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A gemada é uma receita norte americana, por lá eles chamam de Eggnog. E veja bem, ela foi criada para ser servida no Natal! Lá em cima, o clima nessa época é bem frio e a bebida ajuda a aquecer todo mundo. Para os adultos é acrescentado alguma bebida alcoólica, como o conhaque ou o rum. Fiz uma versão virgem e sem muitos temperos, se quiser ousar coloque noz moscada e cravo na mistura, fica incrível! Sei que o nosso clima é tropical e vamos estar no verão em breve, mas muitos lugares ficam chuvosos por semanas, e o frio que chega com essa água toda, merece um copo quente dessa delícia!
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]]>É por isso que eu vim te ensinar essa sequência de sopas. Se você é do time “sopa não é jantar”, clica ali nas categorias e clica em jantar, prometo outras receitas descomplicadas pro fim do dia. Eu sou super da sopa, creme… Nessa época de chuvas então! Acho nutritivo, rápido (Você pode por as batatas pra cozinhar e ir tomar seu banho pós trabalho, por exemplo), e aconchegante demais.

Hoje te ensino esse creme de espinafre, ou sopa de espinafre, se preferir. Ela leva três ingredientes e temperos, e demora 45 minutos pra fazer. “Thamires, você disse jantar rápido!”, disse e sei que você espera o seu delivery por uma hora. E como te contei lá em cima, se você se acostumar com o ambiente da cozinha, vai levar menos tempo e vai aproveitar o tempo de cozimento pro banho, pra ligação pra namorada, mãe…
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]]>O mais engraçado é que os scones não têm gosto nem de biscoito, nem de bolo. Adoro dizer que eles são um híbrido dos dois. São servidos quentinhos com chás ou café. Hoje, ensino uma receita base pra scone doce, que você pode colocar frutas vermelhas, maçã, castanhas, coco e outros para dar ainda mais sabor e texturas.

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]]>Nada mais natural então, do que unir essas duas paixões, e assim, meus livros de gastronomia com suas receitas mágicas e inspiradoras ficam ali, num balcão da cozinha, bem à mão, bem fácil e prontos para alegrar a movimentação do melhor lugar da casa. Quando resolvi contar, tinha ali mais de 40, a maioria adquirido por mim em viagens ou idas rotineiras à livraria e ao sebo, mas alguns chegaram a mim por meio de avós, pessoas queridas, doações ou presentes, e estes, mesmo que não sejam livros incríveis, me são muito queridos. Nesta coluna pretendo falar um pouquinho de cada um deles, do que suas páginas permitirão criar na cozinha, os sabores que poderão oferecer e as sensações que me fizeram sentir. Então, abre espaço na biblioteca, porque ideias de boas leituras e práticas receitas é o que não vai faltar!
Neste primeiro encontro, decidi falar sobre o livro que no último ano tem sido meu fiel escudeiro. Sem exagero algum afirmo: abro este livro no mínimo duas vezes na semana! Seja para inspirações ou para conferir uma receita. Ele foi escrito por uma musa da culinária brasileira e sua equipe, e aliás, que equipe! Tudo por eles publicados é de um capricho e carinho que fazem cada página virada ser uma deliciosa descoberta, e em minha casa, esse livro é o campeão da coleção. Estou falando de Rita Lobo e sua Panelinha que testam as receitas com afinco e exatidão até chegar ao melhor ponto, e nos entregam de bandeja os mapas dos melhores e mais simples tesouros gastronômicos. Esse livro do meu coração é “O que tem na geladeira”. Nele, ingredientes básicos da feira ganham diversos formatos e possibilidades, mostrando o quão fácil é sair da rotina com uma beterraba. Desde a tradicional batata inglesa, ao complicado de achar palmito fresco, o livro traz receitas básicas e inusitadas, e ótimas formas de usar (e jamais perder!) nossos alimentos.
A receita que trago deste livro não é a mais incrível ou transformadora, mas é aquela que me traz lembranças e aquece o coração: creme de milho! O creme de milho é uma instituição em minha família, que vem da minha avó materna e se tornou o carro chefe na cozinha de minha mãe. Passei grande parte da vida tendo o creme de milho como estrela do almoço de fim de semana. Porém, há cerca de 10 anos, eliminei o leite e derivados de minha dieta cotidiana, e o creme de milho de minha mãe usa e abusa do creme de leite. Fiquei sem meu prato querido. Minha mãe tentou modificar a receita, mas nada parecia igual, e eu preferia ficar sem mesmo.
Eis que surgiu este livro em minha vida, e lá estava ela, a receita do creme de milho! Bem diferente da receita de minha mãe, mas o convite a testá-la me encheu os olhos e o coração de alegria, e lá fui eu; substitui o leite animal pelo leite de coco que faço em casa toda semana, investi no milho orgânico e testei! Foi um sucesso em minhas papilas gustativas, e ouso dizer, achei melhor que o da minha mãe! Uma receita diferente da dela, mais cremosa e com maior sensação do milho, e um alento de poder novamente apreciar este prato que tanto sentia falta. Melhor ainda é a possibilidade de oferecer ao meu filho e continuar a tradição familiar.
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