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O post Pi Pizza – Dublin apareceu primeiro em sunday slices.
]]>Minha primeira coluna aqui no site e eu tenho um monte de lugar legal para falar sobre, aqui em Dublin, na Irlanda, mas resolvi começar com uma boa (e coloca boa nisso) pizza! O PI abriu há poucos meses em uma localização super central da cidade, perto do Temple Bar e Grafton Street.

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O Temple Bar é uma área turística da cidade com alguns pubs antigos, outros nem tanto, mas super tradicional e que todo mundo que visita a cidade deve conhecer. A Grafton Street já é uma rua de compras bem no centro da cidade e que também vale a visita.
A verdade é que pizza, muito lugar faz, mas pizza boa dá pra contar nos dedos, né? Aqui em Dublin não é diferente. Essa foi a minha primeira vez no PI. Demorou um pouco para eu e o marido experimentarmos essa delícia, mas não por falta de vontade! Às vezes as pessoas fazem fila na porta esperando por uma mesa, já que eles não fazem reserva. Dessa vez tivemos sorte!
Eu pedi uma pizza de presunto, mussarela de búfala, tomate e rúcula. O Ronan pediu uma Margherita. Assada em um forno à lenha, a massa é leve, macia e no ponto. Os recheios são frescos e bem selecionados. Definitivamente as pizzas do PI estão entre as melhores que já experimentei. Já os preços, honestamente, não são muito atrativos. As pizzas, que são individuais, mas podem ser divididas dependendo da fome, variam entre €9,50 e €16.

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Eles também oferecem uma variedade de molhos feitos no próprio restaurante que são uma delícia. Curiosidade: aqui na Irlanda, eles comem pizza com um molhinho do lado. A maioria das vezes é um molho de alho, mas também pode ser homus, alho e manjericão, chipotle…
Outra coisa que nos chamou a atenção foi a quantidade de pizzas vegetarianas no cardápio (um mundo muito além da Margherita). E elas são a maioria! Apenas dois sabores incluíam algum tipo de carne. Então, se você é vegetariano, ama uma boa pizza, o PI é uma excelente opção.
PI: 10, Castle House, George’s Street, Dublin 2
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]]>O post Copenhague – PARTE I apareceu primeiro em sunday slices.
]]>Capital da Dinamarca, Copenhague era para mim mais um pontinho no mapa. Eu não conhecia muito sobre o país, menos ainda sobre a cidade, que fazia eco na minha cabecinha à marca de chocolate vendida no Brasil.
Eis que decidimos passar quatro dias no berço da cultura nórdica e tudo mudou. Descobri que eles ainda têm rainha no governo, que o frio pode ser aconchegante sim e que o passado dos vikings que criaram a cidade deu lugar à tecnologia de ponta e à arquitetura sustentável. Que a maioria da população se locomove em bicicleta faça frio ou faça mais frio. E isso é apenas a pontinha do iceberg.

Para mim, Copenhague evoca : o design escandinavo, a organização coletiva impressionante baseada em muito civismo e, recentemente, o pivô da revolução gastronômica da cozinha escandinava. A Netflix começou a falar um pouco disso, em vários programas, e isso me chamou bastante a atenção. Porquê?
Aqui a razão: desde sempre, o europeu (do sul principalmente) repetia com muita arrogância que os nórdicos não tinham uma verdadeira cultura gastronômica. Isso foi até que gente como um rapaz dinamarquês chamado René Redzepi resolveu criar o que virou o “melhor restaurante do MUNDO”, o Noma. Ele e tantos outros nórdicos, como o Fäviken na Suécia, se jogaram na cozinha criativa refinada, respeitando sazonalidades e primando a qualidade dos ingredientes locais, isso tudo antes da modinha de hoje.
Aliás, os dinamarqueses, suecos e noruegueses se consagraram como precursores dessa tendência graças à algumas estrelas Michelin conquistadas com trabalho duro e a outras tantas sacadas de marketing (tipo, justamente figurar em documentários aclamados do Netflix como Chef’s Table).
Tudo isso para dizer que, ao chegar no aeroporto Kastrup, eu já estava salivando. Lendo um pouco antes sobre esse povo tão organizado e respeitador de regras eu decidi reservar meus restaurantes com antecedência – fiz bem e recomendo.
E eu já sabia que tinha que testar três coisas: frutos do mar (estando num país com 406 ilhas, parecia lógico), gastronomia tradicional e uma belezinha um tanto quanto menosprezada: o famoso cachorro-quente local. Tudo isso visitando a cidade em cima de uma bike alugada.
Logo no primeiro dia de visitas dei um jeitinho de passar perto de uma barraquinha de Pølsemand, o nome deles para o nosso “dogão”. Pesquisei antes qual seria o melhor e acabei encontrando na internet o site do DøP, abreviação de den økologiske Pølsemand, algo que em português soaria literalmente como “o cachorro-quente orgânico”. Ele é todo hipster e fofinho, do lado da torre redonda (Rundetårn), um observatório astronômico muito antigo e que vale a pena demais visitar.

