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O post Pico de gallo de manga apareceu primeiro em sunday slices.
]]>A gente se uniu, porque levar mais pessoas para a cozinha é o meu lema, e quando três caras fazem esse movimento, é muito especial. A cozinha é tida como um lugar de mulheres (no dia-a-dia, porque quando a cozinha é profissional, o lugar vira só deles), e ainda bem que isso tem mudado. Se você tem boca e come, você também é responsável pela produção de comida aí na sua casa! E fazer comida não é só sobre picar e grelhar. Começa lá atrás, nas nossas escolhas. Ir até à feira e comprar de quem produz já é uma escolha incrível, pois fomenta a economia da nossa cidade. O que levar para casa também é uma escolha de peso: procure produtos sazonais, pense no que você vai mesmo usar, para evitar desperdício.

Fomos à feira pensando em um menu mexicano, que agrada a todo mundo. Essa comida vai além de fast food de nachos! O México sabe bem o que é comer comida de verdade. Um dos pratos mais famosos de lá é o pico de gallo. Ele é usado como um acompanhamento, um molho que consegue ir desde preparações simples às mais complexas. Para gente, aqui no Brasil, ele lembra um vinagrete, mas cortado bem pequenino e com mais caldo.
Para aproveitar o verão e a quantidade de mangas que vimos na feira, fiz uma versão refrescante do pico de gallo que leva essa fruta deliciosa no lugar dos tomates. Manga, pepino e cebola roxa… simples assim. Cortados pequenos, bem temperados. A gente aproveitou e colocou a pimenta-jalapenho, que pode facilmente ser substituída pela dedo-de-moça ou nenhuma, se você não for muito fã da “picância”.

O pico de gallo pode ser um ótimo acompanhamento para carnes de porco, para uma salada de folhas, para uma quiche de queijo ou inclusive para substituir o vinagrete do churrasco! Ele tem um sabor sem igual, misturando o adocicado da fruta, a acidez da cebola e a textura do pepino.

Uma delícia servir gelado.
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]]>O post Limonada diurética apareceu primeiro em sunday slices.
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Te indico essa limonada pra você mulher com tpm. A gente nesse período fica bem inchada e além da redução dos líquidos, o abacaxi te dá uma mão pra não ter tantas dores no corpo! Ajudam com a celulite, a pressão sanguínea… Mas todos esses efeitos a gente vê quando incorpora os alimentos na rotina! Não vai ser só um copo desse suco que vai fazer você perceber tanta mudança.

Por isso repeti tanto que o grande desafio é entender o seu corpo, as necessidades dele, o que os alimentos podem fazer por você e mais, aprender a incorporar eles na sua rotina de uma forma que você goste, assim existe uma possibilidade maior que de você vai repetir as receitas!
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]]>O post Suco digestivo apareceu primeiro em sunday slices.
]]>Eu não como saudável pra ser magra, até porque esse conceito é muito limitado. Estou sempre pensando (e devo um obrigada as crianças por isso) lá na frente! Em como saudável para estar disposta, como para dar ao meu corpo, suporte pra lidar com a dinâmica cada dia mais estressante que é viver (inclusive pra amenizar o estresse). E através dos anos a gente passou a subestimar o poder dos alimentos, das ervas, das misturas indígenas, das tradições passadas década após década que fizeram a gente sobreviver e chegar até aqui.

E olha, não me entenda mal, eu tomo remédio quando necessário, faço exames, frequento meus médicos, mas acredito que a gente tem muito que aprender com a terra, com o que vem dela, e pode com a ajuda dos alimentos, previnir e remediar alguns sintomas. Esse suco é sobre usar o que temos em casa, pra fazer uma receita deliciosa e de bônus nutrir o nosso corpo com aquilo que a gente precisa.
Tanto o morango, quanto a beterraba e o chá de hibisco tem uma coisa em comum que a maioria não sabe: fazem maravilhas pro seu sistema digestivo! O que tornou o chá de hibisco famoso, foi justamente a capacidade dele de ajudar na digestão eliminando os resíduos rapidamente, o que contribui pra perda de peso. Falando agora da receita, ela é doce, tranquila de fazer e extremamente refrescante! Uma opção ótima pra começar o dia, ou pra tomar no meio da tarde.
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]]>O post Ceviche de caju apareceu primeiro em sunday slices.
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Para nossa versão vegana, o caju vem para substituir o peixe. A doçura dele se contrapõe maravilhosamente com a acidez do limão. Essa receita é prática, não leva muito tempo para preparar e é uma entrada perfeita para o jantar que você quer impressionar.


