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O post Tigela refrescante apareceu primeiro em sunday slices.
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Pode parecer tão clichê se alimentar de sucos, tigelas e saladas nesse período, mas é fisicamente difícil a gente comer agora um prato de lasanha agora. E ficar na cozinha por muito tempo fazendo comidas quentes também não é nada maravilhoso… Eis que uma tigela pode ser uma opção maravilhosa!
Essa é extremamente refrescante e cremosa! A combinação de abacaxi com gengibre nunca decepciona. A banana da uma cremosidade incrível com o iogurte. Eu sei que é muito comida da moda, mas eu juro que é delícia. Ainda aproveita e acrescenta uma cobertura cheia de proteína e crocância: chia, sementes, nibs…
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]]>O post Wrap na folha de couve apareceu primeiro em sunday slices.
]]>Aqui no Brasil não temos uma receita tão tradicional que leve um pão enroladinho com recheio brasileiro (apesar de achar barquinhas de alface com arroz e feijão quase a versão nacional desse modelo), e acho que a couve é uma substituta maravilhosa pro pão! Primeiro porque aqui em casa não temos pão folha ou sírio toda semana, mas a couve tem sempre! Segundo porque eu encaro o wrap como uma forma interessante de englobar muitos nutrientes à refeição.

O truque dessa receita está no branqueamento da folha da couve, que permite que a gente enrole sem quebrar. O acabamento fica mais bonito e confesso, mais fácil e gostoso de comer. Se você nunca fez branqueamento, não se preocupe, é so colocar a couve da água fervente, esperar um minuto e colocar na água fria pra interromper o cozimento. O recheio fica por sua conta, mas vou te dar uma opção delícia aqui embaixo:
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]]>O post Simplificando a cozinha vegana – Pt 1 apareceu primeiro em sunday slices.
]]>Pensando bem, quando converso com pessoas que se interessam e me fazem perguntas sobre a alimentação à base de plantas, o que elas realmente querem saber é como se virar na cozinha usando somente produtos de origem vegetal. A maioria de nós tem como referência os pratos montados com carnes e frangos e peixes, né? Por isso, montar um prato vegano parece algo bastante intimidante. “Por onde eu começo?” é o que elas querem saber.
Foi por isso que eu decidi começar esta série de posts e tentar mostrar um pouco o que eu aprendi ao longo destes anos. E adivinha o que eu tenho para dizer? “Na verdade, cozinhar vegano é muito simples”.
A primeira coisa que eu quero dizer para vocês é que, no prato vegetariano, os acompanhamentos são o prato principal. Consegue imaginar? Em vez de comer peixe assado acompanhado de arroz e legumes, você come arroz e legumes e cogumelos e verduras e salada, todos na mesma hierarquia, todos acompanhando e sendo acompanhados.
O que acontece é que as carnes, em geral, têm sabores fortes e marcantes, e por isso fica um pouco difícil combiná-las entre si. Peixe e frango, por exemplo, são dois sabores completamente diferentes e pedem para ser consumidos em refeições diferentes. Mas quando a refeição inteira é montada com o que costumamos chamar de acompanhamentos, é muito mais provável que o seu prato fique saboroso mesmo que você combine tipos diferentes de vegetais.
Por exemplo, o que define se os pimentões refogadinhos com cebola e cogumelos, que eu preparo para o almoço, combinam com o grão de bico que eu cozinhei no dia anterior, é o tempero que eu uso em cada um deles. Orégano e manjericão dão um ar italiano para os pimentões. Eu misturo o grão de bico com azeitonas, tomate seco e salsinha, tempero com azeite de oliva e vinagre balsâmico, e tenho um almoço mediterrâneo. Mas se decido temperar os pimentões e cogumelos com açafrão e um pouquinho de curry, então o grão de bico vai para o processador com alho, limão e tahine até virar uma pastinha, e tenho um almoço árabe, com hummus e vegetais. Percebeu? A base é a mesma e o resultado é completamente diferente.
Foi só quando virei vegana que comecei a perceber a versatilidade desses ingredientes que, em um prato convencional, eram subestimados e tratados como meros coadjuvantes. E o que acontece quando os legumes viram os protagonistas é que, como num passe de mágica, uma castanha de caju deixa de ser apenas um snack e passa a ser a base do seu molho bechamel, da mousse de chocolate, do sorvete de baunilha. Depois de um tempo, você olha para uma panela de feijão cozido e consegue ver uma sopa, um hambúrguer e um brownie de chocolate duplo com calda de caramelo.
Por isso, essa é uma das primeiras dicas que eu dou para quem está querendo se aventurar pela culinária vegê: comece a conhecer os seus ingredientes, mesmo que bem aos pouquinhos, e vá desenvolvendo uma intimidade com as texturas, os temperos e as possibilidades. Antes de virar vegana, eu olhava para a culinária à base de vegetais e via tudo o que faltava: bolo sem ovo, queijo sem leite, sushi sem peixe. Hoje, eu vejo tudo o que entrou na minha cozinha: bolo com farinha de linhaça, queijo com macadâmia fermentada, sushi com cogumelos e avocado. Não é melhor nem pior do que antes, é só diferente. E muito, muito divertido!
