu tempo, né? Guarda na memória porque vou falar sobre isso em um próximo post.
Mas, voltando ao sofrimento por antecipação pelo jantar de qualquer terça-feira depois de um dia cheio, percebi que eu poderia resolver essa angústia se dedicasse um pouco do meu tempo a organizar os ingredientes no fim de semana. Percebeu que aqui falei em dedicação e não em perda do tempo, né? Tudo é uma questão de ponto de vista! Foi assim que nasceu um processo que eu mantenho há uns três ou quatro anos, ao qual carinhosamente dei o nome de RITUAL DE SÁBADO.
O ritual de sábado é pura simplicidade. Eu faço a feira no sábado bem cedinho. Chego em casa, tomo café da manhã com o Fábio e me enfio na cozinha, de corpo e alma e sem relógio. Às vezes eu ouço um podcast, às vezes eu escuto música. Às vezes assisto um filme ou vários TED Talks. Às vezes eu fico conversando com o Fábio. E muitas, muitas vezes, eu fico em silêncio, totalmente presente no processo.
E o que eu faço no ritual? Lavo, descasco, corto e pico os meus ingredientes! Guardo tudo em potes transparentes na geladeira, que fica toda colorida, e minha cabeça fica livre para inventar qualquer prato durante a semana. No começo, o ritual durava a manhã inteira. Mas a prática leva à simplicidade, e hoje fico de uma a duas horas dedicada ao processo. Simples. Prático. Tranquilo.

Durante a semana, eu sei que os ingredientes estão na geladeira – um mundo de possibilidades e pratos em potencial – esperando o meu paladar decidir no que irão se transformar naquela refeição. Hoje em dia, um diálogo interno soa mais ou menos assim: “Nossa, que fome! O que será que tem para comer em casa? Estou exausta! (a minha voz interna tentando fugir do preparo do jantar, safadinha). Será que eu como uma torrada? Será que faço pipoca? Peraí… tem arroz na despensa. Posso colocar para cozinhar enquanto eu tomo um banho, e depois é só jogar na frigideira os legumes que estão cortados na geladeira, temperar com tal e tal ervas/temperos, preparar uma salada com a rúcula que já está lavada e pronto! Putz, que bom que eu fiz o ritual no sábado passado!”
Juro que a última frase sempre rola. É a boa e velha #gratidao.
O segredo, como sempre, é fazer com que o processo do ritual seja leve e simples. Conheço pessoas que têm rituais diferentes, preparando também paneladas de arroz, feijão, sopas, saladas para a semana inteira. Eu prefiro manter o meu processo quase como um mise en place, mexendo só nos ingredientes e tentando não cozinhar nada, ou quase nada, porque eu gosto de decidir a cada dia o que vou comer. Mas esse é o meu jeito, e você vai descobrir o seu. Se precisar de inspiração, eu compartilho com frequência o meu ritual de sábado no Instagram.
Lave, corte, descasque os seus legumes, frutas, verduras. Ouça uma música legal, assista alguma coisa interessante, aproveite para espairecer no processo. Tem que ser di-ver-ti-do. Se você começar a fazer seu próprio ritual, volte para cá dentro de alguns meses e veja se ainda se identifica com as afirmações lá de cima. Tenho certeza que alguma coisa vai mudar!
Agora me dá licença porque eu vou preparar este Lamen fotogênico da Thamires. Eu sei que os ingredientes principais já estão separados e prontinhos. É só abrir os potinhos, jogar tudo na panela e me deliciar!
Nos vemos no mês que vem!
Fotos: Thamires Santiago
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