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]]>O post Tartar de abacate apareceu primeiro em sunday slices.
]]>O prato é de origem alemã, mas graças aos franceses que ele se popularizou. O steak tartar tem origem bárbara, de um povo (os tártaros) que habitaram a Europa. Essa é uma das versões da sua origem, a outra é que a receita teria surgido com Átila e os seus guerreiros, por volta do século 5. Para aproveitar a carne dos cavalos que morriam, eles a armazenavam nas celas de seus cavalos para amaciar antes de preparar. Eles temperavam a carne cortada com ervas e raízes, uma refeição simples que não precisava de cocção e que era conhecida entre eles por ser comida de guerreiros fortes, já que nenhum estômago delicado aguentava essa iguaria. Só com a popularização dos franceses que a receita passou a ser o que é comido hoje, inclusive a adição do ovo é mérito deles.
A nossa versão vegetariana é crua também, dispensa cocção e é uma entrada maravilhosa! Abacate cortado em cubos, com tomate também picado, acrescidos de um suco de limão, sal e pimenta. Você pode incrementar com ervas e outros, a gente preferiu servir com um molho bem gostoso, que dá uma sensação de frescor ainda maior para o prato! Leve, fácil de fazer e como leva abacate, um fruto rico em gorduras boas, dá saciedade por mais tempo.

