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O post FOC – Barcelona apareceu primeiro em sunday slices.
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Quando a gente mora fora do Brasil, direto dá aquele aperto, aquela falta das pessoas de lá, a saudade e a vontade de sentir aquele sabor brasileiro. O FOC tem comidas latinas, então direto a gente acaba por lá para se sentir em casa. Num domingo de muito sol e fim de verão, fomos para lá. Chegamos com muita fome e exageramos nos pedidos!

Éramos quatro pessoas e pedimos duas entradas para acompanhar nossas cervejas. A primeira foi uma porção de mandioquinha frita (4,70€) muito bem servida e depois o “street veggies” (7,40€), uma tábua com vários legumes grelhados acompanhados de homus de beterraba que é incrível, tanto pela variedade (vem milho, abobrinha, berinjela, alho poró, cebola…) quanto pela quantidade e sabor.

Pedimos dois tipos de pratos principais: carne e peixe. Minha escolha foi a moqueca baiana (sim, sim, sim! Moqueca aqui em Barcelona), com azeite de dendê e leite de coco. É deliciosa, vem em uma panela toda bonitinha e de acompanhamento uma cumbuquinha de arroz branco. Neste restaurante eles fazem com bastante legumes, cubos de peixe e um mísero camarão de enfeite. De carne foram duas porções de “entraña”, a nossa fraldinha, acompanhada de batatas fritas e molho chimichurri (14,60€). Ambos os pratos com quantidade generosa e linda apresentação.

Como é um restaurante latino, tem várias opções deliciosas que já comemos outras vezes, como o ceviche, asinhas de frango mexicanas, sanduíches, picanha com arroz e feijão, coxinha e tacos. Alguns detalhes nos fazem gostar ainda mais do FOC, na decoração deles tem várias fotos do Brasil, representado pelo Rio de Janeiro, Niterói e Pelé, além de várias frases em português. Inclusive, fecho esse texto com um pedido que vem na bolacha de chopp de lá: “mais amor por favor”.
Fotos: Fábio Estelita
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]]>O post Can Paixano – Barcelona apareceu primeiro em sunday slices.
]]>O Can Paixano é um lugarzinho discreto no bairro do Born, perto de Barceloneta, mas vou te dizer que o que ele tem de discreto à primeira vista, ele tem de popular. Parece que é uma lei ir ao Can Paixano se você vai à Barcelona, e é uma loucura eu ter descoberto isso no meu último mês vivendo lá. O Can foi indicação de um ex-colega de trabalho que tinha ido lá no ano anterior e me escreveu dizendo que eu não podia sair de Barcelona sem passar lá antes.

Estamos falando de uma champanheria, onde eles fazem in loco o próprio champanhe, ou cava, como falam por lá. Você tem a opção do branco e do rosé, e dentre esses, seis possibilidades! Eu mesma fui pra lá depois de ter comido porque o lugar é especialmente conhecido por suas cavas, mas eles servem sanduíches de carnes, salsichas, e outros tantos também, mas tudo de carne. Dizem que são muito saborosos, a apresentação deles me lembrou um pouco a Lanchonete do Estadão em São Paulo e seus famosos sanduíches de pernil. Pra quem é leitor de primeira viagem, a pessoa que vos escreve não come carne vermelha e nem frango.

Foi realmente uma experiência: apinhado de gente, garçons que pareciam trabalhar ali há décadas, todo mundo com cara de satisfação, conversa alta e vários brindes àquela quarta-feira numa tarde quente e ensolarada de verão. Salud!

Can Paixano: Carrer de la Reina Cristina, 7, 08003 Barcelona, Espanha
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]]>O post Bormuth – Barcelona apareceu primeiro em sunday slices.
]]>Bem, passei o último mês na missão de descobrir lugares novos e provar mais sabores desta cidade tão rica e diversa. Minhas próximas colunas ainda serão de restaurantes daqui, porque fui em vários e não pude deixar de registrar minha felicidade ao descobrir e redescobrir algumas joias daqui. Entre tantas opções, eu escolhi o Bormuth para começar a me despedir de Barcelona no Sunday Slices.
O Bormuth é um bar de vermute (que é um vinho licoroso preparado com extrato de plantas aromáticas, segundo nosso amigo Google). Eu descobri o que era vermute aqui em Barcelona e sempre me interesso por lugares que se dizem especialistas nessa bebida.

Estava com um dos meus melhores amigos aqui e não podia fazer feio no quesito levá-lo para comer bons tapas, e o Bormuth foi uma feliz descoberta durante uma caminhada pelo meu bairro preferido de Barcelona: El Born. Em clima de férias e curtição, pedimos de cara uma sangria de cava (que é a sangria branca com o espumante feito na região) e os clássicos pimientos del padrón (essa pimentinha verde que às vezes pica, às vezes não), batatas bravas (com molho “alioli” – maionese e alho, típicas daqui) e as azeitonas… ah como são deliciosas as azeitonas no Mediterrâneo. Segundo meu amigo Fernando, depois de ter comido azeitonas aqui, ele descobriu que nunca havia comido azeitonas de verdade. Pois é, imagine só.

