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A sugestão aqui é colocar o chilli e o pico de gallo. Quem gostar de pimenta pode caprichar nos jalapeños, se for da galera da carne pode adicionar frango ou pedaços de filé. Essa comida é super prática e não exige grandes preparos! É muito comum por lá colocar salada, arroz, feijão… Hoje te ensino a fazer a massa das tortillas, que são fáceis de fazer e não exigem muitos aparatos de cozinha!

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Eu aprendi ela com a Kely, uma cliente que eu amo e tenho a sorte de sempre aprender algo novo com ela! Semana passada ela me recebeu pra gente comemorar mais um ano de muito trabalho. Se tem alguém que sabe receber bem e montar uma mesa incrível, essa é a Kely. Decoradora, faz arranjos, tem um olho pra detalhe que nunca vi! Na mesa tinha queijos e essa salada. Um ponche incrível que ela fez e espumante pra quem preferisse. Cookies, panetones, um red velvet delicioso! Era um banquete na nossa confraternização.

Comi a salada umas três vezes, sem nenhuma vergonha! Quando eu gosto de alguma coisa, acabo comendo sem parar e tentando entender cada parte da receita. Cheguei em casa, troquei mensagens com ela e gravei pra vocês! Vou receber esse time lindo do Sunday em breve na minha casa, e estava nessa dúvida do que servir. Essa salada definitivamente já foi pra lista. Espero que você goste tanto quanto eu!

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]]>Pensando nisso, resolvi ensinar um clássico lá de fora: o coleslaw/koolsla, que em holandês é repolho, sla é salada. A receita é antiga, apesar de só ouvirmos falar de maionese no século 18. A maionese não precisa ser regra, a versão mais fitness dela pode substituir por iogurte, e antigamente usava-se manteiga… A salsinha pode ser coentro ou outra erva fresca que você goste. Essa receita pode ser servida como salada, mas ela também é acompanhamento de pratos como carnes de porco, frango frito e ainda, batatas fritas ou salada de batata (super típicas nos Estados Unidos).

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Para nossa versão vegana, o caju vem para substituir o peixe. A doçura dele se contrapõe maravilhosamente com a acidez do limão. Essa receita é prática, não leva muito tempo para preparar e é uma entrada perfeita para o jantar que você quer impressionar.


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A versão grega leva dill e pimenta preta, as vezes limão para aumentar a acidez. Já na Turquia, é comum o uso do hortelã e endro, com adição de água e vinagre. Nos EUA ao invés do iogurte, usa-se nata! A minha versão é um mix. Uso o pepino ralado finamente, porque adoro a textura dele leve. Antes de misturar tudo, desidrato o pepino com delicadeza em um voal. Depois basta misturar! Escolhi a hortelã para dar frescor, mas você pode usar endro, salsinha e até ousar com manjericão!

Uma coisa que você deve estar se perguntando é: eu como isso com o que? Bom, o Tzatziki é um molho refrescante muito usado pra acompanhar carnes, porque a acidez tende a quebrar a gordura! Vai como molho nos famosos Gyros, os sanduíches gregos. Ou como molho de salada, de falafel, de berinjela empanada!

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]]>O post Wrap na folha de couve apareceu primeiro em sunday slices.
]]>Aqui no Brasil não temos uma receita tão tradicional que leve um pão enroladinho com recheio brasileiro (apesar de achar barquinhas de alface com arroz e feijão quase a versão nacional desse modelo), e acho que a couve é uma substituta maravilhosa pro pão! Primeiro porque aqui em casa não temos pão folha ou sírio toda semana, mas a couve tem sempre! Segundo porque eu encaro o wrap como uma forma interessante de englobar muitos nutrientes à refeição.

O truque dessa receita está no branqueamento da folha da couve, que permite que a gente enrole sem quebrar. O acabamento fica mais bonito e confesso, mais fácil e gostoso de comer. Se você nunca fez branqueamento, não se preocupe, é so colocar a couve da água fervente, esperar um minuto e colocar na água fria pra interromper o cozimento. O recheio fica por sua conta, mas vou te dar uma opção delícia aqui embaixo:
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]]>O post Tartar de abacate apareceu primeiro em sunday slices.
]]>O prato é de origem alemã, mas graças aos franceses que ele se popularizou. O steak tartar tem origem bárbara, de um povo (os tártaros) que habitaram a Europa. Essa é uma das versões da sua origem, a outra é que a receita teria surgido com Átila e os seus guerreiros, por volta do século 5. Para aproveitar a carne dos cavalos que morriam, eles a armazenavam nas celas de seus cavalos para amaciar antes de preparar. Eles temperavam a carne cortada com ervas e raízes, uma refeição simples que não precisava de cocção e que era conhecida entre eles por ser comida de guerreiros fortes, já que nenhum estômago delicado aguentava essa iguaria. Só com a popularização dos franceses que a receita passou a ser o que é comido hoje, inclusive a adição do ovo é mérito deles.
A nossa versão vegetariana é crua também, dispensa cocção e é uma entrada maravilhosa! Abacate cortado em cubos, com tomate também picado, acrescidos de um suco de limão, sal e pimenta. Você pode incrementar com ervas e outros, a gente preferiu servir com um molho bem gostoso, que dá uma sensação de frescor ainda maior para o prato! Leve, fácil de fazer e como leva abacate, um fruto rico em gorduras boas, dá saciedade por mais tempo.

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Hoje, eu compartilho com você a receita de um requeijão vegano. Lembra requeijão? A textura fica bem parecida, ele fica bem branquinho e passar no pão é a melhor maneira de comer! É feito de castanhas de caju de molho em água, que é a base pra muita receita de molho branco vegano, cremes e afins. O sabor é leve, e você pode mudar a expectativa pensando nele como uma pasta incrível para passar numa baguete, um homus completamente novo para o seu paladar!
Fotos: Thamires Santiago
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]]>Israel diz que essa é a comida nacional do país, mas a galera do Líbano diz que pertence a eles. E os libaneses tem um apoio grande lá no oriente, dos egípcios, iemenitas e sírios. Mas como tudo naquela região, as versões são muitas, inclusive que esse bolinho apimentado data da época dos faraós no Egito. O Oriente Médio sempre dá o que falar!

A gente viu que na festa junina como é comum cada lugar fazer a mesma receita de formas diferentes. Com essa briga do oriente não é diferente. Cada país tem uma tradição sobre como fazer o falafel. No Egito, o falafel é feito de favas verdes, sem grão-de-bico. No Líbano, na Síria, na Palestina e na Jordânia atuais misturam os dois ingredientes. Em Israel, vai só grão-de-bico, que é a forma mais conhecida hoje.
Bom, essa história dá tanto pano para manga… Se você quiser descobrir mais, vou deixar dois livros que estão na minha lista de leitura: The New Book of Middle Eastern Food e The Book of Jewish Food, ambos da Claudia Roden.
Você pode congelar os bolinhos crus e armazenar eles por até 30 dias no freezer.
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