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]]>O post Simplificando a cozinha vegana – Pt 1 apareceu primeiro em sunday slices.
]]>Pensando bem, quando converso com pessoas que se interessam e me fazem perguntas sobre a alimentação à base de plantas, o que elas realmente querem saber é como se virar na cozinha usando somente produtos de origem vegetal. A maioria de nós tem como referência os pratos montados com carnes e frangos e peixes, né? Por isso, montar um prato vegano parece algo bastante intimidante. “Por onde eu começo?” é o que elas querem saber.
Foi por isso que eu decidi começar esta série de posts e tentar mostrar um pouco o que eu aprendi ao longo destes anos. E adivinha o que eu tenho para dizer? “Na verdade, cozinhar vegano é muito simples”.
A primeira coisa que eu quero dizer para vocês é que, no prato vegetariano, os acompanhamentos são o prato principal. Consegue imaginar? Em vez de comer peixe assado acompanhado de arroz e legumes, você come arroz e legumes e cogumelos e verduras e salada, todos na mesma hierarquia, todos acompanhando e sendo acompanhados.
O que acontece é que as carnes, em geral, têm sabores fortes e marcantes, e por isso fica um pouco difícil combiná-las entre si. Peixe e frango, por exemplo, são dois sabores completamente diferentes e pedem para ser consumidos em refeições diferentes. Mas quando a refeição inteira é montada com o que costumamos chamar de acompanhamentos, é muito mais provável que o seu prato fique saboroso mesmo que você combine tipos diferentes de vegetais.
Por exemplo, o que define se os pimentões refogadinhos com cebola e cogumelos, que eu preparo para o almoço, combinam com o grão de bico que eu cozinhei no dia anterior, é o tempero que eu uso em cada um deles. Orégano e manjericão dão um ar italiano para os pimentões. Eu misturo o grão de bico com azeitonas, tomate seco e salsinha, tempero com azeite de oliva e vinagre balsâmico, e tenho um almoço mediterrâneo. Mas se decido temperar os pimentões e cogumelos com açafrão e um pouquinho de curry, então o grão de bico vai para o processador com alho, limão e tahine até virar uma pastinha, e tenho um almoço árabe, com hummus e vegetais. Percebeu? A base é a mesma e o resultado é completamente diferente.
Foi só quando virei vegana que comecei a perceber a versatilidade desses ingredientes que, em um prato convencional, eram subestimados e tratados como meros coadjuvantes. E o que acontece quando os legumes viram os protagonistas é que, como num passe de mágica, uma castanha de caju deixa de ser apenas um snack e passa a ser a base do seu molho bechamel, da mousse de chocolate, do sorvete de baunilha. Depois de um tempo, você olha para uma panela de feijão cozido e consegue ver uma sopa, um hambúrguer e um brownie de chocolate duplo com calda de caramelo.
Por isso, essa é uma das primeiras dicas que eu dou para quem está querendo se aventurar pela culinária vegê: comece a conhecer os seus ingredientes, mesmo que bem aos pouquinhos, e vá desenvolvendo uma intimidade com as texturas, os temperos e as possibilidades. Antes de virar vegana, eu olhava para a culinária à base de vegetais e via tudo o que faltava: bolo sem ovo, queijo sem leite, sushi sem peixe. Hoje, eu vejo tudo o que entrou na minha cozinha: bolo com farinha de linhaça, queijo com macadâmia fermentada, sushi com cogumelos e avocado. Não é melhor nem pior do que antes, é só diferente. E muito, muito divertido!
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]]>O post Golden milk apareceu primeiro em sunday slices.
]]>Quando eu falo finalmente, você deve pensar que eu torci por isso, mas a verdade é que eu adoro essas tendências! Elas permitem que alguns ingredientes incríveis que temos a mão, se tornem protagonistas em receitas simples, que de fato podem trazer benefícios. Aí você me pergunta: se tomar um golden milk pela manhã vai de fato te deixar melhor em alguma coisa… Bom, eu não aguento beber a mesma coisa todos os dias! Amo a falta de rotina na minha rotina, mas acho mesmo que balancear o que usamos no dia-a-dia pode trazer benefícios ao corpo.
Comer não é apenas satisfazer um desejo que a gente tem, é nutrir mesmo. É uma maneira de cuidar de si, de fortalecer o que anda ruim. A gente foi se afastando, ao longo do tempo, da nossa própria comida. De como ela é cultivada, de como ela chega aos mercados, de quantas propriedades ela tem. E sim, é chavão tilelê hippie da modernidade, mas não é, ao mesmo tempo. A medicina Chinesa está aí a centenas de anos batendo nessa tecla: os remédios têm princípios ativos vindos da natureza, porque não entender que incluir na sua dieta aquilo que supre o que está escasso é a melhor forma de nutrição?
Para isso, segura essa receita que sim, pode te ajudar a dar uma boa fortalecida no sistema imunológico! Ah, e não só nele, o açafrão também pode te ajudar em problemas digestivos, ajuda no funcionamento do fígado, alivia as dores do período menstrual e muito mais (mesmo, eu podia fazer uma longa lista). Aproveita o clima de inverno e faça essa bebida quentinha. Só abre a cabeça, porque no primeiro gole pode ser estranho, já que usamos açafrão em receitas salgadas e esse leitinho quente é doce. O nome golden vem daí, o açafrão vai deixar ele bem douradinho. Cuidado para não pesar na medida, ou ele não dilui.
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]]>O post Requeijão Vegano apareceu primeiro em sunday slices.
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Hoje, eu compartilho com você a receita de um requeijão vegano. Lembra requeijão? A textura fica bem parecida, ele fica bem branquinho e passar no pão é a melhor maneira de comer! É feito de castanhas de caju de molho em água, que é a base pra muita receita de molho branco vegano, cremes e afins. O sabor é leve, e você pode mudar a expectativa pensando nele como uma pasta incrível para passar numa baguete, um homus completamente novo para o seu paladar!
Fotos: Thamires Santiago
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]]>O post Flax & Kale – Barcelona apareceu primeiro em sunday slices.
]]>Não lembro como o conheci ou quem me indicou, mas já sou frequentadora do Flax and Kale desde que cheguei a Barcelona. A graça de ir com certa frequência em um mesmo restaurante é poder provar o menu inteiro, mas eu tenho problemas com isso. Sou completamente a favor do “não mexe no time que está ganhando”, mas juro que lá eu consigo, pois, a carta deles é grande e dá vontade de comer tudo. A Teresa Carles é uma cozinheira visionária que quis utilizar os melhores produtos das terras da sua família para criar receitas saborosas e saudáveis. Já na entrada do restaurante tem uma vitrine gelada enorme com vários sucos e smoothies cold-pressed. São lindos, com nomes criativos, cores chamativas, saudáveis e deliciosos.
O restaurante sempre está cheio, seja no brunch, almoço ou jantar. Tem vários ambientes, salas mais íntimas, mesas compartilhadas e mesas ao ar livre no terraço, que tem até uma horta no meio. Éramos três pessoas e nos sentamos no salão principal ao lado das janelas da fachada. Para começar pedimos vinho, caña (chopp aqui na Espanha) e um green slim fit, suco verde que leva maçã, espinafre, erva-doce, gengibre, rúcula, limão, salsinha e aipo. Sério, os sucos sozinhos já são uma refeição! Eu passo longe deles quando vou almoçar ou jantar, mas sempre levo um para casa para servir de lanche.
Pedimos duas entradas e essas eu não troco de jeito nenhum! A primeira é um clássico da casa, o kale chips. São chips de couve-de-folhas (não, não é a couve comum) desidratados e com pedacinhos de alho. Gente, é muito gostoso! Até meu namorado que não é muito entusiasta das comidas amou. A segunda entrada era um mix de cogumelos da temporada feitos no vinho branco e leite de coco, sobre uma fatia de pão de espelta e cinco cereais, finalizados com tomilho e trufa negra. O ideal é dividir essa entrada entre duas pessoas, pois vem muito bem servida. Escolher o prato principal no Flax and Kale é difícil. Eu sou o tipo de pessoa que fica tensa com muitas opções e eles tem várias. Pelo menos todo o cardápio vem com uma legenda mostrando se o prato é raw food, vegetariano, glúten free ou à base de peixe azul (atum ou salmão), o que ajuda um pouco a escolher se você tem algum tipo de restrição.