Aparentemente o cachorro-quente é “o” prato típico mais famoso da Dinamarca (oi, é prato?). Estranho de entender, mas bem gostoso. O tradicional vem com salsicha de porco assada, cebolas frescas, cebolas fritas (!), picles, ketchup, maionese e o segredo dinamarquês: a “remoulade” – molho à base de maionese, creme de leite, picles, alcaparras, limão, mostarda e tantas outras coisas que eu não saberia enumerar. Definitivamente, a melhor opção de almoço num país caríssimo e que de quebra faz parte do patrimônio cultural.
Vale lembrar que no DøP eles têm opções veganas e também sem lactose.
Pedimos logo dois assim que chegou a nossa vez na fila que pegamos. As salsichas fumegantes foram a boa pedida para o clima geladinho. A única coisa negativa é que o cheiro de cebola fica com você o resto do seu dia. Ossos do oficio, fazer o quê …
(continua…)

DøP : Amagertorv 31, 1160 København, Danemark
Site: DEN ØKOLOGISKE PØLSEMAND
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]]>O post Antica Moka – Módena apareceu primeiro em sunday slices.
]]>Procurando pela Internet, encontramos o Antica Moka na saída da cidade. O restaurante está em um casarão antigo, com diversas salas, todas mantendo um clima aconchegante, como estar na casa da “Nonna”. Éramos cinco pessoas e pedimos dois menus degustação (60€ cada), um menu degustação marinho (65€) e dois pratos a la carte.
O restaurante é tão incrível que ficamos surpresos com todos os pratos que vieram. Logo de início eles trouxeram mimos de boas vindas: sopa verde com cogumelo, arroz negro para as vegetarianas da mesa e bolinhos fritos de jamón. Depois de abrir nosso apetite, chegaram duas tábuas de pães diversos com azeite de oliva da região. A sucessão de pratos do menu (5 pratos + sobremesa) foi impecável, com direito a vieiras grelhadas, risoto de camarão, carne de porco cozida em baixa temperatura com azeite balsâmico, tagliatelle de ragu, atum selado e arroz negro, entre muitos outros.

O destaque da noite foi o prato a la carte que minha mãe pediu: risoto de morangos com menta (18€). Na hora que ela escolheu, todos ficamos um pouco receosos, mas mal sabíamos como o prato nos surpreenderia! Até o fim da viagem esse continuou sendo o prato preferido! Antes de chegarem as sobremesas, nos ofereceram um “pré dessert”, para mudar nosso paladar para os próximos pratos. No final, com a conta, eles ainda trouxeram uma linda taça repleta de suspiros caseiros, totalizando em 10 pratos diferentes que provamos na noite!
Com direito a visita da chef, Anna Maria Barbieri, terminamos a noite maravilhados com o atendimento, com o local e obviamente com a comida impecável que eles servem. Uma linda releitura da comida caseira, apresentada de maneira refinada, com muito sabor e matérias primas de extrema qualidade.

Fotos: Fábio Estelita
Antica Moka: Via Emilia Est, 1496, 41126 Modena MO, Itália
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]]>O post Benedita – São Paulo apareceu primeiro em sunday slices.
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A casa abriu em março do ano passado, no bairro de Perdizes em São Paulo, mas antes disso existiu uma longa estrada até o prato que pedi agora, vatapá da vó Zenaide. Um dos sócios, Rodrigo Isaias, morou na casa onde é o espaço do Benedita hoje, durante dez anos e sempre teve uma vivência intensa no universo da cozinha tradicional brasileira de casa. Aprendeu tudo com as avós, uma paraense e uma mineira, mistura perfeita para a assinatura dos pratos do cozinheiro.

