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receitas Archives - sunday slices https://autoral.sundayslices.com/tag/receitas/ Fotografia de comida, por Thamires Santiago Fri, 14 Dec 2018 19:11:46 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 Gemada https://autoral.sundayslices.com/gemada/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=gemada Fri, 14 Dec 2018 13:43:10 +0000 http://autoral.sundayslices.com/?p=4373 Estamos quase acabando o nosso especial de Natal, e olhando para todas as receitas que fizemos, senti falta de uma simples, mas que desse um afago na alma. O Natal…

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Estamos quase acabando o nosso especial de Natal, e olhando para todas as receitas que fizemos, senti falta de uma simples, mas que desse um afago na alma. O Natal não é sobre morrer de comer, mas sobre estarmos juntos, preenchendo o coração com o amor que nos cerca. Essa receita traduz bem isso, ela é muito simples, ingredientes comuns e especiais.

A gemada é uma receita norte americana, por lá eles chamam de Eggnog. E veja bem, ela foi criada para ser servida no Natal! Lá em cima, o clima nessa época é bem frio e a bebida ajuda a aquecer todo mundo. Para os adultos é acrescentado alguma bebida alcoólica, como o conhaque ou o rum. Fiz uma versão virgem e sem muitos temperos, se quiser ousar coloque noz moscada e cravo na mistura, fica incrível! Sei que o nosso clima é tropical e vamos estar no verão em breve, mas muitos lugares ficam chuvosos por semanas, e o frio que chega com essa água toda, merece um copo quente dessa delícia!

Gemada

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Serve: 1 Tempo de preparo: Tempo de cozimento:

INGREDIENTES

  • 1 gema
  • 1 copo de leite
  • 1 col. de sopa de acúcar
  • 1 col. de chá

PREPARO

  1. Em uma tigela bata a gema e o açúcar até obter uma pasta bem clara;
  2. Acrescente a canela e bata bem;
  3. Ferva o leite e acrescente ele à mistura ainda fervente;
  4. Bata bem e sirva ainda quente.

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Creme de espinafre https://autoral.sundayslices.com/creme-de-espinafre/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=creme-de-espinafre Wed, 07 Nov 2018 00:58:53 +0000 http://autoral.sundayslices.com/?p=4085 Cozinhar pode ser difícil sim, pode ser bagunçado, ocupar tempo e dar errado. Eu não tenho solução mágica pra te dar, só tenho uma dica honesta: isso passa quando cozinhar…

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Cozinhar pode ser difícil sim, pode ser bagunçado, ocupar tempo e dar errado. Eu não tenho solução mágica pra te dar, só tenho uma dica honesta: isso passa quando cozinhar vida rotina, fica normal e não só aquele dia que você quer fazer algo diferente no seu dia. A gente fica mais rápido, menos caótico, reconhece antes de fazer a receita, se ela vai funcionar (o que eu particularmente acho uma maravilha pra você parar de se frustrar e comer comida não tão boa…).

É por isso que eu vim te ensinar essa sequência de sopas. Se você é do time “sopa não é jantar”, clica ali nas categorias e clica em jantar, prometo outras receitas descomplicadas pro fim do dia. Eu sou super da sopa, creme… Nessa época de chuvas então! Acho nutritivo, rápido (Você pode por as batatas pra cozinhar e ir tomar seu banho pós trabalho, por exemplo), e aconchegante demais.

Hoje te ensino esse creme de espinafre, ou sopa de espinafre, se preferir. Ela leva três ingredientes e temperos, e demora 45 minutos pra fazer. “Thamires, você disse jantar rápido!”, disse e sei que você espera o seu delivery por uma hora. E como te contei lá em cima, se você se acostumar com o ambiente da cozinha, vai levar menos tempo e vai aproveitar o tempo de cozimento pro banho, pra ligação pra namorada, mãe…

Creme de espinafre

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Serve: 4 Tempo de preparo: Tempo de cozimento:

INGREDIENTES

  • 1/2 maço de espinafre
  • 3 batatas grandes
  • 1/2 cebola
  • 250ml de caldo de legumes
  • fio de azeite

PREPARO

  1. Descasque e cozinhe as batatas até ficarem macias;
  2. Tire as folhas de espinafre do talo (e guarde os talos pro próximo caldo de legumes ou suco verde);
  3. Corte a cebola em cubos e reserve;
  4. Em uma panela, coloque um fio de azeite e refogue a cebola,
  5. Acrescente o espinafre e refogue até soltar água;
  6. Coloque o caldo de legumes e misture bem;
  7. Em um liquidificador, bata as batatas e o espinafre com caldo de legumes até obter uma mistura homogênea;
  8. Tempere com sal a gosto.