Para completar, teve queijo curado servido com azeite e amêndoas, bolinhos de bacalhau, linguicinha, jamón ibérico, chips de berinjela com melaço, escalivada (é a forma típica como são feitas algumas verduras aqui na região da Catalunha, Múrcia e Aragão: assadas no forno com bastante azeite e temperos) de pimentão com queijo de cabra, e o famoso pan con tomate que nada mais é que uma versão pobrinha da bruschetta italiana – literalmente um pão com tomate ralado, azeite e sal. E é bem bom se bem feito, juro!

Conversamos muito sobre a vida e sobre como é bom tirar um tempo do seu dia para só apreciar seu alimento e estar em boa companhia. Foi uma tarde deliciosa e seguramente ficará na gavetinha das melhores memórias dos meus meses vividos aqui. Foi um prazer conhecer e ser acolhida tão bem por você, Barna. Te quiero mucho!
Fotos Luísa Dalé
Bormuth: Carrer del Rec, 31. Barcelona, 08003
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]]>O post L’Autentic – Barcelona apareceu primeiro em sunday slices.
]]>O L’Autentic se chama assim porque em frente a ele, tem outro restaurante libanês e, dizem as más línguas, o L’Autentic estava ali desde bem antes. Então bem justo se chamar assim, né? Vocês já estão cansados de saber que eu tenho um pé no Oriente e é bem difícil desapegar da ideia de explorar sabores provenientes de lá, então, já mereço um ponto porque já estou quase chegando no Ocidente, risos.
Bom, o motivo de termos ido tão longe para comer (longe da minha casa, tá? O Poblenou é um bairro relativamente central e vale muito a pena bater uma perna por lá se estiver por aqui), é que o Taiom já tinha ido lá uma vez com outros amigos e pirou em como a comida era boa, bem servida, saborosa, e o atendimento excelente – as quatro palavras mágicas para me fazer querer conhecer um lugar novo. E não é que esse homem tinha razão? Chegamos lá e já fomos recebidos com um garçom super sorridente e que ficou muito entusiasmado ao sugerir alguns pratos para nós. Seguimos todas as suas sugestões e fomos muito felizes gastando bem pouco para o tanto que comemos, mais ou menos uns $25 euros com comida e bebidas.

Pedimos um prato grande com homus, creme de pimentão, creme azedo, charutinhos de uva, pãezinhos pita e falafel. Além de outro prato delicioso, que, infelizmente eu não me lembro o nome em árabe, que era uma espécie de berinjela agridoce com molho de tomate e grão-de-bico – sério, que delícia. Acho que eu gosto tanto de comida oriental porque sinto que têm mais sabor, sabem? Mais nuances, não sei explicar bem.

Para mim, comer uma boa comida feita com amor por outra pessoa é um dos melhores sentimentos. A necessidade suprema do ser humano não é comer, nem matar a sede, muito menos respirar. A gente precisa se sentir amado, querido, antes de tudo. Comer uma comida feita com amor é isso. E foi assim que me senti no L’Autentic, depois que terminei a noite com um chazinho de menta: amada. A gente prefere não respirar a não ser amado.

Fotos: Luísa Dalé
L’Autentic: Rambla del Poblenou, 92, 08005 Barcelona
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O gerente do outro restaurante havia avisado a recepcionista do Louro que íamos, então, já tínhamos mesa. Quando chegou o cardápio ficamos meio perdidos, porque a carta era em galego e não entendíamos nada, mas no fim deu tudo certo! Um dos nossos petiscos favoritos foi o pimiento de padrón, a Lu já falou sobre ele aqui no SS, originalmente da Galícia. Bem, estávamos no Centro Galego, mas não tinha essa maravilha no cardápio! Pedimos e eles fizeram mesmo fora da carta, então, só aí já ganharam nossos corações.


A Lu e eu somos quase vegetarianas, comemos algumas vezes coisas do mar, então pedimos mexilhões galegos com molho curry e folha de louro (9€) e estava espetacular! A Mari pediu o croquete de cozido galego, que é à base de porco e o Taiom pediu torradas com sardinha defumada e queijo de cebreiro (10€), tudo muito gostoso, bem apresentado e acompanhados de vinho branco. Já bem animados com nossas entradas, pedimos dois tipos de prato principal: o risoto de cogumelos da temporada com queijo de tetilla e o filé de merluza de pincho com um molho incrível, couve-flor e chips de alho.