O surgimento do Benedita veio enquanto Rodrigo ainda morava na casa e junto ao sócio, Felipe, faziam refeições pra os amigos. Cada vez mais amigos iam experimentar, cresceu para grupos fechados e depois de muitos testes resolveram abrir a casa. Felipe e Rodrigo, sempre tiveram a ideia de fazer um restaurante que fosse a verdadeira cozinha brasileira de casa, e conseguiram. Em meio a tanta comida de fora do país ganhando espaço (com seu mérito) o Benedita vem como um afetuoso lembrete ao que temos de mais precioso que são nossas raízes.
Toda essa essência caseira, não para na arquitetura ou no conceito dos pratos, passa também pelo processo de base, eles fazem tudo do zero: os caldos, o leite de coco que vai no Vatapá, preparam o próprio camarão seco, o óleo de urucum, a maionese do camarão da entradinha e por aí vai. Existe um cuidado imenso nos preparos e isso pode ser sentido no sabor final.
Da última vez que fui ao Benedita, pedi de entrada o camarão do Remanso, empanado com flocos de tapioca acompanhado por uma maionese de tucupi e bolinho de arroz. Como prato principal pedi o Vatapá da Vó Zenaide, delicioso e supriu bem duas pessoas, já que havíamos pedido duas entradas. Uma boa dica também é pedir a moqueca de banana com creme salgado, talvez seja meu prato preferido da casa.

Para finalizar, pedimos uma sobremesa que nos surpreendeu, se chama Dona Alberta, um doce tradicional das casas portuguesas (creme de chantilly, farofa de biscoito maisena, ovos moles e amêndoas laminadas) é uma sobremesa leve e combinou perfeitamente com o cafezinho coado no final. Para o Benedita, minha volta é sempre certa e espero que seja em breve.

Fotos: Beatriz Xavier e Larissa
Benedita: R. Havaí, 258 – Sumaré, São Paulo-SP.
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]]>O post Quem somos nós – Larissa Santiago apareceu primeiro em sunday slices.
]]>Meu maior sonho de vida sempre foi morar fora. O que eu não sabia é que a minha experiência de meses se transformaria em anos. Em 2012, pedi demissão dos meus empregos e desembarquei em Dublin, Irlanda, sozinha. A ideia era ficar alguns meses, aprender inglês e voltar pra casa. Corta para seis anos depois: ainda estou aqui, casei com um Irlandês e adotei um cachorro. Os pés não poderiam estar mais fincados em solo irlandês.
Confesso que sim, sinto falta de casa todos os dias… do sol, da comida fresca, sucos de todas as frutas possíveis e imagináveis e do sol de novo. Mas aqui tem café, tem chá (muito chá), tem muito verde, cultura e comida do mundo todo. Aqui também tem o resto da Europa do ladinho.
Aqui tem gente de bem, gente de sorriso fácil e alegre. Eu costumo dizer que irlandês não nasceu brasileiro por um simples erro geográfico. Nós somos muito diferentes, mas muito, muito parecidos. E assim, eles me fazem me sentir um pouco mais em casa, mesmo estando à milhares de quilômetros de distância e com um oceano de quebra no meio.
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]]>O post Brutos – Paris apareceu primeiro em sunday slices.
]]>E para os momentos de nostalgia, saudade e sobretudo aqueles em que a gente precisa retomar o fôlego, porque se dá conta do absurdo quotidiano que é viver a um oceano de distância daquele quadradinho tão aconchegante chamado Brasília, eu reservo esse restaurante.

O Brutos, apesar do nome, é tudo, menos brutal. Primeiro graças à decoração minimalista – mas bem cuidada, luzes amareladas e de baixa intensidade que criam um conforto imediato, completo pelas velas e pelos delicados arranjos de flores nas mesas. Em seguida pelas músicas de fundo, sempre gostosas e bem selecionadas. E sobretudo pelo perfume acolhedor de comida grelhada que emana da cozinha. Isso tudo é obra de um casal de chefs brasileiros, Lucas Baur de Campos e Ninon Lecomte, que conseguiram de maneira muito bem-sucedida casar Brasil e França sem ter que cair nos clichês. Alias, a origem tupiniquim não é o foco da comunicação feita pelo restaurante, e ainda bem porque o Brutos é tão mais do que uma etiqueta redutora de proveniência.
As entradas variam com frequência. Pude degustar dadinhos de tapioca, pastéis caseiros recheados de chouriço e ricotta ou até coração assado (mas dessa vez de pato e salteado com cerejas). Pequenas iguarias da terrinha preparadas com o refinamento que vemos somente na bistronomia francesa mais hypada. Tudo varia de acordo com as estações, como uma boa cozinha deve ser.

