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wp-user-avatar domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home2/sunday93/public_html/autoral/wp-includes/functions.php on line 6131soledad foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home2/sunday93/public_html/autoral/wp-includes/functions.php on line 6131Erro no banco de dados do WordPress: [Table 'sunday93_autoral.wp_stqy_ppress_meta_data' doesn't exist]SELECT * FROM wp_stqy_ppress_meta_data WHERE meta_key = 'content_restrict_data'
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Não demorou muito pra que eu me conectasse ao lugar, e durante a experiência pude sentir uma sensação que me era de alguma forma familiar. Logo pedi uma cerveja pra esperar minha vez e entre uma leitura e um gole de cerveja, Milton (queridíssimo) me chamou pra que eu pudesse sentar e depois de uma papo sobre as possíveis escolhas, decidi pela moqueca de Camarão com Banana da Terra e Vatapá de Castanhas.

O prato chegou numa louça linda e bem servido, acompanhado por arroz branco e uma farofa delícia refogada na manteiga de garrafa. Foi aí que a magia começou, tive um momento sem celular, sem leitura, sem câmera, comi devagar, ouvi as conversas na mesa ao lado e a música brasileira (acho que Adriana Calcanhoto) que tocava baixinho e me rendi àquelas texturas, temperos, cores e sabor impecável que o prato me oferecia. Por fim, pedi um café coado e uma goiabada com queijo Minas, sobremesa simples sem tanta pretenção, a porção foi perfeita para depois da moqueca.

Terminei e logo descobri qual era aquela sensação familiar, que o lugar me trazia um amigo querido meu, do interior de Minas Gerais, Diamantina, para ser mais exata. Com ele costumo me demorar numa escuta ativa de músicas da santíssima trindade baiana (Gil, Betânia e Caetano) nós brilhamos nisso, nos entendemos nisso. O Baianeira não é Júlio, mas é igualmente um lugar generoso, de um ritmo gostoso, que fala baixinho, criativo, humano e dá vontade de voltar mais vezes. Vou voltar.

Ah, do lado do restaurante tem uma vendinha, lá podemos comprar o pão de queijo que deu origem a casa (não provei dessa vez, fica pra próxima), doce de leite, cachaça, grão de café, paçoca, louças, copos e outras coisinhas, vale a pena conferir.

Fotos: Beatriz Xavier
A Baianera: R. Dona Elisa, 117 – Barra Funda, São Paulo – SP, 01155-030
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]]>Na moqueca capixaba, o tradicional azeite de dendê dá espaço para o azeite comum e para o urucum (ou colorau), que se encarrega de dar aquele tom mais laranja para o prato. Essa ausência de ingredientes típicos da culinária africana, se dá porque naquela época, o Espírito Santo não recebeu tantos escravos africanos quanto Salvador, que era o ponto de entrada. Todas elas têm uma coisa importante em comum: a panela de barro, que mantém o cozido fumegante por mais tempo. No Espírito santo, até hoje, as panelas são feitas de acordo com a técnica indígena, que segundo eles, o tipo de argila ajuda na redução da acidez do tomate e do pimentão na receita.
Bom, chega de papo de história e vamos para a receita! Não esquece que ensinei a farofa de dendê para acompanhar, e um purê de banana também. Se empolgar, faça um arroz de coco, trocando a segunda água por leite de coco.
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