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wp-user-avatar domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home2/sunday93/public_html/autoral/wp-includes/functions.php on line 6131soledad foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home2/sunday93/public_html/autoral/wp-includes/functions.php on line 6131Erro no banco de dados do WordPress: [Table 'sunday93_autoral.wp_stqy_ppress_meta_data' doesn't exist]SELECT * FROM wp_stqy_ppress_meta_data WHERE meta_key = 'content_restrict_data'
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Primeiro ponto é quando a mistura começa a escurecer: ponto de calda de bolo. Ele fica fluido, molinho e se espalha bem porque não engrossou demais e não prega em tudo. Segundo ponto: o de brigadeiro de colher. Para chegar nesse ponto, você leva normalmente 10 minutos após a mistura começar a borbulhar. Ponto três: ponto de enrolar. Quando a mistura já está despregando do fundo, cerca de 15 minutos depois das primeiras borbulhas.

Hoje, ensino o brigadeiro de paçoca, para deixar essa sobremesa com cara de festa junina! Normalmente se usa a paçoca já pronta e esfarelada, mas eu usei amendoim sem casca, torrado e moído. Você pode acrescentar uma colher de chá de sal pra dar aquela nuance da paçoca, ou usar ela também.

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O amendoim é cultivado em todo o país, e ele é desses ingredientes mágicos que dá o ano inteiro, sem época especifica. A tradição dele nas festas juninas é um mistério até aqui. Mas ele está por todos os lados: paçoca, canjica, pé de moleque e agora numa batida deliciosa! É simples, só tem que bater tudo no liquidificador. O amendoim dá o toque junino pra nossa bebida, e a cachaça se encarrega de esquentar a gente, já que essa batida leva gelo.
Você pode armazenar a batida na geladeira por até 3 dias.
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Minha avó colocava um pouco do amendoim inteiro e uma outra parte já moída, e isso fazia ele ficar perfeito! E ela não untava lugar nenhum com manteiga. Ela fazia com farinha de mandioca torrada, jogava no mármore e cobria com a mistura quente, o jeito mais tradicional. O que me deixa sempre com aquela sensação de que farinha deve combinar com tudo mesmo…
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Desde que postei a receita das energy balls de cacau ela queria provar. Em sua última visita, ensinei e depois disso ela sempre faz na casa dela. Até que um dia não tinha castanha de caju, não tinha não sei mais o que, e ela me liga perguntando se poderia fazer substituições. Eu sou sempre a favor de invenções, falei para refazer tudo e me contar como ficou… E ela logo me liga entusiasmada, porque parecia a receita de um cajuzinho, desses de festa sabe? E nossa, eu amo cajuzinho. Fui logo pra cozinha testar a maluquice e bingo: energy balls de amendoim ou cajuzinho vegano (para quem prefere assim).

Óbvio que eu não seria eu sem mudar a receita dela. Então, adaptei algumas coisas como ao invés de usar óleo de coco usei pasta de amendoim. O importante aqui é adicionar algum óleo para a receita, então serve muito bem a pasta (o que já me dá uma coceira de pensar em usar castanha de caju com pasta de amêndoas, ou macadâmias, imagina?). As castanhas de caju deram espaço para o amendoim, o cacau teve seu papel reduzido e aumentei a aveia. O segredo ainda é o mesmo: não ter segredo e jogar tudo no processador!

Bom, foi sucesso! Inclusive as amigas do parquinho semanal aprovaram e vai virar cajuzinho e docinho de chocolate (no caso das energy balls de cacau) no próximo aniversário! Testa ai e me conta, logo mais volto com um sabor novo pra dividir por aqui!
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