A especialidade do restaurante é o grelhado na brasa e a cada vez acabo pedindo a maminha que vem com chimichurri, fritas & maionese caseira e farinha de mandioca. Vi também no cardápio peixes e legumes, mas nunca tenho coragem de abandonar meus prazeres carnívoros tão raramente saciados na França – questão de corte, para mim os pampas são imbatíveis. Os vinhos vêm da escola biodinâmica. Naturais, não destoam da moda parisiense e mostram que Ninon e Lucas sabem muito bem o que estão fazendo. Se você não conhece, dê uma chance.
No final, sempre cedo a uma sobremesa que me da um calorzinho no meu coração mineiro: banana com doce de leite e creme com coco ralado.
Quando vou ao Brutos, lembro que encontrei minha casa aqui. E tenho essa confirmação reconfortante e otimista de que é possível sim, viver entre dois mundos, se adaptar a uma outra cultura sem perder totalmente o je-ne-sais-quoi brasileiro.
Brutos: 5 rue du Général Renault 75011 – Paris
Site: www.brutosparis.com
Tél: +33 1 48 06 98 97
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]]>O post Ottolenghi Spitalfields – Londres apareceu primeiro em sunday slices.
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As raízes e influências mediterrâneas de Yotam estão presentes na comida de seus restaurantes: vegetais, saladas, molhos e temperos inusitados. A filosofia do chefe é simples: fazer as pessoas felizes por meio da comida. Ao chegar no restaurante, percebemos claramente essa intenção: as saladas e as guloseimas estão dispostas de uma maneira linda. É de dar água na boca. O cardápio muda diariamente e, além de almoço e jantar, há drinks com combinações surpreendentes, vinhos de origens incomuns, sobremesas lindíssimas! Às vezes vou lá só para a sobremesa e o café, pois é mesmo maravilhoso.

O cardápio de almoço inclui a combinação de duas ou mais saladas e alguns preparos feitos na cozinha. Quando estou com vontade de comer fora para explorar novos sabores, me alimentar com responsabilidade e me sentir bem, Ottolenghi é uma das melhores opções que encontro por aqui. Uma comida colorida, rica em sabores, diferentes texturas e bem temperada com ervas e especiarias de toda parte do mundo. Adoro a abóbora assada com cebolas roxas, tahine e za’atar. Também tem receitas formidáveis com berinjelas. Cada garfada, uma emoção. A gente sempre sai de lá feliz, leve e sentindo que fez bem a si mesmo.

Fotos: Leiliane Valadares
Ottolenghi Spitalfields
50 Artillery Lane
Londres E1 7LJ
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]]>Sempre quando vou lá como as unhas, o creme de cupuaçu com farinha de tapioca, e se a fome estiver grande mesmo, um caldinho de caranguejo ou camarão para complementar. Eu gostaria de poder ir lá toda semana, mas como sou meio sem limites no quesito aproveitar muito bem uma comida bem feita e saborosa, eu provavelmente terminaria o mês rolando por aí.

Em relação a preço, acho que é justo pela quantidade de comida que vem, mas não são preços de lanchonetes da região, porque o Du Pará tá mais para um híbrido de lanchonete e restaurante.
Chegar no Brasil e ser recepcionada por essa comida tão brasileira, não teve preço. Estava com muita saudade! E me desculpem não ter mais fotos, já conseguem imaginar a afobação da garota depois de mais de ano sem comer lá, né?
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]]>O post FOC – Barcelona apareceu primeiro em sunday slices.
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Quando a gente mora fora do Brasil, direto dá aquele aperto, aquela falta das pessoas de lá, a saudade e a vontade de sentir aquele sabor brasileiro. O FOC tem comidas latinas, então direto a gente acaba por lá para se sentir em casa. Num domingo de muito sol e fim de verão, fomos para lá. Chegamos com muita fome e exageramos nos pedidos!

Éramos quatro pessoas e pedimos duas entradas para acompanhar nossas cervejas. A primeira foi uma porção de mandioquinha frita (4,70€) muito bem servida e depois o “street veggies” (7,40€), uma tábua com vários legumes grelhados acompanhados de homus de beterraba que é incrível, tanto pela variedade (vem milho, abobrinha, berinjela, alho poró, cebola…) quanto pela quantidade e sabor.