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Scones https://autoral.sundayslices.com/scones/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=scones Wed, 08 Aug 2018 17:02:41 +0000 http://autoral.sundayslices.com/?p=3657 Scones são uma comida bem típica escocesa, apesar dos ingleses e irlandeses também fazerem bastante. Os scones podem ser tanto salgados quanto doces, com ingredientes na massa para dar textura…

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Scones são uma comida bem típica escocesa, apesar dos ingleses e irlandeses também fazerem bastante. Os scones podem ser tanto salgados quanto doces, com ingredientes na massa para dar textura e novos sabores, como queijos, frutas e ervas. Nas receitas originais, eles eram feitos com aveia ou trigo!

O mais engraçado é que os scones não têm gosto nem de biscoito, nem de bolo. Adoro dizer que eles são um híbrido dos dois. São servidos quentinhos com chás ou café. Hoje, ensino uma receita base pra scone doce, que você pode colocar frutas vermelhas, maçã, castanhas, coco e outros para dar ainda mais sabor e texturas.

Scones

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Serve: 8 scones Tempo de preparo: Tempo de cozimento:

INGREDIENTES

  • 2 + 1/2 xíc. de farinha de trigo
  • 1/3 xíc. de açúcar demerara
  • 1 + 1/2 col. de chá de fermento em pó
  • 1/2 col. de chá de sal
  • 1/2 xíc. de manteiga
  • 1/2 xíc. de creme de leite

PREPARO

  1. Coloque todos os ingredientes em um processador, na ordem em que estão listados;
  2. Retire a massa e faça uma bola com ela;
  3. Em uma forma forrada com papel manteiga, coloque a massa e pressione;
  4. Divida a massa em 8 partes;
  5. Leve para assar em forno preaquecido a 200ºC por 18 minutos ou até dourar.

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Raw Food Detox https://autoral.sundayslices.com/raw-food-detox/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=raw-food-detox Wed, 23 May 2018 11:51:50 +0000 http://autoral.sundayslices.com/?p=3207 Muitos dos meus livros foram garimpados em viagens por aí. Aliás, viajar para descobrir novos sabores, culturas, lugares e pessoas é uma grande paixão de nossa família, por isso, muitas…

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Muitos dos meus livros foram garimpados em viagens por aí. Aliás, viajar para descobrir novos sabores, culturas, lugares e pessoas é uma grande paixão de nossa família, por isso, muitas vezes nossa comida do cotidiano reflete temperos distantes. É a saudade em forma de aroma! O livro desta coluna veio de uma viagem a Buenos Aires, e está longe de falar sobre Parrilla, pelo contrário, traz os benefícios do crudismo em receitas super bacanas, que me abriram novos horizontes e perspectivas. O livro é escrito por Anya Ladra, chef especializada em comida vibrante, viva e deliciosa, e é exatamente isso que ela busca levar a quem lê o livro. Uma explosão de cores e possibilidades! O segundo capitulo traz a sugestão de um programa detox, que está ali, despretensioso, sem dizer “não faça, não coma, não pense”, apenas sugere, e caso seja de seu agrado, faça! Confesso que não sou a maior fã de seguir dietas ou programas, mas achei este tão leve e colorido que resolvi tentar o de cinco dias. Cinco dias viraram 10, 10 viraram 15 e foram duas semanas que me senti no auge de energia, vitalidade e satisfação.
Meu capitulo favorito é o de sucos e vitaminas que traz dezenas de combinações de frutas e legumes, além do mais completo (e gostoso!) suco verde que já fiz. Nunca imaginei que diria que salsinha na vitamina de melão e morango seria uma ótima ideia, ou que pimenta caiena na limonada seria uma combinação tão deliciosa. Ajudou bastante o fato de que sempre gostei muito de apenas uma super vitamina no café da manhã. Desde adolescente, fazia um grande jarro toda manhã e dividia entre meu irmão e eu. Depois que casei, o hábito diminuiu um pouco, mas pelo menos duas vezes por semana, sempre foi este meu café da manhã. Trazer então essa atividade para o cotidiano, além de agilizar a vida, foi um resgate e autoconhecimento sobre o que eu realmente gosto, e como meu corpo reage a determinados alimentos e formatos. E foi este livro que me trouxe esta consciência.
 