Para a minha felicidade, comi minha sobremesa favorita com uma pequena variação, era o petit gateau de chocolate com sorvete de manjericão e a Lu pediu espuma de queijo com maçã e avelãs. Essa rede de restaurantes costuma ter funcionários muito simpáticos e super atenciosos (uma raridade aqui). Como chegamos no Louro por acaso, já que o outro restaurante estava fechado e tínhamos reserva, nos deram de presente no fim do jantar taças de espumante Cava com framboesa, fora os chupitos (shots) de licor que vieram junto com a conta. Por sinal, comemos bastante e cada um teve que pagar só 29€! Saldo mais que positivo para uma mudança de planos em cima da hora.

Louro – centro galego: Rambla dels Caputxins, 37, 08002 Barcelona.
Fotos: Luísa Dalé
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O ambiente lá é bem gostoso, bem tradicional também, como já mencionei. Mesinhas de madeira com detalhes em azulejo, várias garrafas de várias bebidas desconhecidas, pela minha pessoa, no balcão e garçons não muito simpáticos. Acho que deve ser pré-requisito para ser tradicional, rs. Tirando esse detalhezinho, é um ótimo lugar para ir se você estiver dando uma volta por Barceloneta, o que é meio que obrigatório se estiver em Barcelona, e quiser apreciar tapas e frutos do mar autênticos desse bairro. Antes lá era uma vila de pescadores e hoje é um dos bairros mais icônicos da cidade, bem peculiar em sua estrutura urbana e extremamente lindo. Sou fã!

Mamãe e eu somos vegetarianas e por isso nos esbaldamos nas tais berenjenas (as tais berinjelas que comentei antes), no pan con tomate (sim, pão com tomate ralado, azeite e sal – é uma DELÍCIA apesar de eu, italiana que sou, achar mesmo que é uma cópia pobrinha da bruschetta), na tortilha de batatas, azeitonas (amo/sou) e nos pimientos del padrón, eu já comentei sobre eles em alguma coluna anterior, mas pra quem é leitor de primeira viagem, são pequenas “pimentas” verdes saborosíssimas e levemente picantes, salteadas no azeite e depois só pôr sal à gosto. Típicos da região da Galícia, aqui na Espanha, mas muito apreciados aqui na Catalunha também. Meu pai e Taiom comeram até dizer chega as especialidades em frutos-do-mar deles: polvo à galega, lula frita, sardinha na chapa e mais alguns. Segundo o paladar exigente de papai, estava mesmo uma delícia.

O Jai-Ca é assim, discretinho na dele, ali no meiozinho de Barceloneta, charmosinho e com muito sabor. E o mais legal: é frequentado por locais! Se vier à Barcelona, me chame para ir com você.

Fotos: Luísa Dalé
JAI-CA: Carrer de Ginebra, 13, 08003 Barcelona, Espanha. Tel:+34 932 68 32 65
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]]>O nome vem da fusão de “cidade Condal”, como Barcelona é conhecida (aqui era um condado e a capital dos povoados medievais catalães) com a Tailândia. Literalmente atravessamos a cidade para chegar lá, moramos na praia e ele está na montanha, na zona nobre da cidade. Inclusive, está perto do bondinho que sobe à Tibidabo, um ótimo passeio para fazer em Barna. Quando chegamos, a primeira impressão já foi ótima: estava um cheirinho delicioso e o lugar era aconchegante, com a decoração zen, mas ao mesmo tempo moderna. Eu já tinha estudado o cardápio inteiro e visto todas as fotos no Instagram, então, já estava certa do que comeríamos.

Pedimos várias tapas, pequenas porções de comida, como os petiscos no Brasil. O meu desejo número um foi o espetinho de camarão ao curry amarelo e manga (8,50€). Simples, delicioso, com o molho cremoso. Pena que acabou muito rápido. Nosso segundo pratinho foi o rolinho de verduras frescas, famoso rolinho thai, recheado com camarões (de novo ele), macarrão de arroz, alface, abacate, cenoura, hortelã e um molhinho picante delicioso para dar uma levantada no sabor (7€). Os terceiros petiscos eram mais elaborados e deveriam ser pratos principais, com mais quantidade (principalmente pelo preço). O Fábio comeu costelinhas de porco marinadas e assadas à baixa temperatura com citronela e ervas frescas (16€). Eu pedi filé de salmão assado com molho de leite de coco e verduras, que estava incrível (16€)! Para acompanhar os dois pratos pedimos uma porção de arroz jasmim.

De sobremesa, para fechar com chave de ouro comemos o falso coulant (o petit gateau daqui) de chocolate branco com manga (5,50€). Que finalização, minha gente! Nunca imaginei que a combinação daria certo, mas surpreendeu muito, com toques suaves do chocolate e o frescor da fruta. Amamos e queríamos mais! Só sei que comemoramos muito bem essa data, saímos um pouco dos nossos restaurantes favoritos, provamos uma culinária nova (que agora quero explorar mais) e comprovamos que a Internet ajuda muito na hora de escolher um restaurante!

¡Buen provecho!
Fotos: Mariana Dias
Koh-ndal Thai Bistro: Passeig de Sant Gervasi, 57B, 08022. Barcelona
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