Pedimos dois tipos de pratos principais: carne e peixe. Minha escolha foi a moqueca baiana (sim, sim, sim! Moqueca aqui em Barcelona), com azeite de dendê e leite de coco. É deliciosa, vem em uma panela toda bonitinha e de acompanhamento uma cumbuquinha de arroz branco. Neste restaurante eles fazem com bastante legumes, cubos de peixe e um mísero camarão de enfeite. De carne foram duas porções de “entraña”, a nossa fraldinha, acompanhada de batatas fritas e molho chimichurri (14,60€). Ambos os pratos com quantidade generosa e linda apresentação.

Como é um restaurante latino, tem várias opções deliciosas que já comemos outras vezes, como o ceviche, asinhas de frango mexicanas, sanduíches, picanha com arroz e feijão, coxinha e tacos. Alguns detalhes nos fazem gostar ainda mais do FOC, na decoração deles tem várias fotos do Brasil, representado pelo Rio de Janeiro, Niterói e Pelé, além de várias frases em português. Inclusive, fecho esse texto com um pedido que vem na bolacha de chopp de lá: “mais amor por favor”.
Fotos: Fábio Estelita
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]]>O post Fish and Chips do Poppie’s – Spitalfieds Market Londres apareceu primeiro em sunday slices.
]]>Um dos pratos mais populares do Reino Unido é o fish and chips, o famoso peixe com fritas. Trata-se de um filé de peixe em tamanho bem generoso empanado e frito, servido com batatas fritas. A gente o encontra nos cardápios dos mais simples aos mais sofisticados restaurantes, incluindo os pubs – afinal uma fritura vai muito bem com uma caneca de cerveja.

Já comi fish and chips em muitos lugares aqui em Londres e um dos meus prediletos é o do Poppie’s Fish and Chips. Não importa se você vai a um restaurante ou a um quiosque dessa pequena rede local, a experiência será boa: o peixe é sempre fresco e eles capricham na fritura (o peixe sempre vem sequinho e as batatas bem saborosas). Estive no restaurante que fica na entrada da rua Brick Lane, mas estava bem cheio. Então, resolvi ir ao quiosque do OLd Spitalfields Market, pois, no mercado sempre tem cadeiras e mesas disponíveis.

Aliás, devo dizer que o Old Spitalfields Market é um dos meus lugares favoritos de Londres. Está localizado no leste da cidade, em uma área que recebeu muitos imigrantes em diferentes épocas, com grande vocação para a tecelagem e o comércio. O mercado é super eclético, com lojas fixas, restaurantes e expositores – cada dia da semana tem um tema diferente. Na quinta-feira tem o vintage market, onde costumo comprar louças lindas para fazer as fotos das minhas receitas. Também tem cafeterias, food trucks com os mais diversos tipos de comida – incluindo uma tapiocaria brasileira.

Voltando ao fish and chips do Poppie’s, tenho uma dica: se você estiver com outra pessoa, peça uma porção grande de peixe para dividir, pois é bem farta. Entre os peixes disponíveis, os mais populares são o cod (bacalhau) e o haddock. Gosto mais do haddock, por ser um peixe mais úmido e saboroso. Além das batatas, o fish and chips vem com molho tártaro e um pedaço de limão. Antigamente, o fish and chips era servido em jornal e o dono da loja quis manter essa ideia com as embalagens atuais.

No balcão do Poppie’s, você irá encontrar sal e vinagre de malte para temperar seu fish and chips. Fiquei muito surpresa ao descobrir que por aqui se coloca vinagre nas batatas assim como sal, antes de comer. Embora tenha experimentado, ainda prefiro minhas batatas só com sal e o peixe com limão.

Além do fish and chips tradicional, o Poppie’s também tem no cardápio opções de entrada e pratos principais como peixes, frutos do mar e batatas. Caso você não queira o peixe frito, há variações com peixe grelhado. Por ser um quiosque dentro de um mercado, o serviço é bem simples: você faz o pedido, paga no balcão e aguarda alguns minutos para ficar pronto. Então, depois de uma manhã pelo mercado, pego meu peixe com fritas, coloco um pouquinho de sal e vou me sentar para apreciar essa delícia na hora do almoço.
Fotos: Leiliane Valadares
Quiosque do Poppie’s Fish and Chips: Old Spitalfields Market – Unit SP4C. 16 Horner Square, London E1 6EW
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