Outra grande descoberta foi o funcho, ou erva-doce. Como o livro é inglês, muitas vezes recorri ao tradutor para saber exatamente o que significava aquele ingrediente de nome não usual, e assim, o fennel apareceu ali no capitulo de saladas. Nunca tinha comido o funcho assim, e fui procurar nos mercados. Foi uma alegria descobrir com facilidade o ingrediente e passar a usá-lo nas saladas do cotidiano. Pesquisei mais, e descobri como usar ele cru, cozido ou assado! Uma Delícia! Quando cheguei nos capítulos de entradas e pratos principais, descobri as possibilidades da comida crua para além das saladas. Mas já confesso aqui, não segui a risca não! Na cozinha do cotidiano, muitas vezes temos que adaptar a receita à nossa cozinha, e alguns utensílios podem ser caros. Então, nestes capítulos, quando o pedido era para desidratar o alimento, eu o cozinhava mesmo, até porque meu objetivo não era seguir à risca as teorias do cru. E acredito que seja exatamente aí que resida a beleza dos livros de culinária. Eles são inspiração para sua cozinha do dia-a-dia, ideias de como alterar o cardápio de sempre, trazem novas formas de usar o mesmo ingrediente, e nem sempre precisam ou devem ser obedecidos pois o seu paladar e suas preferências nem sempre serão o mesmo de quem escreveu. E assim, a receita de hoje é a tartlet de azeitonas e tomates com base de nozes. Uma receita de prato principal, que surpreende pelo sabor incrível e não é necessário seguir o crudismo, se não for sua onda. E tá tudo bem!
A receita tem tradução livre.
Fotos: Thamires Santiago

INGREDIENTES

  • 150g de nozes
  • 80g de tomates secos (eu uso o seco mesmo, que não está no azeite)
  • 3 cogumelos Portobello grandes
  • 6 colheres de sopa de azeite extra virgem
  • 150g de azeitonas pretas picadinhas (fica a dica de investir na azeitona azapa, a diferença no sabor é grande)
  • 3 tomates italianos
  • 1 cebola roxa
  • 1 colher de sopa de vinagre balsâmico
  • 1 forma média (ou 3 pequenas, a depender de seus utensílios) de fundo removível.

PREPARO

  1. Deixe as nozes da base em demolho na água por no mínimo 3 horas. Em outro recipiente, deixe o tomate seco de molho na água morna por 15 minutos.
  2. Quando prontos, escorra a água das nozes e do tomate seco e coloque num processador até que vire uma pasta. Se achar que está muito seco, adicione um pouquinho de água, mas o objetivo é que não fique molhadinha. Adicione um pouco de sal e pimenta a gosto. Transfira a massa para a forma e pressione bem com os dedos.
  3. Caso você possua um desidratador, pique os cogumelos em grossas farias horizontais, misture com 2 colheres de sopa de azeite e coloque no desidratador a 46° por pelo menos 2 horas, até que fiquem com aspecto de cogumelos salteados. Caso não possua, faça os cogumelos salteados na frigideira ao final da montagem. Para saltear, use 2 colheres de sopa de azeite e sal, e os coloque na frigideira quente, mexendo sempre. Assim que ficarem macios, estão prontos.
  4. Coloque as azeitonas pretas picadas e 2 colheres de sopa de azeite no processador até formar uma pasta grossa. Reserve. Coloque os tomates picados, a cebola e 2 colheres de sopa de azeite no processador para misturar apenas, sem deixar formar uma pasta. Transfira para uma cumbuca grande, tempere com sal e deixe descansar por 30 minutos. Após 30 minutos, escorra o liquido dos tomates e adicione o vinagre balsâmico.
  5. Retire a base de nozes da forma e preencha com camadas da azeitona, do tomate e do cogumelo.
  6. Sirva imediatamente!

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O que tem na geladeira!? https://autoral.sundayslices.com/o-que-tem-na-geladeira/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=o-que-tem-na-geladeira https://autoral.sundayslices.com/o-que-tem-na-geladeira/#comments Mon, 23 Apr 2018 12:41:45 +0000 http://autoral.sundayslices.com/?p=2826 “Eu não consigo viver sem livros”, diz um imã amarelo grudado em minha geladeira. E ele não poderia estar mais correto. Meu marido e eu participamos, sem dúvida, da estatística…

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“Eu não consigo viver sem livros”, diz um imã amarelo grudado em minha geladeira. E ele não poderia estar mais correto. Meu marido e eu participamos, sem dúvida, da estatística de pessoas que compram livros para colocar na fila e ler em breve. Entrar em uma livraria e escolher nossa próxima leitura é, desde nossa adolescência, um programa super divertido. Outra grande alegria em minha vida é cozinhar! É na cozinha que a alma da casa vibra, que as sensações pulsam e os melhores papos da festa acontecem. Estar ali, no comando de cortes, chiados, tilintares e pratos vivos, e dar vida ao alimento que nos energiza, me traz alegria e conforto. É ao lado das panelas que me encontro feliz.