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]]>O post Golden milk apareceu primeiro em sunday slices.
]]>Quando eu falo finalmente, você deve pensar que eu torci por isso, mas a verdade é que eu adoro essas tendências! Elas permitem que alguns ingredientes incríveis que temos a mão, se tornem protagonistas em receitas simples, que de fato podem trazer benefícios. Aí você me pergunta: se tomar um golden milk pela manhã vai de fato te deixar melhor em alguma coisa… Bom, eu não aguento beber a mesma coisa todos os dias! Amo a falta de rotina na minha rotina, mas acho mesmo que balancear o que usamos no dia-a-dia pode trazer benefícios ao corpo.
Comer não é apenas satisfazer um desejo que a gente tem, é nutrir mesmo. É uma maneira de cuidar de si, de fortalecer o que anda ruim. A gente foi se afastando, ao longo do tempo, da nossa própria comida. De como ela é cultivada, de como ela chega aos mercados, de quantas propriedades ela tem. E sim, é chavão tilelê hippie da modernidade, mas não é, ao mesmo tempo. A medicina Chinesa está aí a centenas de anos batendo nessa tecla: os remédios têm princípios ativos vindos da natureza, porque não entender que incluir na sua dieta aquilo que supre o que está escasso é a melhor forma de nutrição?
Para isso, segura essa receita que sim, pode te ajudar a dar uma boa fortalecida no sistema imunológico! Ah, e não só nele, o açafrão também pode te ajudar em problemas digestivos, ajuda no funcionamento do fígado, alivia as dores do período menstrual e muito mais (mesmo, eu podia fazer uma longa lista). Aproveita o clima de inverno e faça essa bebida quentinha. Só abre a cabeça, porque no primeiro gole pode ser estranho, já que usamos açafrão em receitas salgadas e esse leitinho quente é doce. O nome golden vem daí, o açafrão vai deixar ele bem douradinho. Cuidado para não pesar na medida, ou ele não dilui.
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]]>O post Requeijão Vegano apareceu primeiro em sunday slices.
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Hoje, eu compartilho com você a receita de um requeijão vegano. Lembra requeijão? A textura fica bem parecida, ele fica bem branquinho e passar no pão é a melhor maneira de comer! É feito de castanhas de caju de molho em água, que é a base pra muita receita de molho branco vegano, cremes e afins. O sabor é leve, e você pode mudar a expectativa pensando nele como uma pasta incrível para passar numa baguete, um homus completamente novo para o seu paladar!
Fotos: Thamires Santiago
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]]>O post pé de moleque apareceu primeiro em sunday slices.
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Minha avó colocava um pouco do amendoim inteiro e uma outra parte já moída, e isso fazia ele ficar perfeito! E ela não untava lugar nenhum com manteiga. Ela fazia com farinha de mandioca torrada, jogava no mármore e cobria com a mistura quente, o jeito mais tradicional. O que me deixa sempre com aquela sensação de que farinha deve combinar com tudo mesmo…
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]]>O post Quem somos nós? – Verena Kacinskis apareceu primeiro em sunday slices.
]]>Aliás, eu passei anos e anos da minha vida achando a cozinha um lugar intimidante e complexo demais para eu explorar. Como faço para acertar o ponto da carne? Como as pessoas conseguem limpar frango? O que eu faço com a cenoura além de ralar e colocar na salada? Eu cozinhava porque tinha que comer alguma coisa, e com frequência o bife ficava duro e o peixe ficava sem graça. Eu, definitivamente, não sabia o que estava fazendo e não funcionava sem uma receita detalhada para seguir. Cozinhar era mais uma necessidade do que um prazer (o que era uma pena, porque eu adoro comer!).
Então, em 2014, algo mágico aconteceu! Eu já vinha gravitando, naturalmente, na direção da alimentação vegetariana, e em janeiro desse ano, meu marido e eu decidimos testar e ver como seria a vida como veganos. Foi maravilhoso! Meu mundo se abriu, se ampliou! A cozinha virou meu lugar favorito da casa. Aprendi a fazer leite de amêndoas, queijo de castanha de caju, hambúrguer de lentilhas. Aprendi pelo menos seis formas diferentes de preparar a tal cenoura, e achei os legumes muito menos intimidantes do que as carnes. Eu só tinha que lavar, descascar e picar. Tudo tão… simples!
De lá para cá se passaram apenas quatro anos, mas eu sinto como se fosse muito mais! Comecei seguindo receitas, fui adquirindo confiança para experimentar aqui e ali, criei um blog para me desafiar a criar e me soltar mais, e hoje posso dizer que tenho meu jeito, meu sabor, MINHA comida.
E isso me leva para o começo deste texto, onde eu disse que, além de simplificar, eu sei escrever. Quando recebi o convite da Thamires para ser colunista, eu soube que não teria como falar sobre outra coisa a não ser sobre a simplicidade deliciosa que eu encontrei na cozinha quando transformei os vegetais nos protagonistas de cada refeição.