Eu e meu namorado acabamos pedindo dois pratos para dividir entre nós. Escolhemos o hambúrguer de atum com cebolinha, servido no pão integral com carvão ativado, gengibre e maionese de wasabi acompanhado de cenouras assadas. E o tagliatelle com espirulina, dados de salmão selvagem, pesto de kale e queijo parmesão, meu favorito da casa. Minha mãe foi no ravióli de espinafre com tofu, champignon, ricota e castanha de cajú, molho verde, queijo parmesão vegano, sobre uma camada de berinjelas assadas. Todos os três pratos vinham com uma quantidade ótima de comida, inclusive sobrou um pouco de cada!


O F&K é um restaurante de preço médio aqui em Barcelona. Como são comidas ecológicas, de km0, com qualidade, sabor e pratos bem servidos, vale o que eles cobram. O chips de kale por exemplo custa 3,85€ e o tagliatelle com dados de salmão 15,50€. No total pagamos 70€ entre três pessoas e saímos felizes! Como a ideia aqui no SS é ser sincera, então, lá vai: eu não costumo comer as sobremesas de lá. Meu negócio é tentar comer direitinho e me acabar nas sobremesas gordas e zeros saudáveis. É a vida! Então, saímos de lá e passamos em uma confeitaria maravilhosa que fica bem pertinho. Mas, essa história vai ficar para um próximo post aqui!
¡Buen provecho!
Fotos: Mariana Dias
Flax & Kale – Tallers: Carrer dels Tallers 74b, 08001 Barcelona. (+34) 933 175 664
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]]>O post Menos carne e mais legumes, por favor! apareceu primeiro em sunday slices.
]]>A SVB acredita que a substituição da proteína animal pela proteína vegetal será uma realidade cada vez mais frequente, seja em escolas, restaurantes populares, no mercado e na sociedade como um todo. A campanha para conscientização sobre os impactos do consumo de produtos de origem animal iniciou nos Estados Unidos em 2003 e mobiliza, hoje, mais de 40 países na redução do consumo de carne entre outros produtos derivados. No Brasil, a campanha começou em 2009 e já alcança diversos estados.
Fonte: http://www.segundasemcarne.com.br
Foto: Thamires Santiago – Carne de jaca da Fazenda Burin.
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