Nada mais natural então, do que unir essas duas paixões, e assim, meus livros de gastronomia com suas receitas mágicas e inspiradoras ficam ali, num balcão da cozinha, bem à mão, bem fácil e prontos para alegrar a movimentação do melhor lugar da casa. Quando resolvi contar, tinha ali mais de 40, a maioria adquirido por mim em viagens ou idas rotineiras à livraria e ao sebo, mas alguns chegaram a mim por meio de avós, pessoas queridas, doações ou presentes, e estes, mesmo que não sejam livros incríveis, me são muito queridos. Nesta coluna pretendo falar um pouquinho de cada um deles, do que suas páginas permitirão criar na cozinha, os sabores que poderão oferecer e as sensações que me fizeram sentir. Então, abre espaço na biblioteca, porque ideias de boas leituras e práticas receitas é o que não vai faltar!

Neste primeiro encontro, decidi falar sobre o livro que no último ano tem sido meu fiel escudeiro. Sem exagero algum afirmo: abro este livro no mínimo duas vezes na semana! Seja para inspirações ou para conferir uma receita. Ele foi escrito por uma musa da culinária brasileira e sua equipe, e aliás, que equipe! Tudo por eles publicados é de um capricho e carinho que fazem cada página virada ser uma deliciosa descoberta, e em minha casa, esse livro é o campeão da coleção. Estou falando de Rita Lobo e sua Panelinha que testam as receitas com afinco e exatidão até chegar ao melhor ponto, e nos entregam de bandeja os mapas dos melhores e mais simples tesouros gastronômicos. Esse livro do meu coração é “O que tem na geladeira”. Nele, ingredientes básicos da feira ganham diversos formatos e possibilidades, mostrando o quão fácil é sair da rotina com uma beterraba. Desde a tradicional batata inglesa, ao complicado de achar palmito fresco, o livro traz receitas básicas e inusitadas, e ótimas formas de usar (e jamais perder!) nossos alimentos.

A receita que trago deste livro não é a mais incrível ou transformadora, mas é aquela que me traz lembranças e aquece o coração: creme de milho! O creme de milho é uma instituição em minha família, que vem da minha avó materna e se tornou o carro chefe na cozinha de minha mãe. Passei grande parte da vida tendo o creme de milho como estrela do almoço de fim de semana. Porém, há cerca de 10 anos, eliminei o leite e derivados de minha dieta cotidiana, e o creme de milho de minha mãe usa e abusa do creme de leite. Fiquei sem meu prato querido. Minha mãe tentou modificar a receita, mas nada parecia igual, e eu preferia ficar sem mesmo.

Eis que surgiu este livro em minha vida, e lá estava ela, a receita do creme de milho! Bem diferente da receita de minha mãe, mas o convite a testá-la me encheu os olhos e o coração de alegria, e lá fui eu; substitui o leite animal pelo leite de coco que faço em casa toda semana, investi no milho orgânico e testei! Foi um sucesso em minhas papilas gustativas, e ouso dizer, achei melhor que o da minha mãe! Uma receita diferente da dela, mais cremosa e com maior sensação do milho, e um alento de poder novamente apreciar este prato que tanto sentia falta. Melhor ainda é a possibilidade de oferecer ao meu filho e continuar a tradição familiar.

creme de milho

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Serve: 4 Tempo de preparo: Tempo de cozimento:

INGREDIENTES

  • 4 espigas de milho verde - ou 2 xíc. de milho debulhado
  • 1 1/2 xíc. de leite de coco
  • 1/2 cebola
  • 1 col. de sopa de oleo de coco
  • sal e pimenta do reino moída na hora
  • 1 colher de chá de açafrão da terra
  • 1 punhado de cebolinha

PREPARO

  1. Lave bem as espigas de milho​ – aqui já compro sem palha e cabelos.
  2. Debulhe os milhos, colocando-os em cima de uma tábua ou assadeira e passando a faca de cima para baixo, retirando assim todos os grãos. Reserve tudo em uma vasilha.
  3. Pique fino a cebola.
  4. Bata a metade – ou 3/4 – do milho debulhado no liquidificador com o leite de coco. A quantidade de milho que você bate, depende de como gosta do creme, com mais ou menos grãos inteiros.
  5. Em uma panela no fogo médio coloque o óleo de coco, a cebola, o sal, a pimenta e refogue por cerca de 1 minuto.
  6. Acrescente os grãos de milho não batidos e refogue até os milhos ganharem uma cor mais viva e brilhante.
  7. Adicione o açafrão e a mistura do milho e leite de coco a panela, misture bem e deixe em fogo baixo cozinhando por cerca de 10 minutos ou até engrossar, mexendo de vez em quando pra não grudar.
  8. Finalize com as cebolinhas picadinhas e sirva bem quentinho!

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