Eu cozinho com poucos ingredientes, em poucas panelas e com poucos utensílios. Quanto menos coisas ocupam meu espaço físico, mais lugar encontro na minha cabeça para criar, experimentar, me divertir no processo. Então, vamos juntos, vocês e eu, para dentro da cozinha, explorar todas as possibilidades escondidas por trás do simples, do menos, do essencial.
Foto: Tainá Frota
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]]>O post Flax & Kale – Barcelona apareceu primeiro em sunday slices.
]]>Não lembro como o conheci ou quem me indicou, mas já sou frequentadora do Flax and Kale desde que cheguei a Barcelona. A graça de ir com certa frequência em um mesmo restaurante é poder provar o menu inteiro, mas eu tenho problemas com isso. Sou completamente a favor do “não mexe no time que está ganhando”, mas juro que lá eu consigo, pois, a carta deles é grande e dá vontade de comer tudo. A Teresa Carles é uma cozinheira visionária que quis utilizar os melhores produtos das terras da sua família para criar receitas saborosas e saudáveis. Já na entrada do restaurante tem uma vitrine gelada enorme com vários sucos e smoothies cold-pressed. São lindos, com nomes criativos, cores chamativas, saudáveis e deliciosos.
O restaurante sempre está cheio, seja no brunch, almoço ou jantar. Tem vários ambientes, salas mais íntimas, mesas compartilhadas e mesas ao ar livre no terraço, que tem até uma horta no meio. Éramos três pessoas e nos sentamos no salão principal ao lado das janelas da fachada. Para começar pedimos vinho, caña (chopp aqui na Espanha) e um green slim fit, suco verde que leva maçã, espinafre, erva-doce, gengibre, rúcula, limão, salsinha e aipo. Sério, os sucos sozinhos já são uma refeição! Eu passo longe deles quando vou almoçar ou jantar, mas sempre levo um para casa para servir de lanche.
Pedimos duas entradas e essas eu não troco de jeito nenhum! A primeira é um clássico da casa, o kale chips. São chips de couve-de-folhas (não, não é a couve comum) desidratados e com pedacinhos de alho. Gente, é muito gostoso! Até meu namorado que não é muito entusiasta das comidas amou. A segunda entrada era um mix de cogumelos da temporada feitos no vinho branco e leite de coco, sobre uma fatia de pão de espelta e cinco cereais, finalizados com tomilho e trufa negra. O ideal é dividir essa entrada entre duas pessoas, pois vem muito bem servida. Escolher o prato principal no Flax and Kale é difícil. Eu sou o tipo de pessoa que fica tensa com muitas opções e eles tem várias. Pelo menos todo o cardápio vem com uma legenda mostrando se o prato é raw food, vegetariano, glúten free ou à base de peixe azul (atum ou salmão), o que ajuda um pouco a escolher se você tem algum tipo de restrição.


Eu e meu namorado acabamos pedindo dois pratos para dividir entre nós. Escolhemos o hambúrguer de atum com cebolinha, servido no pão integral com carvão ativado, gengibre e maionese de wasabi acompanhado de cenouras assadas. E o tagliatelle com espirulina, dados de salmão selvagem, pesto de kale e queijo parmesão, meu favorito da casa. Minha mãe foi no ravióli de espinafre com tofu, champignon, ricota e castanha de cajú, molho verde, queijo parmesão vegano, sobre uma camada de berinjelas assadas. Todos os três pratos vinham com uma quantidade ótima de comida, inclusive sobrou um pouco de cada!


O F&K é um restaurante de preço médio aqui em Barcelona. Como são comidas ecológicas, de km0, com qualidade, sabor e pratos bem servidos, vale o que eles cobram. O chips de kale por exemplo custa 3,85€ e o tagliatelle com dados de salmão 15,50€. No total pagamos 70€ entre três pessoas e saímos felizes! Como a ideia aqui no SS é ser sincera, então, lá vai: eu não costumo comer as sobremesas de lá. Meu negócio é tentar comer direitinho e me acabar nas sobremesas gordas e zeros saudáveis. É a vida! Então, saímos de lá e passamos em uma confeitaria maravilhosa que fica bem pertinho. Mas, essa história vai ficar para um próximo post aqui!
¡Buen provecho!
Fotos: Mariana Dias
Flax & Kale – Tallers: Carrer dels Tallers 74b, 08001 Barcelona. (+34) 933 175 664
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]]>O post Menos carne e mais legumes, por favor! apareceu primeiro em sunday slices.
]]>A SVB acredita que a substituição da proteína animal pela proteína vegetal será uma realidade cada vez mais frequente, seja em escolas, restaurantes populares, no mercado e na sociedade como um todo. A campanha para conscientização sobre os impactos do consumo de produtos de origem animal iniciou nos Estados Unidos em 2003 e mobiliza, hoje, mais de 40 países na redução do consumo de carne entre outros produtos derivados. No Brasil, a campanha começou em 2009 e já alcança diversos estados.
Fonte: http://www.segundasemcarne.com.br
Foto: Thamires Santiago – Carne de jaca da Fazenda Burin.
O post Menos carne e mais legumes, por favor! apareceu primeiro em sunday slices.
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